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Wednesday 15 May 2024 21:49:23 GMT
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A gente precisa conversar sobre uma coisa que incomoda, mas liberta: ter coisas caras não te coloca automaticamente num nível financeiro mais alto. Te dá… coisas caras. Só isso. Eu vejo muita gente com uma vida super “instagramável”: computador de última geração, celular caríssimo, carro importado, roupa que parece saída de editorial. E aí você pensa “nossa, essa pessoa é rica”. Mas, na prática, às vezes ela só tem um parcelamento atrás do outro. Porque existe uma diferença gigante entre ter acesso ao luxo e ter base financeira pra sustentar esse luxo. Você pode ganhar 20, 30, 40 mil por mês e ainda assim terminar o mês com frio na barriga quando fecha a fatura. Pode morar num bairro nobre, ter um carro que chama atenção, jantar em restaurante estrelado… e, ao mesmo tempo, não ter dinheiro guardado nem pra segurar um imprevisto sem tremer o olho. É aquela coisa: o lifestyle é de influenciadora, mas o extrato bancário tá pedindo socorro. E tá tudo bem reconhecer isso — é o primeiro passo pra mudar. Porque a verdade é bem simples: quem tem vida financeira sólida não vive no limite. Consegue trocar de carro sem entrar num financiamento infinito, viajar sem depender do limite do cartão, e lidar com uma emergência sem precisar ligar pra alguém pedindo ajuda. Não é sobre o que você mostra. É sobre o que sustenta o que você mostra. A estética da riqueza é legal, divertida, dá até um gás na autoestima. Mas a essência da riqueza é outra coisa: é ter reserva, ter planejamento, ter patrimônio crescendo em silêncio. É poder comprar um celular novo todo ano… e escolher não comprar. É priorizar liberdade no futuro, não só validação no presente. Então talvez não seja sobre “parecer” classe média alta. Seja sobre construir essa classe média alta dentro de você — antes de colocar no carrinho. Luxo você compra. Tranquilidade financeira você constrói. E aí fica a verdadeira pergunta: você quer viver de cenário… ou quer viver de segurança?
A gente precisa conversar sobre uma coisa que incomoda, mas liberta: ter coisas caras não te coloca automaticamente num nível financeiro mais alto. Te dá… coisas caras. Só isso. Eu vejo muita gente com uma vida super “instagramável”: computador de última geração, celular caríssimo, carro importado, roupa que parece saída de editorial. E aí você pensa “nossa, essa pessoa é rica”. Mas, na prática, às vezes ela só tem um parcelamento atrás do outro. Porque existe uma diferença gigante entre ter acesso ao luxo e ter base financeira pra sustentar esse luxo. Você pode ganhar 20, 30, 40 mil por mês e ainda assim terminar o mês com frio na barriga quando fecha a fatura. Pode morar num bairro nobre, ter um carro que chama atenção, jantar em restaurante estrelado… e, ao mesmo tempo, não ter dinheiro guardado nem pra segurar um imprevisto sem tremer o olho. É aquela coisa: o lifestyle é de influenciadora, mas o extrato bancário tá pedindo socorro. E tá tudo bem reconhecer isso — é o primeiro passo pra mudar. Porque a verdade é bem simples: quem tem vida financeira sólida não vive no limite. Consegue trocar de carro sem entrar num financiamento infinito, viajar sem depender do limite do cartão, e lidar com uma emergência sem precisar ligar pra alguém pedindo ajuda. Não é sobre o que você mostra. É sobre o que sustenta o que você mostra. A estética da riqueza é legal, divertida, dá até um gás na autoestima. Mas a essência da riqueza é outra coisa: é ter reserva, ter planejamento, ter patrimônio crescendo em silêncio. É poder comprar um celular novo todo ano… e escolher não comprar. É priorizar liberdade no futuro, não só validação no presente. Então talvez não seja sobre “parecer” classe média alta. Seja sobre construir essa classe média alta dentro de você — antes de colocar no carrinho. Luxo você compra. Tranquilidade financeira você constrói. E aí fica a verdadeira pergunta: você quer viver de cenário… ou quer viver de segurança?

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