@bookswitha30: When it is done WELL. I like it personally and my mind won’t change. #BookTok #booktokfyp #books #booktropes #pregnancytrope #accidentalpregnancytrope #foundfamily #babygirl #babyboy #fyp #fypシ #unpopularopinion #pregnancy #forcedproximitytrope

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Thursday 05 June 2025 21:00:08 GMT
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Comments

lilslackofbrains
🛴illy :
I think it just depends how the story lines up for me
2025-06-05 22:04:57
988
mrs.emdecson
Em🫶🏼 :
ESPECIALLY when she doesn’t think she’ll be a good mom and he’s OVERJOYED and proves to her how amazing she’ll be🥹
2025-06-06 16:46:30
380
gingynightdream
Heather J :
I like it when it makes sense to the plot
2025-06-06 11:17:59
142
rahmadhi51
rahmaaaa :
I love pregnancy trope but I hate single mother
2025-07-06 13:41:08
97
courtlynwrites
Court :
I’m not ashamed to say it’s one of my favorite tropes.
2025-06-08 03:23:53
45
pooseez
it’s me I swear :
Anyone have fantasy pregnancy recs?? 🙏🙏
2025-06-10 14:59:48
2
cryurheartzout
🫀 :
quick give me recsss
2025-06-06 03:09:09
10
pari_aa13
pari_aa13 :
it's one of my favourite tropes 😔
2025-06-08 20:46:10
13
shatter_mae
𑣲 ⋮ 𝓶𝓪𝓮 ‧˚₊ :
Its perfect in shatter me after they get marriedd
2026-04-25 12:26:07
1
kassi1493
𝙺𝚊𝚜𝚜𝚒𝚍𝚢🫥 :
I haven't read a book with pregnancy trope yet
2025-07-26 01:22:15
2
angelicapickless92
🎀Kristi🎀 :
I adore it when done correctly. Also, The Goal is my favorite book from the Off Campus series
2025-06-08 02:49:11
14
bella10.55
bella10.55 :
Saaaaame girl but it depends
2025-06-06 04:06:58
10
yaizapadilla24
Yaiza Padilla :
Me too I can’t help it 🤭
2025-06-05 21:02:08
21
riri74360
🦋🖤Riri🖤🦋 :
I absolutely love it but when it's written properly and according to the plot
2025-08-12 14:58:13
3
maggie.martin08
maggie :
My favorite trope ever
2025-06-08 16:53:32
3
amelia_isontiktok
𝓐𝓶𝓮𝓵𝓲𝓪𑣲⋆。˚ :
Any book recs with this trope?
2025-07-28 10:14:35
1
buckysdoll09
Natashaswifey❤️ :
Im obsessed with the pregnancy trope!
2025-06-07 20:17:46
19
live.laugh.love.reading
Bree📚🩷 :
Yes have you read All I Need by E. Salvador it’s one of my favorites
2025-07-27 22:05:13
5
abbiesbooks3
Abbie 📚📖✨🍒 :
I love it too, when it’s done right it’s so beautiful ❤️
2025-06-13 21:04:11
3
emberslibrary_
Ember🧸📖 :
I love it so much
2025-06-05 22:36:26
4
bookgirly.003
bookgirly.003 :
I love the side that it brings out in both mc!!
2025-06-30 11:08:48
2
missingclouds_
gyoza :
I love pregnancy tropes that are written well, its such a comfort cry sesh
2025-08-15 07:51:32
3
susancarolynn
Susan Carolynn :
I love it too!!!! So underrated
2025-06-05 23:10:54
3
noa.loves.reading
noa 💌📚 :
If it’s written good and not hurried it can be beautiful
2025-06-10 15:29:48
2
yak_nessa16
v :
I love it its my guilty pleasure 😭
2025-06-30 02:49:54
1
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Não foi assalto. Foi decreto: o dia em que o Brasil perdeu o acesso ao próprio dinheiro Em 16 de março de 1990, um dia depois da posse, o governo editou a Medida Provisória 168 e bloqueou tudo o que passasse de 50 mil cruzados novos em conta corrente, poupança e aplicações. O dinheiro foi para o Banco Central e ficou lá por 18 meses — cerca de 80% de todo o dinheiro do sistema financeiro do país, algo perto de US$ 100 bilhões, quase um terço do PIB da época. E o teto não era dinheiro de rico: pelo câmbio oficial daqueles dias, 50 mil cruzados novos davam por volta de US$ 1.300. O dinheiro foi devolvido, sim, em 12 parcelas a partir do 19º mês, com juros de 6% ao ano. Só que a correção aplicada não acompanhou a inflação real, e a diferença virou processo. Em 2018 o STF homologou o acordo entre bancos e poupadores; o Plano Collor I só entrou nele em 2020, e o prazo de adesão já foi prorrogado mais de uma vez. São mais de 326 mil adesões e mais de R$ 5 bilhões pagos — 35 anos depois do confisco. Quanto a tua família perdeu em 1990? Comenta aqui. Se tu nem era nascido, pergunta em casa e volta pra comentar. Fontes: Lei nº 8.024/1990, Banco Central, IBGE e STF/AGU. #PlanoCollor #Economia #BancoCentral #Poupança #Brasil — 📸 Imagens reais (Creative Commons e imagem própria) — crédito aos autores: • Edificio-sede do Banco Central do Brasil, em Brasilia: Banco Central do Brasil (CC BY 2.0) • Sede do Banco Central do Brasil, em Brasilia: Paulo Rená da Silva Santarém (CC BY-SA 2.0) • Cartao de dado: 80% dos haveres financeiros