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@nuvenergia | Em 29 de novembro de 2016, o avião da companhia boliviana LaMia, que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, caiu poucos quilômetros do aeroporto. O time estava indo disputar justamente a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional. A bordo estavam jogadores, comissão técnica, dirigentes, jornalistas e tripulantes. Ao todo, 77 pessoas estavam no voo, e 71 perderam a vida. Apenas seis sobreviveram. Mas o que torna essa história ainda mais impressionante é que a investigação descobriu que o avião chegou à Colômbia com combustível abaixo do necessário para aquela operação. A aeronave precisava de combustível para a rota, além das reservas e da possibilidade de seguir para um aeroporto alternativo. Isso não foi cumprido. Durante a aproximação de Medellín, o combustível acabou. Os motores perderam potência e a tripulação declarou emergência, mas já não havia combustível suficiente para completar o voo. A aeronave acabou caindo na região de Cerro Gordo, em La Unión. Entre os sobreviventes estavam os jogadores Alan Ruschel, Jakson Follmann e Neto, além do jornalista Rafael Henzel e dois tripulantes. O goleiro Danilo chegou a ser resgatado com vida, mas morreu posteriormente no hospital. A tragédia chocou o Brasil e o mundo. E existe um detalhe muito marcante: o Atlético Nacional, adversário da Chapecoense naquela final, pediu à Conmebol que o título fosse entregue à Chapecoense. A equipe colombiana recebeu depois o reconhecimento pelo gesto de solidariedade. Até hoje, a Chapecoense carrega essa história como parte da sua identidade. Não é apenas a história de um acidente aéreo. É a história de uma equipe que estava vivendo o momento mais importante de sua trajetória e, naquela noite, teve a vida de dezenas de famílias completamente transformada. #nuvenergia #nuvclipfy #clipfyleague
@nuvenergia | Em 29 de novembro de 2016, o avião da companhia boliviana LaMia, que levava a delegação da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, caiu poucos quilômetros do aeroporto. O time estava indo disputar justamente a primeira partida da final da Copa Sul-Americana, contra o Atlético Nacional. A bordo estavam jogadores, comissão técnica, dirigentes, jornalistas e tripulantes. Ao todo, 77 pessoas estavam no voo, e 71 perderam a vida. Apenas seis sobreviveram. Mas o que torna essa história ainda mais impressionante é que a investigação descobriu que o avião chegou à Colômbia com combustível abaixo do necessário para aquela operação. A aeronave precisava de combustível para a rota, além das reservas e da possibilidade de seguir para um aeroporto alternativo. Isso não foi cumprido. Durante a aproximação de Medellín, o combustível acabou. Os motores perderam potência e a tripulação declarou emergência, mas já não havia combustível suficiente para completar o voo. A aeronave acabou caindo na região de Cerro Gordo, em La Unión. Entre os sobreviventes estavam os jogadores Alan Ruschel, Jakson Follmann e Neto, além do jornalista Rafael Henzel e dois tripulantes. O goleiro Danilo chegou a ser resgatado com vida, mas morreu posteriormente no hospital. A tragédia chocou o Brasil e o mundo. E existe um detalhe muito marcante: o Atlético Nacional, adversário da Chapecoense naquela final, pediu à Conmebol que o título fosse entregue à Chapecoense. A equipe colombiana recebeu depois o reconhecimento pelo gesto de solidariedade. Até hoje, a Chapecoense carrega essa história como parte da sua identidade. Não é apenas a história de um acidente aéreo. É a história de uma equipe que estava vivendo o momento mais importante de sua trajetória e, naquela noite, teve a vida de dezenas de famílias completamente transformada. #nuvenergia #nuvclipfy #clipfyleague

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