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Sarabella
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Saturday 04 March 2023 02:19:45 GMT
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howardsway1
Howardsway :
I feel real pain for your friends when they’re with you….it must be terrible that you’re always the centre of attention…you gotta be 😘
2023-03-13 14:18:44
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Esses dias, eu estava conversando com uma paciente sobre isso. Para preservar sua história, vou mudar alguns detalhes. Ela me contou que estava incomodada com uma situação no relacionamento e decidiu mandar uma mensagem para o namorado. Ela queria explicar como estava se sentindo, mas acabou escrevendo um texto longo. O namorado respondeu de forma curta. Ela leu aquela resposta como frieza e falta de interesse. Ele, por outro lado, entendeu a mensagem dela como uma cobrança. A partir daí, os dois começaram a discutir pelo WhatsApp. Ela tentava explicar melhor. Ele se defendia. Ela sentia que não estava sendo ouvida. Ele sentia que estava sendo acusado. E cada nova mensagem parecia aumentar ainda mais a distância entre os dois. Quando finalmente conversaram pessoalmente, perceberam que parte do conflito não estava apenas no que foi dito, mas na maneira como cada um interpretou aquilo que leu. No WhatsApp, a gente não escuta o tom de voz, não vê a expressão do rosto e não percebe se o outro está nervoso, triste, cansado ou apenas tentando encontrar as palavras certas. E, quando essas informações não estão disponíveis, a gente pode completar o que falta com os nossos próprios medos. Quem tem medo de ser abandonado pode interpretar uma demora como rejeição. Quem teme ser controlado pode ler um pedido como cobrança. Quem já está magoado pode enxergar frieza até em uma resposta neutra. Isso não significa que casais não possam conversar por mensagem. O WhatsApp pode ajudar a combinar coisas, demonstrar carinho e até iniciar um assunto difícil. Mas algumas conversas precisam continuar pessoalmente. Quando o assunto envolve mágoas, limites, inseguranças ou decisões importantes sobre a relação, talvez seja melhor ouvir a voz do outro, perceber suas reações e poder perguntar: “Foi isso mesmo que você quis dizer?” Porque existem mensagens que aproximam. Mas existem conversas que precisam de presença. Com carinho Psic. Bruno Beraldo   #creatorsearchinsights #comunicações #comunicacaoassertiva #reflexaododia #psicologostiktok
Esses dias, eu estava conversando com uma paciente sobre isso. Para preservar sua história, vou mudar alguns detalhes. Ela me contou que estava incomodada com uma situação no relacionamento e decidiu mandar uma mensagem para o namorado. Ela queria explicar como estava se sentindo, mas acabou escrevendo um texto longo. O namorado respondeu de forma curta. Ela leu aquela resposta como frieza e falta de interesse. Ele, por outro lado, entendeu a mensagem dela como uma cobrança. A partir daí, os dois começaram a discutir pelo WhatsApp. Ela tentava explicar melhor. Ele se defendia. Ela sentia que não estava sendo ouvida. Ele sentia que estava sendo acusado. E cada nova mensagem parecia aumentar ainda mais a distância entre os dois. Quando finalmente conversaram pessoalmente, perceberam que parte do conflito não estava apenas no que foi dito, mas na maneira como cada um interpretou aquilo que leu. No WhatsApp, a gente não escuta o tom de voz, não vê a expressão do rosto e não percebe se o outro está nervoso, triste, cansado ou apenas tentando encontrar as palavras certas. E, quando essas informações não estão disponíveis, a gente pode completar o que falta com os nossos próprios medos. Quem tem medo de ser abandonado pode interpretar uma demora como rejeição. Quem teme ser controlado pode ler um pedido como cobrança. Quem já está magoado pode enxergar frieza até em uma resposta neutra. Isso não significa que casais não possam conversar por mensagem. O WhatsApp pode ajudar a combinar coisas, demonstrar carinho e até iniciar um assunto difícil. Mas algumas conversas precisam continuar pessoalmente. Quando o assunto envolve mágoas, limites, inseguranças ou decisões importantes sobre a relação, talvez seja melhor ouvir a voz do outro, perceber suas reações e poder perguntar: “Foi isso mesmo que você quis dizer?” Porque existem mensagens que aproximam. Mas existem conversas que precisam de presença. Com carinho Psic. Bruno Beraldo #creatorsearchinsights #comunicações #comunicacaoassertiva #reflexaododia #psicologostiktok

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