bloqueados: Giro pelo Mundo (Imagem propria) • Cartao de dado: R$ 5 bi pagos e 326 mil adesoes ao acordo: Giro pelo Mundo (Imagem propria) • Cartao de dado: queda de 4,3% do PIB em 1990: Giro pelo Mundo (Imagem propria) • Posse de Fernando Collor de Mello no Congresso Nacional, 15/03/1990: Senado Federal (CC BY 2.0) • Primeiro discurso de Fernando Collor como presidente, 15/03/1990: Senado Federal (CC BY 2.0) • Sessao do Congresso Nacional na posse de Collor, 15/03/1990: Senado Federal (CC BY 2.0) • Cedula de cruzado novo, a moeda bloqueada em 1990: Casa da Moeda do Brasil (Public domain) • Cedulas e moedas de cruzado novo emitidas em 1989 pelo Banco Central: Banco Central do Brasil (Public domain) • Cedula de 10 mil cruzeiros, emitida apos o Plano Collor: autor desconhecido (Public domain) • Cedula de 100 mil cruzeiros, emitida apos o Plano Collor: autor desconhecido (Public domain) • Cedula de 1000 cruzeiros, moeda que substituiu o cruzado novo em 1990: autor desconhecido (Public domain) • Cedula de 50000 cruzeiros, emitida apos o Plano Collor: autor desconhecido (Public domain) • Cedula de 500 mil cruzeiros, emitida apos o Plano Collor: autor desconhecido (Public domain) • Palacio do Supremo Tribunal Federal, em Brasilia: Rodrigo Rocatto (CC BY-SA 4.0) • Zelia Cardoso de Mello, ministra da Economia do governo Collor: Marcello Casal (ABr) (CC BY 3.0 br) Demais imagens: Pexels (uso livre).
Não foi assalto. Foi decreto: o dia em que o Brasil perdeu o acesso ao próprio dinheiro Em 16 de março de 1990, um dia depois da posse, o governo editou a Medida Provisória 168 e bloqueou tudo o que passasse de 50 mil cruzados novos em conta corrente, poupança e aplicações. O dinheiro foi para o Banco Central e ficou lá por 18 meses — cerca de 80% de todo o dinheiro do sistema financeiro do país, algo perto de US$ 100 bilhões, quase um terço do PIB da época. E o teto não era dinheiro de rico: pelo câmbio oficial daqueles dias, 50 mil cruzados novos davam por volta de US$ 1.300. O dinheiro foi devolvido, sim, em 12 parcelas a partir do 19º mês, com juros de 6% ao ano. Só que a correção aplicada não acompanhou a inflação real, e a diferença virou processo. Em 2018 o STF homologou o acordo entre bancos e poupadores; o Plano Collor I só entrou nele em 2020, e o prazo de adesão já foi prorrogado mais de uma vez. São mais de 326 mil adesões e mais de R$ 5 bilhões pagos — 35 anos depois do confisco. Quanto a tua família perdeu em 1990? Comenta aqui. Se tu nem era nascido, pergunta em casa e volta pra comentar. Fontes: Lei nº 8.024/1990, Banco Central, IBGE e STF/AGU. #PlanoCollor #Economia #BancoCentral #Poupança #Brasil — 📸 Imagens reais (Creative Commons e imagem própria) — crédito aos autores: • Edificio-sede do Banco Central do Brasil, em Brasilia: Banco Central do Brasil (CC BY 2.0) • Sede do Banco Central do Brasil, em Brasilia: Paulo Rená da Silva Santarém (CC BY-SA 2.0) • Cartao de dado: 80% dos haveres financeiros bloqueados: Giro pelo Mundo (Imagem propria) • Cartao de dado: R$ 5 bi pagos e 326 mil adesoes ao acordo: Giro pelo Mundo (Imagem propria) • Cartao de dado: queda de 4,3% do PIB em 1990: Giro pelo Mundo (Imagem propria) • Posse de Fernando Collor de Mello no Congresso Nacional, 15/03/1990: Senado Federal (CC BY 2.0) • Primeiro discurso de Fernando Collor como presidente, 15/03/1990: Senado Federal (CC BY 2.0) • Sessao do Congresso Nacional na posse de Collor, 15/03/1990: Senado Federal (CC BY 2.0) • Cedula de cruzado novo, a moeda bloqueada em 1990: Casa da Moeda do Brasil (Public domain) • Cedulas e moedas de cruzado novo emitidas em 1989 pelo Banco Central: Banco Central do Brasil (Public domain) • Cedula de 10 mil cruzeiros, emitida apos o Plano Collor: autor desconhecido (Public domain) • Cedula de 100 mil cruzeiros, emitida apos o Plano Collor: autor desconhecido (Public domain) • Cedula de 1000 cruzeiros, moeda que substituiu o cruzado novo em 1990: autor desconhecido (Public domain) • Cedula de 50000 cruzeiros, emitida apos o Plano Collor: autor desconhecido (Public domain) • Cedula de 500 mil cruzeiros, emitida apos o Plano Collor: autor desconhecido (Public domain) • Palacio do Supremo Tribunal Federal, em Brasilia: Rodrigo Rocatto (CC BY-SA 4.0) • Zelia Cardoso de Mello, ministra da Economia do governo Collor: Marcello Casal (ABr) (CC BY 3.0 br) Demais imagens: Pexels (uso livre).

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