@ge.j4: لين الصبح ينساقي . #سعد_بن_جدلان

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Sunday 13 October 2024 20:46:25 GMT
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n.r5c
﴿ ياليتني قدّمتُ لحياتي ﴾ :
إكسبلورر
2024-10-14 11:22:51
7
t.5c2
᷂ :
مبدع
2024-10-14 02:59:15
5
aæㅤㅤㅤㅤ
🪽 :
عامين والحال من فرقاك منلافه 😔
2024-10-14 21:40:19
4
i8fffi
𝗙𝗮𝗶𝘀𝗮𝗹 :
مبببدع يالقرم 🤍.
2024-10-17 00:14:40
5
t12.v
...🏌️‍♂️ :
💯
2024-10-14 11:53:28
3
uiup7
الشاعره/ حنان الأكلبي🕊️🇸🇦 :
فاقدك ياموق عيني عام وزياده ولاسلى خاطري ولاجفت دموعي نفسي كسيره وحزني صاير عاده ولجت ضلوعي لها صوتٍ مسموعي
2024-10-15 15:11:14
12
.4._.7
الحربي :
وش اسم الشيله ؟؟
2024-10-14 19:12:15
7
_ya6
𝖲𝗎𝗅𝗍𝖺𝗇 :
ابدععت ي الامير 🤍 .
2024-10-13 23:49:22
5
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@allu.oficial | A história da allu começou em 2016, a partir de uma ideia que Cadu Guerra teve enquanto fazia um curso de Empreendedorismo Criativo. Durante uma aula, ele ouviu uma frase que mudou sua maneira de enxergar o consumo: “Você não precisa da furadeira, precisa do furo na parede”. A partir disso, surgiu a ideia de criar uma espécie de “Mercado Livre do aluguel”, onde as pessoas poderiam usar produtos sem necessariamente precisar comprá-los. No encerramento do curso, Cadu apresentou o projeto da allu para uma banca, ficou em primeiro lugar e ganhou uma mentoria para ajudar a transformar aquela ideia em um negócio real. Depois, ao lado de Pedro Sant’Anna e Leonardo Prado, iniciou as operações da empresa em Belo Horizonte. No começo, a empresa funcionava como um marketplace de aluguel entre pessoas: alguém poderia colocar um videogame, bicicleta, barraca ou outro objeto parado em casa para outra pessoa alugar. O modelo, porém, enfrentava dificuldades para ganhar escala, principalmente pela complexidade da operação e da logística. A grande virada veio quando os fundadores perceberam que precisavam concentrar esforços em produtos de maior valor e demanda. Em 2019, a empresa migrou para o modelo de assinatura recorrente de eletrônicos, ficando especialmente conhecida pela assinatura de iPhones. De uma ideia apresentada no final de um curso, a allu chegou a 2026 afirmando ter mais de 60 mil assinantes ativos e ser a maior operação de assinatura de eletrônicos da América Latina. A empresa também expandiu o catálogo e desenvolveu uma estrutura própria para análise de risco e financiamento dos aparelhos. É justamente essa transformação que torna a história interessante: aquilo que começou com uma reflexão simples sobre “usar em vez de possuir” acabou se transformando, dez anos depois, em uma empresa com centenas de funcionários e dezenas de milhares de assinaturas ativas. #allucy #allu
@allu.oficial | A história da allu começou em 2016, a partir de uma ideia que Cadu Guerra teve enquanto fazia um curso de Empreendedorismo Criativo. Durante uma aula, ele ouviu uma frase que mudou sua maneira de enxergar o consumo: “Você não precisa da furadeira, precisa do furo na parede”. A partir disso, surgiu a ideia de criar uma espécie de “Mercado Livre do aluguel”, onde as pessoas poderiam usar produtos sem necessariamente precisar comprá-los. No encerramento do curso, Cadu apresentou o projeto da allu para uma banca, ficou em primeiro lugar e ganhou uma mentoria para ajudar a transformar aquela ideia em um negócio real. Depois, ao lado de Pedro Sant’Anna e Leonardo Prado, iniciou as operações da empresa em Belo Horizonte. No começo, a empresa funcionava como um marketplace de aluguel entre pessoas: alguém poderia colocar um videogame, bicicleta, barraca ou outro objeto parado em casa para outra pessoa alugar. O modelo, porém, enfrentava dificuldades para ganhar escala, principalmente pela complexidade da operação e da logística. A grande virada veio quando os fundadores perceberam que precisavam concentrar esforços em produtos de maior valor e demanda. Em 2019, a empresa migrou para o modelo de assinatura recorrente de eletrônicos, ficando especialmente conhecida pela assinatura de iPhones. De uma ideia apresentada no final de um curso, a allu chegou a 2026 afirmando ter mais de 60 mil assinantes ativos e ser a maior operação de assinatura de eletrônicos da América Latina. A empresa também expandiu o catálogo e desenvolveu uma estrutura própria para análise de risco e financiamento dos aparelhos. É justamente essa transformação que torna a história interessante: aquilo que começou com uma reflexão simples sobre “usar em vez de possuir” acabou se transformando, dez anos depois, em uma empresa com centenas de funcionários e dezenas de milhares de assinaturas ativas. #allucy #allu

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