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sgsupernanny
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#Análise - O resultado das urnas na noite deste domingo mostra um erro de cálculo da campanha do presidente Lula (PT), candidato à reeleição. Flávio Bolsonaro (PL) foi subestimado ao longo da disputa e o peso do antipetismo não foi dimensionado pelos petistas. ➡️ Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) disputarão o segundo turno em 25 de outubro. Flávio ficou à frente de Lula durante toda a apuração. Às 22h10, conforme o TSE, Flávio estava com 47,07%, mais de 56 milhões de votos. Já Lula estava com 45,12%, mais de 53,7 milhões de votos. Em discurso na noite deste domingo, Lula admitiu que esperava vencer a eleição já no primeiro turno. “Confesso que estava convencido de que ia ganhar as eleições em primeiro turno”, afirmou. Desde o início da campanha de Flávio, a avaliação entre aliados de Lula era de que o senador seria um adversário mais fácil de derrotar do que outros nomes da direita. Naquele momento, falava-se, por exemplo, em uma eventual candidatura de Tarcísio de Freitas. Por isso, a estratégia inicial foi não concentrar ataques em Flávio. O diagnóstico era de que ele tinha um “telhado de vidro” grande e perderia força ao longo da campanha. Foi um erro de cálculo. Flávio foi subestimado. A campanha do candidato do PL percebeu e explorou um sentimento que apareceu com força nas urnas: o antipetismo. A estratégia foi trabalhada durante toda a disputa, apresentando Flávio essencialmente como o candidato anti-Lula. Houve também outro erro de leitura entre os petistas: achar que estavam disputando contra Flávio Bolsonaro. A disputa era contra Jair Bolsonaro. Flávio não precisava esconder o sobrenome Bolsonaro. Era justamente o contrário: sua candidatura dependia dele. Esses fatores ajudaram a abrir caminho para uma estratégia fortemente baseada na polarização. Era como se Flávio dissesse ao eleitor durante toda a campanha: “vote em mim porque eu sou o anti-Lula”. Leia mais no #g1 #g1eleições #eleição2026 #blogdasadi #tiktoknotícias
#Análise - O resultado das urnas na noite deste domingo mostra um erro de cálculo da campanha do presidente Lula (PT), candidato à reeleição. Flávio Bolsonaro (PL) foi subestimado ao longo da disputa e o peso do antipetismo não foi dimensionado pelos petistas. ➡️ Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) disputarão o segundo turno em 25 de outubro. Flávio ficou à frente de Lula durante toda a apuração. Às 22h10, conforme o TSE, Flávio estava com 47,07%, mais de 56 milhões de votos. Já Lula estava com 45,12%, mais de 53,7 milhões de votos. Em discurso na noite deste domingo, Lula admitiu que esperava vencer a eleição já no primeiro turno. “Confesso que estava convencido de que ia ganhar as eleições em primeiro turno”, afirmou. Desde o início da campanha de Flávio, a avaliação entre aliados de Lula era de que o senador seria um adversário mais fácil de derrotar do que outros nomes da direita. Naquele momento, falava-se, por exemplo, em uma eventual candidatura de Tarcísio de Freitas. Por isso, a estratégia inicial foi não concentrar ataques em Flávio. O diagnóstico era de que ele tinha um “telhado de vidro” grande e perderia força ao longo da campanha. Foi um erro de cálculo. Flávio foi subestimado. A campanha do candidato do PL percebeu e explorou um sentimento que apareceu com força nas urnas: o antipetismo. A estratégia foi trabalhada durante toda a disputa, apresentando Flávio essencialmente como o candidato anti-Lula. Houve também outro erro de leitura entre os petistas: achar que estavam disputando contra Flávio Bolsonaro. A disputa era contra Jair Bolsonaro. Flávio não precisava esconder o sobrenome Bolsonaro. Era justamente o contrário: sua candidatura dependia dele. Esses fatores ajudaram a abrir caminho para uma estratégia fortemente baseada na polarização. Era como se Flávio dissesse ao eleitor durante toda a campanha: “vote em mim porque eu sou o anti-Lula”. Leia mais no #g1 #g1eleições #eleição2026 #blogdasadi #tiktoknotícias

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