@lolokatefood: اصابع زينب #حلويات #ramadanrecipes #Ramadan_preps #اكلاتي_مع_لولو #وصفات

اكلاتي مع لولو كاتي
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Saturday 15 February 2025 11:24:32 GMT
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Comments

gooe55
الماسه :
اسمها اصابع زينه مو زينب🙂
2025-02-15 17:01:56
39
zed11234
🇸🇾بكرا أحلى بإذن الله🇩🇪 :
نصيحة خبرة لا تحطي سميد طبعا عم احكي عن الطريقة السوريا ماحدا قدي جرب طرق لأصابع زينب بعد معاناة أخذت الوصفة من شيف زكريا
2025-02-15 15:26:18
26
user2655238150606
جّـبًوٌريِّةّ :
حطت خميريه بس ما قالت نتركها كم تتخمر ؟
2025-02-16 00:28:20
11
user6816263210873
علي محمد :
يعني شنو سميد بل عراق 🥺
2025-02-15 17:07:32
6
user159911516542
زيــنــبُ 🦋🎀 :
كيف أصابعي 😳
2025-02-15 15:03:44
8
hibawah35
hibawah8🇵🇸🇯🇴🇸🇦 :
اجربها اليوم 🤣🤣
2025-02-15 11:30:33
1
user3430910988472
متصل :
يكتب...
2025-02-16 15:53:01
7
2.zen_b
زينب :
كلو أصابعي 💅🏼
2025-03-07 15:03:51
24
roro_199991
🕊️🇷 🇴 🇷 🇴 🕊️ :
ودعوا الدايت مع انامل زينب😂
2025-02-16 19:16:28
1
n2945206
درعاوي/HURANI :
أهل درعا شو اسمو عندنا 😅😅😅؟
2025-02-16 18:04:51
0
za97.n
زَينب :
أكلتوو اصابعيي🥲🥲
2025-03-01 08:56:56
5
user8590706316600
ألا مل بالله :
ماشاء الله
2025-02-15 15:19:31
1
emanjamil82
🧚‍♀️Eman🧚‍♀️ :
عنجد شكلها بشهي 🥰🥰🥰
2025-02-15 11:47:57
1
sweethoneybina
sweet honey bina :
حبيبتي تسلمي
2025-02-15 20:30:04
1
8868zehra
zehra🩵🫶🏻🩵 :
يسلم ايديكي ياارب ❤️
2025-02-15 13:53:57
1
razanoo03
💛✨رزان✨💛 :
يسلم هلايدين😍😍😍
2025-02-15 11:38:33
1
umghadir41
ام غدير :
يعني يختمر العجين لو لا
2025-03-14 18:08:00
1
om6aya123
ام ايه⚘ :
شكرا 👏👏
2025-03-15 09:10:38
1
user912210924
Hanaya Beauty💖 :
جربتها وطلعت عجينه من جوا😒
2025-03-07 12:10:49
1
regretage
🕊𝒩𝒶𝒹𝒶 🕊(ندى) :
يسلمو الأيادي 😍
2025-02-15 16:15:29
1
queenmyselfdz05
🧚‍♀️𝘘𝓊𝚎𝓮𝘯ⵣ❤️‍🔥🇩🇿 :
شكلها كيوت وبشهي❤️👍
2025-02-15 11:39:46
1
attaatta21
💚💚3atta2 3atta2ka :
كتيييير شغلا سهل وطيبه
2025-02-15 19:15:56
2
mona09539
Mona :
هذا من مفرزناتي الرمضانيه 👍
2025-02-15 17:55:07
3
user8146711765583
كحلة 🔥💀 :
نتركها تخمر اول لا ممكن تردي
2025-02-17 14:45:23
3
r.d.z199m
🦋𝐑𝐚𝐬𝐡𝐚 :
يسلم ايدكي يارب بيشهو♥️
2025-02-15 12:16:44
1
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Durante a Revolução Romena de 1989, as armas apareceram nas ruas não apenas como instrumentos de combate, mas também como símbolos de um país que havia perdido completamente o controle. Depois da fuga de Nicolae Ceaușescu, em 22 de dezembro, parte do Exército passou para o lado dos manifestantes. Em várias cidades, principalmente em Bucareste, civis receberam armas para ajudar a “defender a revolução” contra supostos terroristas ligados ao antigo regime. Mas, na prática, o cenário era muito mais confuso. Havia soldados, policiais, membros da Securitate, guardas patrióticos e civis armados, muitas vezes sem comunicação clara entre si. Em meio aos rumores, qualquer janela iluminada, sombra no alto de um prédio ou barulho distante podia ser interpretado como ameaça. E é aí que entra um detalhe técnico curioso sobre armas em conflitos: uma arma pode falhar mesmo quando não está quebrada. Às vezes, a falha está na munição antiga. Às vezes, no carregador gasto. Às vezes, em peças desgastadas por anos de uso, armazenamento ruim ou manutenção irregular. Em situações de estresse, o próprio operador também pode usar o equipamento de forma incorreta, travar o mecanismo, perder o controle da cadência de disparo ou confundir o funcionamento básico da arma. Na Romênia comunista, muitos fuzis usados eram modelos derivados do sistema Kalashnikov, como os PM md. 63 e md. 65, armas conhecidas pela robustez. Mas robustez não significa invencibilidade. Em um conflito urbano, com poeira, frio, medo, pouca visibilidade e gente sem treinamento