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Jair Messias Bolsonaro nasceu em 21 de março de 1955, em Glicério, no estado de São Paulo. Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977 e seguiu carreira no Exército, chegando à patente de capitão. No fim dos anos 1980, começou a ganhar projeção pública ao defender melhores condições para os militares e, em 1988, foi eleito vereador do Rio de Janeiro. No ano seguinte, iniciou sua trajetória no Congresso Nacional, sendo eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 1990 e tomando posse em 1991. A partir daí, permaneceu por quase três décadas na Câmara dos Deputados, sendo reeleito sucessivamente até 2018. Ao longo desse período, passou por diferentes partidos, entre eles PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP, PSC e PSL, construindo uma carreira marcada pela defesa de posições conservadoras, pelo discurso favorável à ampliação do acesso às armas, pela valorização das Forças Armadas e por críticas a políticas de esquerda. Durante os anos no Congresso, apresentou e apoiou propostas em diferentes áreas, embora sua atuação tenha se concentrado principalmente em temas ligados à segurança pública, defesa, servidores militares, costumes e economia. A educação esteve presente em sua atividade parlamentar, inclusive com participação em comissões relacionadas ao tema, mas não ocupou o centro de sua produção legislativa ao longo dos mandatos. Em 2016, por exemplo, a Câmara registrou 32 propostas de autoria de Bolsonaro e sua participação na Comissão de Educação, entre outras comissões. A partir de 2014, sua presença política cresceu com o fortalecimento das redes sociais e com o discurso de oposição aos governos do PT. Em 2016, ganhou ainda mais projeção nacional durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Em 2018, deixou o PSC e ingressou no PSL para disputar a Presidência da República. Sua campanha foi marcada por forte presença digital, pela defesa de pautas conservadoras e por críticas ao sistema político tradicional. Durante a campanha, sofreu um atentado a faca em Juiz de Fora, em Minas Gerais. No segundo turno, foi eleito presidente com 55,13% dos votos e tomou posse em 1º de janeiro de 2019. Seu governo, entre 2019 e 2022, adotou uma agenda econômica de orientação liberal, com propostas de redução do papel do Estado, privatizações e reformas. Entre os acontecimentos de maior destaque do período estão a aprovação da reforma da Previdência e a privatização da Eletrobras. Na educação, o governo implementou a Política Nacional de Alfabetização, criou o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares e sancionou a Política de Inovação Educação Conectada, voltada à ampliação do acesso à internet nas escolas públicas. Em 2022, o programa de escolas cívico-militares alcançava 110 unidades e cerca de 53,4 mil alunos. Ao mesmo tempo, sua gestão foi marcada por conflitos com universidades, educadores e setores da comunidade científica, além de críticas relacionadas a cortes e prioridades orçamentárias na educação. A pandemia de Covid-19 agravou os problemas educacionais e sociais do período, enquanto a condução do governo na crise sanitária se tornou um dos principais pontos de controvérsia de sua Presidência. Também foram marcantes as disputas em torno do meio ambiente, das políticas indígenas, das armas, das vacinas e da relação com outras instituições da República. Após deixar a Presidência em 1º de janeiro de 2023, Bolsonaro permaneceu como uma das principais figuras da direita brasileira. Em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral declarou sua inelegibilidade por oito anos, em processo relacionado ao uso político de uma reunião com embaixadores. Em 2025, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão no processo envolvendo a tentativa de golpe de Estado. Em 2026, passou a cumprir a pena em prisão domiciliar humanitária. . . . Tags: #Jairbolsonaro #politicabrasil #politica #bolsonaro
Jair Messias Bolsonaro nasceu em 21 de março de 1955, em Glicério, no estado de São Paulo. Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977 e seguiu carreira no Exército, chegando à patente de capitão. No fim dos anos 1980, começou a ganhar projeção pública ao defender melhores condições para os militares e, em 1988, foi eleito vereador do Rio de Janeiro. No ano seguinte, iniciou sua trajetória no Congresso Nacional, sendo eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 1990 e tomando posse em 1991. A partir daí, permaneceu por quase três décadas na Câmara dos Deputados, sendo reeleito sucessivamente até 2018. Ao longo desse período, passou por diferentes partidos, entre eles PDC, PPR, PPB, PTB, PFL, PP, PSC e PSL, construindo uma carreira marcada pela defesa de posições conservadoras, pelo discurso favorável à ampliação do acesso às armas, pela valorização das Forças Armadas e por críticas a políticas de esquerda. Durante os anos no Congresso, apresentou e apoiou propostas em diferentes áreas, embora sua atuação tenha se concentrado principalmente em temas ligados à segurança pública, defesa, servidores militares, costumes e economia. A educação esteve presente em sua atividade parlamentar, inclusive com participação em comissões relacionadas ao tema, mas não ocupou o centro de sua produção legislativa ao longo dos mandatos. Em 2016, por exemplo, a Câmara registrou 32 propostas de autoria de Bolsonaro e sua participação na Comissão de Educação, entre outras comissões. A partir de 2014, sua presença política cresceu com o fortalecimento das redes sociais e com o discurso de oposição aos governos do PT. Em 2016, ganhou ainda mais projeção nacional durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Em 2018, deixou o PSC e ingressou no PSL para disputar a Presidência da República. Sua campanha foi marcada por forte presença digital, pela defesa de pautas conservadoras e por críticas ao sistema político tradicional. Durante a campanha, sofreu um atentado a faca em Juiz de Fora, em Minas Gerais. No segundo turno, foi eleito presidente com 55,13% dos votos e tomou posse em 1º de janeiro de 2019. Seu governo, entre 2019 e 2022, adotou uma agenda econômica de orientação liberal, com propostas de redução do papel do Estado, privatizações e reformas. Entre os acontecimentos de maior destaque do período estão a aprovação da reforma da Previdência e a privatização da Eletrobras. Na educação, o governo implementou a Política Nacional de Alfabetização, criou o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares e sancionou a Política de Inovação Educação Conectada, voltada à ampliação do acesso à internet nas escolas públicas. Em 2022, o programa de escolas cívico-militares alcançava 110 unidades e cerca de 53,4 mil alunos. Ao mesmo tempo, sua gestão foi marcada por conflitos com universidades, educadores e setores da comunidade científica, além de críticas relacionadas a cortes e prioridades orçamentárias na educação. A pandemia de Covid-19 agravou os problemas educacionais e sociais do período, enquanto a condução do governo na crise sanitária se tornou um dos principais pontos de controvérsia de sua Presidência. Também foram marcantes as disputas em torno do meio ambiente, das políticas indígenas, das armas, das vacinas e da relação com outras instituições da República. Após deixar a Presidência em 1º de janeiro de 2023, Bolsonaro permaneceu como uma das principais figuras da direita brasileira. Em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral declarou sua inelegibilidade por oito anos, em processo relacionado ao uso político de uma reunião com embaixadores. Em 2025, foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão no processo envolvendo a tentativa de golpe de Estado. Em 2026, passou a cumprir a pena em prisão domiciliar humanitária. . . . Tags: #Jairbolsonaro #politicabrasil #politica #bolsonaro

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