@ngcdaddy_: Esse dia vai fica marcado #cena

NGC Daddy
NGC Daddy
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Monday 11 December 2023 18:41:45 GMT
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Comments

ryllary_julia
Badgall_ryry :
Vcs falando do show do Daddy eu só consigo reparar nele e no Thoney no mesmo palco😂😂😂
2023-12-12 15:04:55
282
mtztrem7
mT :
o dinheiro acabou, agora ele volta
2023-12-11 21:29:45
8619
jessica.s.1922
CASINHA_DA_JÉ 🏡💞 :
eu vindo no video dele por causa da ex do MC Daniel 😂
2025-12-14 20:51:40
699
clqrs_
cla :
desde 2019 tenho uma queda irresistível por ele
2023-12-12 00:02:06
803
manusinhasantos2
Manu Santos :
ei vindo conhecer ele depois de vê o vídeo da Lorena Maria🤡
2025-12-25 17:28:45
55
ianaaaz
iana :
verdadeiro significado da palavra “sonho”.
2023-12-11 21:45:06
417
anny.shxwty
shxwty :
os pulinhos akakakakak
2023-12-12 04:25:03
474
stefanimartins779
stefanimartins779 :
essa eu ouvi ao vivo tá
2023-12-11 21:33:15
192
oldieplasticmarkettree
mrlo.molina :
real trap 2019
2023-12-12 06:20:00
8
ruanlower
r :
cabou a grana, prepara q vai vim mais um som brb pra parar a cena 🙅🏼‍♂️😹
2023-12-12 01:03:44
480
jota_wss
user53281254581 :
Oque significa NGC??
2023-12-13 13:01:21
8
tatyyfreitas4
🐢Taty D’ Sango🦋 :
Volta pra diva Lorena
2025-12-16 01:51:25
6
nicolasyx7
nicolasyx7🏄‍♂️ :
o ano era 2020 e essa tava em primeira na playlist
2023-12-12 15:53:58
12
lima.x5
Miguel :
braboo
2023-12-11 19:07:57
50
yannii2k
￴￴￴ ￴￴ ￴￴ ￴￴ ￴ ￴￴ ￴￴ ￴￴ ￴￴ ￴￴ :
pq ele n termina oq faaaa
2024-05-06 18:28:42
37
_vixfs
𝒱. :
fiquei pobre no cena
2023-12-12 00:24:41
40
faclubesocial
lorena :
eu bem ali no meio quase morrendo com os bate cabeca (q eu nao tava participando)
2023-12-12 01:32:58
6
oteles_
oteles_ :
Daddy teve o triplo de gente cantando e pulando que todos os gringos
2023-12-13 22:35:09
9
sra.amar0
Vih :
deposite o nome da música aqui pfvr
2023-12-12 04:40:50
8
gb_astro71
Brigido_011 :
ela disse q me ama e que decorou minhas frases 🙅🏽‍♀️
2023-12-13 03:44:09
1
gabrielsoizamantins
GABRIEL :
2020,2021 oq essa cara fez no trap foi brincadeira c Loko sou grato por ter vivido isso o mais brabo esqueci 🙅🏽‍♂️🔥
2024-05-01 02:35:48
4
isabelle.viitoria
Isabelle Vitória :
meu amor
2023-12-12 23:11:21
3
0gneves
neves :
eu tava
2024-04-13 15:37:33
1
_cota7
Otavio Cota :
O eu ali
2023-12-12 11:22:53
2
mariany_souza03
mariany :
TE AMO PAPIIII
2023-12-12 01:34:34
2
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Carl Gustav Jung nos deixou uma das mais profundas provocações sobre a natureza humana: “Até você tornar o inconsciente consciente, ele irá direcionar a sua vida e você vai chamá-lo de destino.” Muitas vezes, chamamos de destino aquilo que, na verdade, é apenas um padrão que nunca tivemos coragem de questionar. Repetimos os mesmos relacionamentos, escolhemos pessoas semelhantes, reagimos sempre da mesma maneira, fugimos das mesmas situações e, depois de tudo, dizemos: “Era para ser assim.” Mas será mesmo? Para Jung, existe dentro de nós uma parte da vida psíquica que age sem que percebamos. Medos que não compreendemos, feridas que nunca elaboramos, desejos que escondemos, crenças que absorvemos e experiências que continuam influenciando nossas escolhas. O problema é que aquilo que não reconhecemos em nós acaba encontrando outras formas de se manifestar. É assim que alguém pode passar a vida inteira tentando fugir do abandono e, sem perceber, escolher justamente pessoas incapazes de permanecer. Pode acreditar que não confia em ninguém, quando, na verdade, aprendeu