@dham740: #جيكسار #لاندكروزر #gxr

不 أبو داحمم
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Wednesday 12 March 2025 16:07:21 GMT
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abuabdalrhmman
د ح ب 4354 GX_R :
م شاء الله تبارك الرحمن
2025-03-12 16:39:29
2
io_m
عمر 🇸🇦 :
الموتر و الاغنيه الصح🫡
2025-03-12 23:01:54
2
qtr950
العبدالله :
مشاءالله
2025-03-13 15:45:18
2
sf.9b1
𝑺𝑭 :
2000 ❤️‍🔥
2025-03-12 16:15:31
1
io_m
عمر 🇸🇦 :
❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥 ماشاءالله
2025-03-12 23:01:26
1
ideadlyfury
DF :
الله يباركلك 😍
2025-03-12 19:30:21
0
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@Thiago Brava Muita gente pensa que o sertanejo sempre foi esse ritmo de festas, caminhonetes e grandes shows. Mas a verdade é que ele nasceu de um jeito completamente diferente. As primeiras modas de viola surgiram no interior de São Paulo e da região Centro-Oeste, quando a vida no campo ainda inspirava quase todas as letras. Eram músicas que falavam da roça, das dificuldades, da saudade e das histórias vividas por quem passava os dias entre plantações e estradas de terra. Em 1929, Cornélio Pires ajudou a transformar esse som em um gênero gravado, levando a música caipira das rodas de viola para os discos. Com o passar das décadas, o sertanejo também mudou. Entre os anos 1960 e 1980, ganhou uma sonoridade mais moderna e ficou muito mais romântico. Foi a época em que duplas como Tonico & Tinoco, Tião Carreiro & Pardinho, Milionário & José Rico, Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo conquistaram o país cantando histórias de amor, saudade e superação. Depois dos anos 2000 veio uma nova transformação. O chamado sertanejo universitário misturou elementos do pop, do arrocha e de outros estilos, aproximando o gênero do público jovem. Jorge & Mateus, Henrique & Juliano, Gusttavo Lima, Luan Santana, Zé Neto & Cristiano e Marília Mendonça ajudaram a transformar o sertanejo no ritmo mais popular do Brasil. É curioso perceber que, apesar de todas essas mudanças, uma coisa nunca deixou de existir. O sertanejo sempre contou histórias. Apenas mudou o cenário. Antes era a porteira, a viola e a vida no campo. Hoje são as cidades, os bares, os relacionamentos e as redes sociais. Mas, no fundo, continua sendo um retrato da vida de quem escuta. #sertanejo #curiosidades #thiagobrava #thiagobravaclipfy #clipfyleague
@Thiago Brava Muita gente pensa que o sertanejo sempre foi esse ritmo de festas, caminhonetes e grandes shows. Mas a verdade é que ele nasceu de um jeito completamente diferente. As primeiras modas de viola surgiram no interior de São Paulo e da região Centro-Oeste, quando a vida no campo ainda inspirava quase todas as letras. Eram músicas que falavam da roça, das dificuldades, da saudade e das histórias vividas por quem passava os dias entre plantações e estradas de terra. Em 1929, Cornélio Pires ajudou a transformar esse som em um gênero gravado, levando a música caipira das rodas de viola para os discos. Com o passar das décadas, o sertanejo também mudou. Entre os anos 1960 e 1980, ganhou uma sonoridade mais moderna e ficou muito mais romântico. Foi a época em que duplas como Tonico & Tinoco, Tião Carreiro & Pardinho, Milionário & José Rico, Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo conquistaram o país cantando histórias de amor, saudade e superação. Depois dos anos 2000 veio uma nova transformação. O chamado sertanejo universitário misturou elementos do pop, do arrocha e de outros estilos, aproximando o gênero do público jovem. Jorge & Mateus, Henrique & Juliano, Gusttavo Lima, Luan Santana, Zé Neto & Cristiano e Marília Mendonça ajudaram a transformar o sertanejo no ritmo mais popular do Brasil. É curioso perceber que, apesar de todas essas mudanças, uma coisa nunca deixou de existir. O sertanejo sempre contou histórias. Apenas mudou o cenário. Antes era a porteira, a viola e a vida no campo. Hoje são as cidades, os bares, os relacionamentos e as redes sociais. Mas, no fundo, continua sendo um retrato da vida de quem escuta. #sertanejo #curiosidades #thiagobrava #thiagobravaclipfy #clipfyleague

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