@dj_brazo:

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Thursday 17 July 2025 21:27:10 GMT
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ani30140
💥Queen.Ani.Admin💥MaisonR.F💥 :
🤩🤩🤩🤩
2025-09-12 11:30:55
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sylviasowa
Lissi7890 :
🥰🥰🥰🍀🍀🍀
2025-07-18 09:15:08
1
leffo717
Leffo71 :
🥰🥰🥰
2025-07-18 03:04:59
1
smegma911911
smegma911911 :
Was ein kleiner Racker fast so süß wie Jamie 🥰😘😍
2025-07-17 22:14:30
2
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Você contratou aquele profissional como PJ e achou que foi a melhor decisão do ano? Isso pode gerar um passivo trabalhista enorme para a sua empresa. Você exige que a pessoa abra um MEI, mas também exige horário fixo, uso do computador da empresa, utilização dos materiais da empresa, impede substituição por outra pessoa e controla toda a rotina dela? Então cuidado. Isso pode caracterizar pejotização fraudulenta. O STF já validou a terceirização e a contratação de PJ? Sim. Mas isso só funciona quando existe autonomia real na prestação do serviço. Se houver subordinação, rotina típica de CLT e controle semelhante ao de empregado, a Justiça do Trabalho pode reconhecer vínculo empregatício. E aí vem o problema. Muita empresa paga até um valor maior para o PJ justamente tentando “compensar” a ausência da CLT. Só que, se houver condenação, tudo isso pode voltar em forma de: 13º, férias, FGTS, horas extras, verbas previstas em convenção coletiva e multas trabalhistas. Tudo de uma vez. O verdadeiro PJ tem autonomia. Ele não possui horário rígido como empregado, assume os riscos da própria atividade e pode, inclusive, se fazer substituir por outra pessoa. Então, se você percebeu que sua contratação não está funcionando dessa forma, talvez seja hora de reavaliar a estrutura contratual da empresa. Porque esse tipo de processo costuma sair extremamente caro. E não adianta dizer: “Mas está tudo no contrato.” Para a Justiça do Trabalho, o que vale é a realidade dos fatos. É o princípio da primazia da realidade: importa mais o que acontece na prática do que o que está escrito no papel. Ficou com a pulga atrás da orelha? Então manda esse vídeo para o teu sócio e conversem sobre isso antes que o problema fique maior. Porque é melhor saber por mim do que pelo juiz. #AprendaNoTikTok
Você contratou aquele profissional como PJ e achou que foi a melhor decisão do ano? Isso pode gerar um passivo trabalhista enorme para a sua empresa. Você exige que a pessoa abra um MEI, mas também exige horário fixo, uso do computador da empresa, utilização dos materiais da empresa, impede substituição por outra pessoa e controla toda a rotina dela? Então cuidado. Isso pode caracterizar pejotização fraudulenta. O STF já validou a terceirização e a contratação de PJ? Sim. Mas isso só funciona quando existe autonomia real na prestação do serviço. Se houver subordinação, rotina típica de CLT e controle semelhante ao de empregado, a Justiça do Trabalho pode reconhecer vínculo empregatício. E aí vem o problema. Muita empresa paga até um valor maior para o PJ justamente tentando “compensar” a ausência da CLT. Só que, se houver condenação, tudo isso pode voltar em forma de: 13º, férias, FGTS, horas extras, verbas previstas em convenção coletiva e multas trabalhistas. Tudo de uma vez. O verdadeiro PJ tem autonomia. Ele não possui horário rígido como empregado, assume os riscos da própria atividade e pode, inclusive, se fazer substituir por outra pessoa. Então, se você percebeu que sua contratação não está funcionando dessa forma, talvez seja hora de reavaliar a estrutura contratual da empresa. Porque esse tipo de processo costuma sair extremamente caro. E não adianta dizer: “Mas está tudo no contrato.” Para a Justiça do Trabalho, o que vale é a realidade dos fatos. É o princípio da primazia da realidade: importa mais o que acontece na prática do que o que está escrito no papel. Ficou com a pulga atrás da orelha? Então manda esse vídeo para o teu sócio e conversem sobre isso antes que o problema fique maior. Porque é melhor saber por mim do que pelo juiz. #AprendaNoTikTok

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