@funny..contentig: 2nd n word bro😭😭😭 #fyp #coryxkenshin #assasianscreed #trend #xyzbca

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Sunday 30 March 2025 17:58:46 GMT
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uhhhhitsdosico_
D O S I C O • 🇵🇸🍉🍎 :
WAS THAT HIS VOICE FOR THE DEER?
2025-03-30 18:34:29
30
lil_mell00
Bk_MeLL00 :
He just posted hop off the meat bro 😭
2025-03-30 18:27:02
3
.rakuzo
☦︎ℜ𝔞𝔨𝔲𝔷𝔬☦︎ :
chill i ain’t watch it yet😭
2025-03-30 18:02:18
11
flxmetophkitta
BDGflxme :
so late what vid is this?
2025-10-14 02:22:22
2
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No penúltimo capítulo de A Dona do Pedaço, em 2019, Britney, interpretada por Glamour Garcia, finalmente teve seu beijo “de verdade”. O momento foi simbólico, mas a forma como ele foi conduzido deixou evidente a cautela da teledramaturgia quando o afeto envolve uma mulher trans. A câmera encurtou, o tempo foi reduzido, a intensidade foi controlada. Enquanto casais cis eram mostrados em beijos longos, cotidianos e cheios de desejo, ali tudo parecia editado para não ultrapassar um limite invisível. Essa escolha não é neutra. Ela revela o quanto o corpo e o afeto de mulheres trans ainda são tratados como algo que precisa ser medido, suavizado, quase autorizado ao público. Mostrar um beijo, mas sem colocar nele a mesma verdade, a mesma entrega e a mesma normalidade que sempre foram concedidas às histórias heterocisgêneras. Não é só sobre uma cena, é sobre quem tem o direito de viver o amor em tela cheia. Ainda assim, é impossível negar que ali existia uma faísca de mudança. Pequena, contida, mas real. E é por isso que, em 2025, a chegada de Viviane em Três Graças ganha um peso ainda maior. Uma mulher trans construída com camadas, dignidade, desejo, inteligência e complexidade emocional. Uma personagem que foge do estereótipo e se aproxima da vida real, das contradições, das potências e da humanidade completa de tantas mulheres trans. Que esse beijo tímido de 2019 seja visto hoje como ponto de partida, não como teto. Porque o afeto trans não pode existir apenas em exceção. Ele precisa existir em plenitude. #trêsgraças #TVGlobo #girl #video #reels
No penúltimo capítulo de A Dona do Pedaço, em 2019, Britney, interpretada por Glamour Garcia, finalmente teve seu beijo “de verdade”. O momento foi simbólico, mas a forma como ele foi conduzido deixou evidente a cautela da teledramaturgia quando o afeto envolve uma mulher trans. A câmera encurtou, o tempo foi reduzido, a intensidade foi controlada. Enquanto casais cis eram mostrados em beijos longos, cotidianos e cheios de desejo, ali tudo parecia editado para não ultrapassar um limite invisível. Essa escolha não é neutra. Ela revela o quanto o corpo e o afeto de mulheres trans ainda são tratados como algo que precisa ser medido, suavizado, quase autorizado ao público. Mostrar um beijo, mas sem colocar nele a mesma verdade, a mesma entrega e a mesma normalidade que sempre foram concedidas às histórias heterocisgêneras. Não é só sobre uma cena, é sobre quem tem o direito de viver o amor em tela cheia. Ainda assim, é impossível negar que ali existia uma faísca de mudança. Pequena, contida, mas real. E é por isso que, em 2025, a chegada de Viviane em Três Graças ganha um peso ainda maior. Uma mulher trans construída com camadas, dignidade, desejo, inteligência e complexidade emocional. Uma personagem que foge do estereótipo e se aproxima da vida real, das contradições, das potências e da humanidade completa de tantas mulheres trans. Que esse beijo tímido de 2019 seja visto hoje como ponto de partida, não como teto. Porque o afeto trans não pode existir apenas em exceção. Ele precisa existir em plenitude. #trêsgraças #TVGlobo #girl #video #reels

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