@krishnashilpa8598: #duet with @hazelshiny20 inspired video # her expression mass #SHEINfashionweek #smiledaychallenge

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Tuesday 08 October 2019 08:17:54 GMT
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Amo uma farinha de mandioca!! No Ponto das Farinhas, no Mercado Central de Belo Horizonte, o Wellington me explicou tudo sobre ela e me apresentou farinhas maravilhosas do Norte e Nordeste! Vem comigo...  Poucas comidas são tão brasileiras quanto a mandioca. Principal uso da raiz, sua farinha era consumida pelos nativos antes do descobrimento.  Há tantos tipos de farinha de mandioca, variando com o modo de preparo (na água ou seca), granulometria e ponto de torra, que fica difícil escolher entre elas. Feito isso, é arregaçar as mangas e preparar bolos, pães, cuscuz, moquecas ou, simplesmente, polvilhar sobre um bom prato de feijão.  Confira a seguir a diferença entre os tipos de farinha de mandioca: 1. Farinha de beiju Feita com a goma da mandioca, tem aspecto flocado. Na Bahia, é consumida no café ou no leite, com rapadura. Levada ao forno com coco ralado e açúcar, pode ser usada como granola. 2. Farinha-d’água Também conhecida como de puba, é feita com a massa da mandioca fermentada (ou pubada) e peneirada. Seca, crocante e ácida, é usada em bolos, bolinhos, cuscuz, pirão e para acompanhar moquecas. No Norte, come-se de manhã com o açaí. 3. Farinha gomada Ideal para pirões, é fina, com boa quantidade de polvilho (amido da mandioca). No Sul, tem granulação finíssima e é comida com o barreado (ensopado de carne típico do Paraná) e usada nos pirões catarinenses. 4. Farinha seca O termo remete ao modo de fazer, é usado para farinhas que não amolecem na água. Tem diversas granulações. É a farinha comum, de mesa, também conhecida como de raspa, usada para fazer farofa. 5. Farinha de copioba Seca e fina, é feita na Serra de Copioba, Bahia. Branca ou amarela, é usada como farinha de mesa. Fonte: Revista Casa e Jardim #farinha #farinhademandioca
Amo uma farinha de mandioca!! No Ponto das Farinhas, no Mercado Central de Belo Horizonte, o Wellington me explicou tudo sobre ela e me apresentou farinhas maravilhosas do Norte e Nordeste! Vem comigo... Poucas comidas são tão brasileiras quanto a mandioca. Principal uso da raiz, sua farinha era consumida pelos nativos antes do descobrimento. Há tantos tipos de farinha de mandioca, variando com o modo de preparo (na água ou seca), granulometria e ponto de torra, que fica difícil escolher entre elas. Feito isso, é arregaçar as mangas e preparar bolos, pães, cuscuz, moquecas ou, simplesmente, polvilhar sobre um bom prato de feijão. Confira a seguir a diferença entre os tipos de farinha de mandioca: 1. Farinha de beiju Feita com a goma da mandioca, tem aspecto flocado. Na Bahia, é consumida no café ou no leite, com rapadura. Levada ao forno com coco ralado e açúcar, pode ser usada como granola. 2. Farinha-d’água Também conhecida como de puba, é feita com a massa da mandioca fermentada (ou pubada) e peneirada. Seca, crocante e ácida, é usada em bolos, bolinhos, cuscuz, pirão e para acompanhar moquecas. No Norte, come-se de manhã com o açaí. 3. Farinha gomada Ideal para pirões, é fina, com boa quantidade de polvilho (amido da mandioca). No Sul, tem granulação finíssima e é comida com o barreado (ensopado de carne típico do Paraná) e usada nos pirões catarinenses. 4. Farinha seca O termo remete ao modo de fazer, é usado para farinhas que não amolecem na água. Tem diversas granulações. É a farinha comum, de mesa, também conhecida como de raspa, usada para fazer farofa. 5. Farinha de copioba Seca e fina, é feita na Serra de Copioba, Bahia. Branca ou amarela, é usada como farinha de mesa. Fonte: Revista Casa e Jardim #farinha #farinhademandioca

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