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Wednesday 27 November 2024 02:27:08 GMT
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O ataque do ex-deputado #RobertoJefferson a uma equipe da #PolíciaFederal (PF), em outubro de 2022, chocou o país pela audácia do político ao atacar agentes federais. A complexidade do episódio, marcado por disparos de fvzil e o lançamento de gr4nadas, exigiu um trabalho minucioso dos peritos para determinar com precisão a trajetória dos t1ros e a sequência dos fatos. Para isso, a Polícia Federal recorreu ao scanner 3D. “Quando chegamos ao local, a viatura alvejada já não estava lá. Como tínhamos a cena original, escaneamos a casa e, separadamente, a viatura na superintendência do #RiodeJaneiro. Depois, posicionamos virtualmente o carro no local do crime, possibilitando a reconstrução da trajetória dos disparos,” explica Bruno Pitanga, #perito criminal da PF. A tecnologia também ajudou a esclarecer uma nova acusação contra Roberto Jefferson. Inicialmente, ele alegou que um dos t1ros que atingiu o carro de sua esposa estacionado em frente a uma casa vizinha foi disparado pelos policiais. No entanto, a reconstrução da cena revelou que o d1sparo partiu da sacada da casa do ex-deputado, desmontando sua versão. Graças a essa prova técnica, Jefferson não foi apenas indiciado pelas tentativas de homicídio contra os policiais, mas também foi responsabilizado pelo disparo contra a residência vizinha. Reportagem da coluna Mirelle Pinheiro mostra como peritos criminais da Polícia Federal (PF) utilizam scanners 3D para
O ataque do ex-deputado #RobertoJefferson a uma equipe da #PolíciaFederal (PF), em outubro de 2022, chocou o país pela audácia do político ao atacar agentes federais. A complexidade do episódio, marcado por disparos de fvzil e o lançamento de gr4nadas, exigiu um trabalho minucioso dos peritos para determinar com precisão a trajetória dos t1ros e a sequência dos fatos. Para isso, a Polícia Federal recorreu ao scanner 3D. “Quando chegamos ao local, a viatura alvejada já não estava lá. Como tínhamos a cena original, escaneamos a casa e, separadamente, a viatura na superintendência do #RiodeJaneiro. Depois, posicionamos virtualmente o carro no local do crime, possibilitando a reconstrução da trajetória dos disparos,” explica Bruno Pitanga, #perito criminal da PF. A tecnologia também ajudou a esclarecer uma nova acusação contra Roberto Jefferson. Inicialmente, ele alegou que um dos t1ros que atingiu o carro de sua esposa estacionado em frente a uma casa vizinha foi disparado pelos policiais. No entanto, a reconstrução da cena revelou que o d1sparo partiu da sacada da casa do ex-deputado, desmontando sua versão. Graças a essa prova técnica, Jefferson não foi apenas indiciado pelas tentativas de homicídio contra os policiais, mas também foi responsabilizado pelo disparo contra a residência vizinha. Reportagem da coluna Mirelle Pinheiro mostra como peritos criminais da Polícia Federal (PF) utilizam scanners 3D para "congelar o tempo" e voltar à cena do crime quantas vezes forem necessárias, a fim de garantir que nenhum detalhe passe despercebido. #TikTokNotícias

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