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Monday 02 October 2023 02:38:43 GMT
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sunray23
Pina | Content Creator :
You look like @JoeTheCloser/Realtor 😂😂😂😂
2023-10-02 02:40:17
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angiegala21
Angie :
🔥🔥🔥Hey u, hehe
2023-10-02 10:00:20
1
sammielicious16
Sammie ❤️🖤❤️🖤 :
Lit 🔥 🔥
2023-10-03 01:12:56
1
katiewells16
Katie Wells 🇨🇦 :
😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
2023-10-02 02:48:56
0
francesca0303
🖤💜🇨🇦Francesca333🇬🇷💜🖤 :
Big Daddy energy!😁😁
2023-10-02 02:51:57
0
stephaniecanetta
Stephanie PC🇨🇦 :
🤣🤣🤣🤣🤣
2023-10-02 02:53:25
0
j.j1960
j.j1960🇨🇦 :
😂😂😂😂😂
2023-10-02 03:06:17
0
tanyadel1
Tanya :
🙌🙌🙌
2023-10-02 09:39:54
0
nugget_58
nugget_235🇨🇦 :
😂😂
2023-10-04 15:36:40
0
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A Justiça dos EUA impôs um revés na terça-feira (7) ao governo brasileiro ao conceder mais uma semana para que a Rumble e a Trump Media respondam ao pedido da AGU (Advocacia-Geral da União) para extinguir a ação movida contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes. De acordo com as informações, a decisão foi assinada pela juíza Mary S. Scriven, da Corte Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Médio da Flórida, que estendeu o prazo das empresas para até 14 de julho e adiou a análise do pedido de encerramento do processo. A AGU havia solicitado a extinção da ação depois de ser autorizada a atuar formalmente no caso. O governo brasileiro também tentou impedir a prorrogação do prazo, alegando que a Rumble e a Trump Media já sabiam, desde 23 de junho, que deveriam apresentar resposta até 7 de julho e que o feriado da Independência dos Estados Unidos, celebrado em 4 de julho, não justificava o adiamento. Apesar dos argumentos do Brasil, a magistrada aceitou o pedido de extensão em caráter emergencial. Ao mesmo tempo, negou a solicitação das empresas para alterar a ordem das manifestações no processo. Segundo Scriven, eventuais questionamentos sobre a legitimidade da atuação do Brasil na ação poderão ser analisados quando apreciar a resposta das empresas ao pedido de extinção. As empresas pedem à Justiça norte-americana que decisões de Alexandre de Moraes para remover ou bloquear perfis em plataformas digitais não produzam efeitos nos Estados Unidos. Segundo elas, o ministro teria violado a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão. Em contrapartida, a AGU sustenta que Moraes agiu no exercício de suas funções como ministro do STF e que as decisões questionadas representam atos do Estado brasileiro, e não uma conduta individual do magistrado. Por esse motivo, o governo defende que o processo seja extinto. Siga @ndmais Créditos: Rosinei Coutinho/STF #AlexandreDeMoraes #STF #EstadosUnidos #Rumble #Justiça
A Justiça dos EUA impôs um revés na terça-feira (7) ao governo brasileiro ao conceder mais uma semana para que a Rumble e a Trump Media respondam ao pedido da AGU (Advocacia-Geral da União) para extinguir a ação movida contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes. De acordo com as informações, a decisão foi assinada pela juíza Mary S. Scriven, da Corte Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Médio da Flórida, que estendeu o prazo das empresas para até 14 de julho e adiou a análise do pedido de encerramento do processo. A AGU havia solicitado a extinção da ação depois de ser autorizada a atuar formalmente no caso. O governo brasileiro também tentou impedir a prorrogação do prazo, alegando que a Rumble e a Trump Media já sabiam, desde 23 de junho, que deveriam apresentar resposta até 7 de julho e que o feriado da Independência dos Estados Unidos, celebrado em 4 de julho, não justificava o adiamento. Apesar dos argumentos do Brasil, a magistrada aceitou o pedido de extensão em caráter emergencial. Ao mesmo tempo, negou a solicitação das empresas para alterar a ordem das manifestações no processo. Segundo Scriven, eventuais questionamentos sobre a legitimidade da atuação do Brasil na ação poderão ser analisados quando apreciar a resposta das empresas ao pedido de extinção. As empresas pedem à Justiça norte-americana que decisões de Alexandre de Moraes para remover ou bloquear perfis em plataformas digitais não produzam efeitos nos Estados Unidos. Segundo elas, o ministro teria violado a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão. Em contrapartida, a AGU sustenta que Moraes agiu no exercício de suas funções como ministro do STF e que as decisões questionadas representam atos do Estado brasileiro, e não uma conduta individual do magistrado. Por esse motivo, o governo defende que o processo seja extinto. Siga @ndmais Créditos: Rosinei Coutinho/STF #AlexandreDeMoraes #STF #EstadosUnidos #Rumble #Justiça

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