adequado, qualquer equipamento pode se tornar imprevisível. O mais impressionante é que, na Revolução Romena, o problema não foi apenas mecânico. Foi humano. Armas que deveriam proteger a população também aumentaram o caos. Muitas pessoas não sabiam exatamente contra quem estavam atirando. Rumores transmitidos pela televisão e ordens contraditórias criaram uma atmosfera em que aliados podiam ser confundidos com inimigos. Por isso, quando se fala em “falha de armas” durante a Revolução Romena, a história vai além de fuzis emperrados ou peças quebradas. A maior falha foi a combinação entre tecnologia letal, medo coletivo e falta de comando. Em poucos dias, a ditadura de Ceaușescu caiu. Mas o preço foi alto: a Revolução Romena se tornou a mais violenta das revoluções anticomunistas de 1989, deixando mais de mil mortos e milhares de feridos. E aquele episódio mostra uma lição dura da história: em uma guerra, uma arma não precisa quebrar para falhar. Basta estar nas mãos erradas, no momento errado, sem informação suficiente.
Durante a Revolução Romena de 1989, as armas apareceram nas ruas não apenas como instrumentos de combate, mas também como símbolos de um país que havia perdido completamente o controle. Depois da fuga de Nicolae Ceaușescu, em 22 de dezembro, parte do Exército passou para o lado dos manifestantes. Em várias cidades, principalmente em Bucareste, civis receberam armas para ajudar a “defender a revolução” contra supostos terroristas ligados ao antigo regime. Mas, na prática, o cenário era muito mais confuso. Havia soldados, policiais, membros da Securitate, guardas patrióticos e civis armados, muitas vezes sem comunicação clara entre si. Em meio aos rumores, qualquer janela iluminada, sombra no alto de um prédio ou barulho distante podia ser interpretado como ameaça. E é aí que entra um detalhe técnico curioso sobre armas em conflitos: uma arma pode falhar mesmo quando não está quebrada. Às vezes, a falha está na munição antiga. Às vezes, no carregador gasto. Às vezes, em peças desgastadas por anos de uso, armazenamento ruim ou manutenção irregular. Em situações de estresse, o próprio operador também pode usar o equipamento de forma incorreta, travar o mecanismo, perder o controle da cadência de disparo ou confundir o funcionamento básico da arma. Na Romênia comunista, muitos fuzis usados eram modelos derivados do sistema Kalashnikov, como os PM md. 63 e md. 65, armas conhecidas pela robustez. Mas robustez não significa invencibilidade. Em um conflito urbano, com poeira, frio, medo, pouca visibilidade e gente sem treinamento adequado, qualquer equipamento pode se tornar imprevisível. O mais impressionante é que, na Revolução Romena, o problema não foi apenas mecânico. Foi humano. Armas que deveriam proteger a população também aumentaram o caos. Muitas pessoas não sabiam exatamente contra quem estavam atirando. Rumores transmitidos pela televisão e ordens contraditórias criaram uma atmosfera em que aliados podiam ser confundidos com inimigos. Por isso, quando se fala em “falha de armas” durante a Revolução Romena, a história vai além de fuzis emperrados ou peças quebradas. A maior falha foi a combinação entre tecnologia letal, medo coletivo e falta de comando. Em poucos dias, a ditadura de Ceaușescu caiu. Mas o preço foi alto: a Revolução Romena se tornou a mais violenta das revoluções anticomunistas de 1989, deixando mais de mil mortos e milhares de feridos. E aquele episódio mostra uma lição dura da história: em uma guerra, uma arma não precisa quebrar para falhar. Basta estar nas mãos erradas, no momento errado, sem informação suficiente.

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