a desconfiar para não sofrer. Pode destruir uma oportunidade por medo de fracassar e depois chamar o fracasso de destino. O inconsciente não precisa gritar. Muitas vezes, ele simplesmente repete. E talvez essa seja uma das tarefas mais difíceis da maturidade: parar de perguntar apenas “por que isso sempre acontece comigo?” e começar a perguntar “o que em mim continua produzindo isso?” Tornar o inconsciente consciente é olhar para dentro sem maquiagem. É reconhecer nossas contradições, nossos medos, nossas sombras e até aquelas características que preferiríamos atribuir aos outros. Não significa culpar-se por tudo o que aconteceu, mas assumir responsabilidade pelo que fazemos com aquilo que aconteceu. Enquanto não compreendemos nossos padrões, eles parecem coincidências. Quando começamos a compreendê-los, percebemos que muitas escolhas que chamávamos de liberdade eram apenas hábitos emocionais. Talvez o verdadeiro destino não seja aquilo que nos acontece, mas aquilo que continuamos repetindo enquanto não aprendemos a enxergar. O que você não compreende dentro de si, acaba governando você por fora. E aquilo que você finalmente consegue enxergar deixa de ser destino e passa a ser escolha.
Carl Gustav Jung nos deixou uma das mais profundas provocações sobre a natureza humana: “Até você tornar o inconsciente consciente, ele irá direcionar a sua vida e você vai chamá-lo de destino.” Muitas vezes, chamamos de destino aquilo que, na verdade, é apenas um padrão que nunca tivemos coragem de questionar. Repetimos os mesmos relacionamentos, escolhemos pessoas semelhantes, reagimos sempre da mesma maneira, fugimos das mesmas situações e, depois de tudo, dizemos: “Era para ser assim.” Mas será mesmo? Para Jung, existe dentro de nós uma parte da vida psíquica que age sem que percebamos. Medos que não compreendemos, feridas que nunca elaboramos, desejos que escondemos, crenças que absorvemos e experiências que continuam influenciando nossas escolhas. O problema é que aquilo que não reconhecemos em nós acaba encontrando outras formas de se manifestar. É assim que alguém pode passar a vida inteira tentando fugir do abandono e, sem perceber, escolher justamente pessoas incapazes de permanecer. Pode acreditar que não confia em ninguém, quando, na verdade, aprendeu a desconfiar para não sofrer. Pode destruir uma oportunidade por medo de fracassar e depois chamar o fracasso de destino. O inconsciente não precisa gritar. Muitas vezes, ele simplesmente repete. E talvez essa seja uma das tarefas mais difíceis da maturidade: parar de perguntar apenas “por que isso sempre acontece comigo?” e começar a perguntar “o que em mim continua produzindo isso?” Tornar o inconsciente consciente é olhar para dentro sem maquiagem. É reconhecer nossas contradições, nossos medos, nossas sombras e até aquelas características que preferiríamos atribuir aos outros. Não significa culpar-se por tudo o que aconteceu, mas assumir responsabilidade pelo que fazemos com aquilo que aconteceu. Enquanto não compreendemos nossos padrões, eles parecem coincidências. Quando começamos a compreendê-los, percebemos que muitas escolhas que chamávamos de liberdade eram apenas hábitos emocionais. Talvez o verdadeiro destino não seja aquilo que nos acontece, mas aquilo que continuamos repetindo enquanto não aprendemos a enxergar. O que você não compreende dentro de si, acaba governando você por fora. E aquilo que você finalmente consegue enxergar deixa de ser destino e passa a ser escolha.

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