@maioanh119: Mùa nồm không để ý là chăn với quần áo dễ mốc lắm 🥺 #LearnOnTikTok #xuhuong #sangtao #foryou

Nguyễn Mai Oanh
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Wednesday 19 March 2025 04:24:10 GMT
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maioanh119
Nguyễn Mai Oanh :
Thấy giang cư mận đăng lên nó sủi bọt nhiều lắm cơ mà tới tui sao lạ zị ;)))
2025-03-19 04:32:42
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No Mídias Consumidas desta semana quis trazer uma dissertação sobre um texto que a Olivia Barbulescu escreveu pro Substack dela, e que viralizou por um motivo muito simples: ela nomeou algo que todo mundo sente mas pouca gente consegue articular. O argumento central dela é esse: historicamente, as mulheres precisavam dos homens para sobreviver. Não é figura de linguagem. No Brasil, até 1962, uma mulher casada precisava de autorização formal do marido para trabalhar. Autonomia financeira própria só veio na década de 1970. O casamento não era uma escolha, era uma estrutura de sobrevivência. Dentro desse sistema, os homens aprenderam que o valor deles vinha de ser indispensáveis. Provedor, protetor, executor. E esse condicionamento nunca foi questionado, porque nunca precisou ser. Ele funcionava. O que mudou é que as mulheres saíram desse sistema. E quando você deixa de precisar de alguém, você começa a escolher. Ser necessário é mais seguro do que ser desejado, necessidade é garantida, desejo pode ser retirado a qualquer momento.  As mulheres passaram séculos aprendendo a ser desejáveis para sobreviver. Os homens nunca precisaram desenvolver isso. E agora as coisas mudaram. Mas a Olivia, e eu concordo, não vê isso como uma perda. É uma expansão. A utilidade real hoje é, na maioria das vezes, emocional. Você pode não precisar que ele mova um móvel, mas pode precisar que ele se sente nesse móvel e te escute. As responsabilidades estão mudando, não desaparecendo.  E isso deveria ser visto como uma evolução, não como uma ameaça. Texto original: Olivia Barbulescu no Substack (@oliviabarbulescu)
No Mídias Consumidas desta semana quis trazer uma dissertação sobre um texto que a Olivia Barbulescu escreveu pro Substack dela, e que viralizou por um motivo muito simples: ela nomeou algo que todo mundo sente mas pouca gente consegue articular. O argumento central dela é esse: historicamente, as mulheres precisavam dos homens para sobreviver. Não é figura de linguagem. No Brasil, até 1962, uma mulher casada precisava de autorização formal do marido para trabalhar. Autonomia financeira própria só veio na década de 1970. O casamento não era uma escolha, era uma estrutura de sobrevivência. Dentro desse sistema, os homens aprenderam que o valor deles vinha de ser indispensáveis. Provedor, protetor, executor. E esse condicionamento nunca foi questionado, porque nunca precisou ser. Ele funcionava. O que mudou é que as mulheres saíram desse sistema. E quando você deixa de precisar de alguém, você começa a escolher. Ser necessário é mais seguro do que ser desejado, necessidade é garantida, desejo pode ser retirado a qualquer momento. As mulheres passaram séculos aprendendo a ser desejáveis para sobreviver. Os homens nunca precisaram desenvolver isso. E agora as coisas mudaram. Mas a Olivia, e eu concordo, não vê isso como uma perda. É uma expansão. A utilidade real hoje é, na maioria das vezes, emocional. Você pode não precisar que ele mova um móvel, mas pode precisar que ele se sente nesse móvel e te escute. As responsabilidades estão mudando, não desaparecendo. E isso deveria ser visto como uma evolução, não como uma ameaça. Texto original: Olivia Barbulescu no Substack (@oliviabarbulescu)

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