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DANIELIZ
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Saturday 18 May 2024 01:50:53 GMT
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Ontem à noite fui conhecer um restaurante novo aqui na cidade. Fui aberta, curiosa, observando em silêncio, como quem tenta entender o que existe por trás do que é servido. Não se trata apenas de comer, mas de perceber. Perceber intenções, excessos, escolhas. Enquanto você vê essa massa nascer no vídeo, “Águas de Março” volta a tocar por aqui. Alice está fascinada por essa música. Canta trechos soltos, repete melodias, como se intuitivamente entendesse algo que, às vezes, os adultos esquecem: a beleza mora no cotidiano. “Águas de Março”, de Antônio Carlos Jobim, eternizada na voz de Elis Regina, é uma das composições mais profundas da música brasileira. Não fala de feitos grandiosos. Fala de fragmentos. De ciclos. De pequenas imagens da vida comum que, somadas, revelam profundidade. A harmonia parece simples, quase repetitiva, mas é sofisticada. Como a própria vida. Como aquilo que é verdadeiro. Durante o mestrado, uma professora dizia que era preciso desenvolver “olhos de ver”. Ver de fato. Não apenas olhar. Porque é no cotidiano — no que parece comum — que está escondida a riqueza da vida. E talvez seja exatamente aqui que muitas vezes nos perdemos. Há momentos em que se tenta criar demais, enfeitar demais, sofisticar demais… e, no excesso, a essência se dissolve. Leonardo da Vinci dizia que a simplicidade é o mais alto grau de sofisticação. Não porque seja pobre, mas porque exige domínio, clareza e escolha. A massa que você vê aqui carrega isso. Nada grita, nada sobra. Farinha italiana, ovos, tempo. Depois, apenas o encontro delicado com o tomate, o azeite, o alho, o calor. E, ainda assim, há textura, resposta, leveza, profundidade. Há presença. “Águas de Março” fala do fluxo da vida. Do que passa. Do que fica. Do que é simples e, justamente por isso, verdadeiro. Talvez o extraordinário não esteja no raro, mas no olhar que conseguimos colocar sobre o que é cotidiano. Você consegue perceber essa extraordinariedade no seu dia a dia? E o quanto essa percepção te torna mais atento — e mais criterioso — com tudo o que você consome, vive e escolhe? Para quem deseja ir além da superfície e compreender a base, o método e a essência da verdadeira massa fresca, o curso Massa All’Uovo está no link da bio. . . #massaartesanal #macarraocaseiro #pastafrescaitaliana #pastalover
Ontem à noite fui conhecer um restaurante novo aqui na cidade. Fui aberta, curiosa, observando em silêncio, como quem tenta entender o que existe por trás do que é servido. Não se trata apenas de comer, mas de perceber. Perceber intenções, excessos, escolhas. Enquanto você vê essa massa nascer no vídeo, “Águas de Março” volta a tocar por aqui. Alice está fascinada por essa música. Canta trechos soltos, repete melodias, como se intuitivamente entendesse algo que, às vezes, os adultos esquecem: a beleza mora no cotidiano. “Águas de Março”, de Antônio Carlos Jobim, eternizada na voz de Elis Regina, é uma das composições mais profundas da música brasileira. Não fala de feitos grandiosos. Fala de fragmentos. De ciclos. De pequenas imagens da vida comum que, somadas, revelam profundidade. A harmonia parece simples, quase repetitiva, mas é sofisticada. Como a própria vida. Como aquilo que é verdadeiro. Durante o mestrado, uma professora dizia que era preciso desenvolver “olhos de ver”. Ver de fato. Não apenas olhar. Porque é no cotidiano — no que parece comum — que está escondida a riqueza da vida. E talvez seja exatamente aqui que muitas vezes nos perdemos. Há momentos em que se tenta criar demais, enfeitar demais, sofisticar demais… e, no excesso, a essência se dissolve. Leonardo da Vinci dizia que a simplicidade é o mais alto grau de sofisticação. Não porque seja pobre, mas porque exige domínio, clareza e escolha. A massa que você vê aqui carrega isso. Nada grita, nada sobra. Farinha italiana, ovos, tempo. Depois, apenas o encontro delicado com o tomate, o azeite, o alho, o calor. E, ainda assim, há textura, resposta, leveza, profundidade. Há presença. “Águas de Março” fala do fluxo da vida. Do que passa. Do que fica. Do que é simples e, justamente por isso, verdadeiro. Talvez o extraordinário não esteja no raro, mas no olhar que conseguimos colocar sobre o que é cotidiano. Você consegue perceber essa extraordinariedade no seu dia a dia? E o quanto essa percepção te torna mais atento — e mais criterioso — com tudo o que você consome, vive e escolhe? Para quem deseja ir além da superfície e compreender a base, o método e a essência da verdadeira massa fresca, o curso Massa All’Uovo está no link da bio. . . #massaartesanal #macarraocaseiro #pastafrescaitaliana #pastalover

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