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leahfultzwnba12
𝙻𝚎𝚊𝚑 𝙵𝚞𝚕𝚝𝚣 :
Beautiful Brutus!!!!!!! ❤️❤️❤️
2025-07-20 01:47:55
1
lindscham
lindscham :
Brutus 😍😍😍
2023-12-08 03:56:08
4
tatzt94
TatzT94..Jeff :
Love the beautiful dog..xoxo
2026-04-16 11:52:20
0
thesilkiestsloth
SilkySloth :
😂 cute pup!
2023-12-08 12:05:17
1
theleprechaun
The Leprechaun :
Ope!!! lol
2026-05-05 12:06:26
0
lessie_real
Alessia :
off topic but i love your shirt 🤍🤍
2023-12-07 23:51:03
3
clint4497
Clint :
😁
2025-07-24 01:55:36
5
jimbinojr
Jimmy Gambino :
😘
2025-06-30 19:27:40
3
stillhaventmissed
INB :
@sophiecham
2023-12-07 23:17:38
2
jamiesxr
jamiesxr :
🔥🔥🔥
2026-05-05 05:10:43
0
jimrosch8
jim :
😳😳😳
2026-06-25 19:06:41
0
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Não sou bolsonarista. Nunca fui. Não sou um político da esquerda. Nunca fui. Quando Jair Bolsonaro disputou a Presidência, em 2018, alertei alguns amigos que decidiram votar nele. Disse que bastaria um mandato para produzir um efeito que eles jamais desejavam: a reabilitação política de quem mais rejeitavam ver novamente na Presidência da República. O tempo passou. Basta olhar o debate público para perceber que cresceu um grupo que se define como “direita não bolsonarista”. Gente que continua à direita, acredita na responsabilidade fiscal, defende a liberdade econômica, defende valores conservadores, sem se identificar com o bolsonarismo. Essa parcela também combate a corrupção. Assim como eu. E isso é perfeitamente legítimo. Não é preciso ser bolsonarista para ser de direita, assim como não é preciso ser de esquerda para ser lulista. O problema é que o bolsonarismo reduziu o espaço para alternativas ao transformar quase toda eleição em um plebiscito entre Bolsonaro e o antibolsonarismo. No sistema majoritário de dois turnos, isso facilita a vida eleitoral do atual governo. Muitos eleitores votam menos por convicção e mais por rejeição ao outro lado. Isso não significa que o governo federal esteja acima de críticas. Tenho críticas a aspectos da política habitacional, outras decisões econômicas e subsídios mal desenhados. A diferença é que faço essas críticas dentro do campo democrático, respeitando as instituições. O Brasil precisa voltar a discutir educação, equilíbrio fiscal, infraestrutura, inovação, qualidade da gestão pública, saúde e segurança. Precisamos falar de resultados, não viver presos a uma polarização que empobrece o debate. É por isso que acredito em uma alternativa democrática, institucional e moderada. Se não for em 2026, será em 2030. O importante é abrir espaço para quem prefere construir soluções, dialogar com quem pensa diferente e fazer críticas quando elas forem necessárias. #GabrielAzevedo #MinasGerais #MG #Eleições2026 #GovernoDeMinasGerais
Não sou bolsonarista. Nunca fui. Não sou um político da esquerda. Nunca fui. Quando Jair Bolsonaro disputou a Presidência, em 2018, alertei alguns amigos que decidiram votar nele. Disse que bastaria um mandato para produzir um efeito que eles jamais desejavam: a reabilitação política de quem mais rejeitavam ver novamente na Presidência da República. O tempo passou. Basta olhar o debate público para perceber que cresceu um grupo que se define como “direita não bolsonarista”. Gente que continua à direita, acredita na responsabilidade fiscal, defende a liberdade econômica, defende valores conservadores, sem se identificar com o bolsonarismo. Essa parcela também combate a corrupção. Assim como eu. E isso é perfeitamente legítimo. Não é preciso ser bolsonarista para ser de direita, assim como não é preciso ser de esquerda para ser lulista. O problema é que o bolsonarismo reduziu o espaço para alternativas ao transformar quase toda eleição em um plebiscito entre Bolsonaro e o antibolsonarismo. No sistema majoritário de dois turnos, isso facilita a vida eleitoral do atual governo. Muitos eleitores votam menos por convicção e mais por rejeição ao outro lado. Isso não significa que o governo federal esteja acima de críticas. Tenho críticas a aspectos da política habitacional, outras decisões econômicas e subsídios mal desenhados. A diferença é que faço essas críticas dentro do campo democrático, respeitando as instituições. O Brasil precisa voltar a discutir educação, equilíbrio fiscal, infraestrutura, inovação, qualidade da gestão pública, saúde e segurança. Precisamos falar de resultados, não viver presos a uma polarização que empobrece o debate. É por isso que acredito em uma alternativa democrática, institucional e moderada. Se não for em 2026, será em 2030. O importante é abrir espaço para quem prefere construir soluções, dialogar com quem pensa diferente e fazer críticas quando elas forem necessárias. #GabrielAzevedo #MinasGerais #MG #Eleições2026 #GovernoDeMinasGerais

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