@tv_ctc: Ивановы vs Оганяны 😅 #телеканалстс #хочуврек #лучшеевкомедии #ивановыивановы #сергейбурунов

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Monday 13 July 2020 15:28:19 GMT
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Comments

russian_prikol001
Я вернулся😈 :
Стс, прошу ответьте, и поддержите мою бабушку она щас в реанимации🙏🙏🍍😭
2020-07-13 18:52:10
15
annastone62
Anna Stone :
Ему в лицо плюнули, а он шутит 🤣 настоящий армянин
2020-08-06 05:44:20
24
nonames025
52 :
я сейчас смотрю Ивановы Ивановы
2020-07-13 15:31:26
7
sodo4ka_pubg
нн :
Спасибо за эти сериалы🤣🤣🤣🤣🤣🤣
2020-07-13 17:40:54
7
_basil_m_
базилик :
Карен поменял фамилию?😂
2020-07-14 09:01:36
2
frindyyyy
Fr1ndyyy :
А когда новый сезон будет?
2020-07-14 07:33:37
2
daaaaanaaaaaa
дана :
я, которая сейчас пересматриваю Ивановых:🌚👍
2020-07-13 16:06:03
3
zxc_pushok
Гуль SSS ранга :
Гугучи флип флап 😎
2020-07-13 17:15:20
5
aslan_nacafov_07
Аслан Наджафов :
2 минуты и я первый 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣😁😁
2020-07-13 15:30:38
6
russia___001
ПРОСТОЙ ЧЕЛОВЕК :
Я тоже Оганян . У армян Оганян это как у русских Иванов
2020-08-04 19:58:37
4
user186840877
Слава Фотченков :
урыл
2020-07-16 10:26:40
2
eduard017o
Eduard :
То чувство когда ты оганян
2020-07-14 09:34:49
2
mishlenovtsy
Տիգրան :
Оганяны
2020-07-15 03:27:45
2
kasimova3000000
Kasimova3000000 :
СТС круто спасибо вам за всё😍
2020-07-18 13:52:35
2
catman88888
scorpion :
Хайчата как мусор,они везде,кроме хайванстана 🤣🤣🤣
2020-08-09 23:38:56
1
ktdmeow
тгк: ka1edorka :
Вау СТС в Тик Токе, круто) Вы всегда на волне😍💕
2020-07-13 15:43:17
4
ovik_009
Ovik_009 :
у меня фамилия Оганян
2020-08-09 19:04:03
2
annastone62
Anna Stone :
я ваш древний род 🤣🤣🤣🤣🤣🤣
2020-08-06 05:33:32
4
user69636644
user696366 :
жаль что не договарил🤣🤣
2020-07-31 13:58:25
1
user8ezgq0tetl
Асадов яков :
да
2020-08-01 07:25:52
1
__abo_01
. :
Что за сериал?)
2020-08-11 23:08:28
1
user228319157
user7398240678477 :
выскажи 😂😂😂
2020-08-07 17:40:38
1
sjdieoowsj
я здохла :
у меня фамилия Оганян ...
2024-06-16 20:38:57
1
sadiq20140
SADİQ :
и я твой род...😁
2020-08-07 10:41:44
1
diydtutsp7te
Spaider fan 34 :
Смотрю стс уже 5 лет
2020-07-15 17:10:30
1
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Há uma cena em Ratatouille que dispensa explicações longas e diálogos elaborados para tocar fundo. Quando Anton Ego, o crítico mais temido de Paris, prova a ratatouille preparada por Remy, algo muda imediatamente. O salão silencioso, o olhar duro e a postura rígida desaparecem por um instante. Em um simples movimento, ele é levado de volta à infância, para a cozinha modesta de sua mãe, onde comida significava cuidado, segurança e amor. Não é um prato sofisticado que o comove. Não há técnicas mirabolantes nem apresentações luxuosas. É justamente a simplicidade que quebra suas defesas. A ratatouille não tenta impressionar; ela acolhe. E é isso que desmonta Anton Ego. Aquele homem que construiu sua identidade julgando os outros percebe, sem precisar dizer uma palavra, que a verdadeira grandeza não está em humilhar ou excluir, mas em emocionar. A forma como o filme retrata esse momento é delicada e profundamente humana. O tempo parece desacelerar, as cores mudam, e a memória toma o lugar do presente. Em poucos segundos, entendemos que a comida carrega histórias, afetos e lembranças que nenhuma crítica é capaz de medir. Comer, ali, não é apenas um ato físico, mas um reencontro com quem se é de verdade. Mais tarde, ao escrever sua crítica, Anton reconhece algo raro: que o novo pode vir de onde menos se espera e que a arte verdadeira não precisa ser cruel para ser relevante. Ele admite que um grande artista pode surgir nos lugares mais improváveis e que sentir, às vezes, é mais importante do que julgar. Essa cena permanece na memória porque fala de todos nós. Em algum momento da vida, todos buscamos algo simples que nos leve de volta a um lugar seguro, a uma lembrança boa, a uma versão mais leve de quem fomos. Ratatouille nos lembra que, às vezes, tudo o que precisamos é de um sabor que nos faça sentir em casa novamente.
Há uma cena em Ratatouille que dispensa explicações longas e diálogos elaborados para tocar fundo. Quando Anton Ego, o crítico mais temido de Paris, prova a ratatouille preparada por Remy, algo muda imediatamente. O salão silencioso, o olhar duro e a postura rígida desaparecem por um instante. Em um simples movimento, ele é levado de volta à infância, para a cozinha modesta de sua mãe, onde comida significava cuidado, segurança e amor. Não é um prato sofisticado que o comove. Não há técnicas mirabolantes nem apresentações luxuosas. É justamente a simplicidade que quebra suas defesas. A ratatouille não tenta impressionar; ela acolhe. E é isso que desmonta Anton Ego. Aquele homem que construiu sua identidade julgando os outros percebe, sem precisar dizer uma palavra, que a verdadeira grandeza não está em humilhar ou excluir, mas em emocionar. A forma como o filme retrata esse momento é delicada e profundamente humana. O tempo parece desacelerar, as cores mudam, e a memória toma o lugar do presente. Em poucos segundos, entendemos que a comida carrega histórias, afetos e lembranças que nenhuma crítica é capaz de medir. Comer, ali, não é apenas um ato físico, mas um reencontro com quem se é de verdade. Mais tarde, ao escrever sua crítica, Anton reconhece algo raro: que o novo pode vir de onde menos se espera e que a arte verdadeira não precisa ser cruel para ser relevante. Ele admite que um grande artista pode surgir nos lugares mais improváveis e que sentir, às vezes, é mais importante do que julgar. Essa cena permanece na memória porque fala de todos nós. Em algum momento da vida, todos buscamos algo simples que nos leve de volta a um lugar seguro, a uma lembrança boa, a uma versão mais leve de quem fomos. Ratatouille nos lembra que, às vezes, tudo o que precisamos é de um sabor que nos faça sentir em casa novamente.

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