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Auzan Abid Rafisqy
Auzan Abid Rafisqy
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Wednesday 18 August 2021 04:12:19 GMT
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boank11
boank11 :
masa
2021-08-21 06:56:21
1
oken1120
Oken🐱 :
cantiknya bunda Auzan 😍🥰
2021-08-18 05:46:33
0
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A reforma do Posto de Saúde da Vila Granada virou centro de uma polêmica na manhã desta quarta-feira. Operários foram flagrados trabalhando no local em condições de total vulnerabilidade, sem o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) obrigatórios, configurando grave risco de acidente de trabalho. O flagrante acendeu o alerta sobre a fiscalização das obras públicas no município. A ausência de itens básicos de segurança levanta questionamentos imediatos sobre a capacidade técnica da empresa terceirizada, contratada pela Prefeitura, para dar continuidade aos serviços de reforma da unidade de saúde. Suspeita de trabalhadores sem vínculo Além do risco iminente à integridade física dos operários, outra irregularidade chama a atenção: a total falta de uniformes. A ausência de identificação visual gerou a suspeita de que as pessoas que executam os serviços no momento possam não ser funcionários formais da empreiteira contratada. Diante da gravidade da situação e da falta de clareza sobre quem de fato está tocando a obra, a Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada para intervir. Uma viatura foi solicitada até o posto de saúde para averiguar a identidade dos trabalhadores, fiscalizar as condições do local e garantir o cumprimento das normas de segurança vigentes. O que diz a lei: A legislação trabalhista brasileira exige que toda empresa forneça gratuitamente os EPIs adequados ao risco de cada atividade, sendo a fiscalização uma responsabilidade conjunta do contratante — neste caso, a administração pública. Até o fechamento desta reportagem, as autoridades e os responsáveis pela obra aguardavam o desfecho da inspeção da GCM no local. O espaço segue aberto para o posicionamento da Prefeitura e da empresa responsável pela reforma. #JornalismoLocal #obra #mairinque #trabalho
A reforma do Posto de Saúde da Vila Granada virou centro de uma polêmica na manhã desta quarta-feira. Operários foram flagrados trabalhando no local em condições de total vulnerabilidade, sem o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) obrigatórios, configurando grave risco de acidente de trabalho. O flagrante acendeu o alerta sobre a fiscalização das obras públicas no município. A ausência de itens básicos de segurança levanta questionamentos imediatos sobre a capacidade técnica da empresa terceirizada, contratada pela Prefeitura, para dar continuidade aos serviços de reforma da unidade de saúde. Suspeita de trabalhadores sem vínculo Além do risco iminente à integridade física dos operários, outra irregularidade chama a atenção: a total falta de uniformes. A ausência de identificação visual gerou a suspeita de que as pessoas que executam os serviços no momento possam não ser funcionários formais da empreiteira contratada. Diante da gravidade da situação e da falta de clareza sobre quem de fato está tocando a obra, a Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada para intervir. Uma viatura foi solicitada até o posto de saúde para averiguar a identidade dos trabalhadores, fiscalizar as condições do local e garantir o cumprimento das normas de segurança vigentes. O que diz a lei: A legislação trabalhista brasileira exige que toda empresa forneça gratuitamente os EPIs adequados ao risco de cada atividade, sendo a fiscalização uma responsabilidade conjunta do contratante — neste caso, a administração pública. Até o fechamento desta reportagem, as autoridades e os responsáveis pela obra aguardavam o desfecho da inspeção da GCM no local. O espaço segue aberto para o posicionamento da Prefeitura e da empresa responsável pela reforma. #JornalismoLocal #obra #mairinque #trabalho

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