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@redit_yapper: it's weird #crazy #funny #fun
Redit Yaper
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Friday 31 January 2025 13:05:44 GMT
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. :
flash us🙏
2025-01-31 13:07:45
3
CowPigSnailHorse :
do you spread your left foot toes on purpose
2025-01-31 13:15:29
1
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Eu não sou especialista em doramas, não entendo de K-Pop a ponto de escrever tese sobre o assunto, não sou um estudioso da cultura sul-coreana nem da antropologia asiática. Mas tem uma coisa que me chama atenção há muito tempo e eu quero levantar essa questão aqui. Porque quando a gente começa a observar algumas tendências como Clean Girl, Esposa Tradicional e Lovely Doll, dá pra perceber que existe um padrão que não parece exatamente espontâneo. Parece mais uma construção, um modelo de feminilidade que vai se repetindo, se ajustando, mas sempre voltando para o mesmo lugar. Não tô dizendo que quem gosta dessas estéticas ou dessas narrativas tá errado. Mas se elas realmente fossem só escolhas pessoais, por que todo mundo parece escolher a mesma coisa? No K-Pop, por exemplo, a Clean Girl aparece como esse ideal de perfeição minimalista. É aquela feminilidade que parece natural, mas é altamente controlada. O cabelo nunca está fora do lugar, a pele é impecável, as roupas são neutras e delicadas. Mas não é só a estética, é o jeito de ser. Angelical, reservada, quase infantil, mas ao mesmo tempo com um toque de sensualidade calculada. E isso não aparece só no K-Pop. Nos doramas, a protagonista feminina quase sempre segue esse mesmo padrão. Ela é delicada, resiliente, nunca verdadeiramente rebelde. Ela pode até sofrer, pode até passar por momentos difíceis, mas sempre mantém a doçura, a pureza, a moralidade impecável. Não se impõe. O que faz dela especial não é a força, mas a capacidade de aguentar. Já nos manhwas, principalmente nos gêneros shojo e josei, essa mesma lógica se repete. A estética é controlada e previsível, o cabelo é sempre sedoso, o olhar sempre gentil. A fragilidade vira uma arma, mas não no sentido de um empoderamento, e sim como um atributo desejável. Aí entra a Esposa Tradicional, que não é apenas uma mulher que gosta de cuidar da casa ou valoriza um relacionamento tradicional. É um conceito que reforça a ideia de que a feminilidade ideal está na submissão. No K-Pop, as idols femininas são treinadas para serem figuras de devoção. São atenciosas, carinhosas, quase maternais. Nos doramas, a esposa perfeita é sempre paciente, compreensiva, disposta a se moldar ao parceiro. No manhwa, o arquétipo se consolida de outra forma. A personagem começa como uma mulher comum, mas a história sempre a leva para o mesmo lugar. Ela aprende a equilibrar obediência e sofisticação. Ela não é desejada por sua autonomia, mas pela capacidade de se adaptar ao desejo do outro. E se a Clean Girl representa a perfeição estética e a Esposa Tradicional a submissão sofisticada, a Lovely Doll leva isso ao extremo. Aqui, a feminilidade idealizada não só é pura e submissa, como também é infantilizada. Pequena, delicada, sempre frágil, sempre precisando ser protegida. No K-Pop, muitas idols adotam um comportamento infantilizado, desde o tom de voz até a maneira de se portar. Nos doramas, a Lovely Doll é aquela que precisa de um homem para guiá-la. Nos manhwas, a heroína frequentemente é desenhada como menor, fisicamente frágil, cercada por figuras masculinas mais fortes que garantem sua segurança. Isso tudo levanta uma questão. Será que essas estéticas e comportamentos são realmente escolhas individuais? Ou será que a gente está tão imerso nesse tipo de narrativa que nem percebe como esses modelos se repetem? Se fosse só uma questão de gosto pessoal, por que sempre se escolhe o mesmo tipo de mulher como referência? Por que a força feminina, quando aparece, precisa ser contida ou suavizada para ser aceita? O soft power funciona assim. Ele não impõe, ele molda. Faz com que um tipo de comportamento se torne desejável enquanto outros desaparecem. O que parece só entretenimento, na verdade, estabelece novas regras de feminilidade sem que ninguém perceba. Talvez não seja só uma tendência. Talvez seja o verdadeiro campo de batalha da cultura moderna.
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