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Siga @ocampograndense | O influenciador fitness conhecido como Marombeiro Pobre Loco se envolveu em uma nova polêmica após o encerramento de sua loja de suplementos em Campo Grande. Dias depois de publicar um vídeo em que aparece quebrando móveis do estabelecimento a marretadas, ele foi acusado pelo empresário Plínio, ligado à Cowboy dos Suplementos, de retirar cerca de R$ 87 mil em mercadorias sem autorização. A acusação foi apresentada por Plínio em um vídeo publicado no YouTube, no qual ele relata os acontecimentos e afirma ter registrado um boletim de ocorrência sobre o caso. Segundo o empresário, os produtos teriam sido retirados no dia 6 de agosto de um estabelecimento ligado à sua operação. De acordo com Plínio, a relação comercial com Pobre Loco começou em março de 2026, quando a loja administrada pelo influenciador estaria enfrentando dificuldades financeiras. Ele afirma que passou a auxiliar na operação, fornecendo produtos, participando de negociações com fornecedores e assumindo despesas para ajudar a manter o negócio funcionando. Ainda segundo o empresário, a parceria chegou ao fim em 21 de julho. Dois dias depois, teria sido realizada uma conferência do estoque e parte das mercadorias pertencentes à operação de Plínio teria sido retirada de forma acordada entre as partes. Segundo Plínio, o conflito teria se agravado no dia 6 de agosto, quando Pobre Loco teria ido acompanhado de outras pessoas até uma de suas lojas e retirado aproximadamente R$ 87 mil em mercadorias sem autorização. Um dos principais pontos da discussão envolve a propriedade dos produtos. Plínio afirma que parte das mercadorias teria sido adquirida utilizando o CNPJ da empresa ligada a Pobre Loco, mas sustenta que os pagamentos foram realizados com recursos próprios. Por isso, segundo sua versão, os produtos pertenceriam à sua operação comercial. A definição sobre a propriedade das mercadorias e eventual responsabilidade das partes depende da análise de contratos, comprovantes, registros de pagamento e demais documentos relacionados à parceria. No vídeo publicado no YouTube, Plínio também afirma possuir imagens e outros documentos relacionados ao episódio. Ele relata ainda ter sofrido ameaças durante o conflito. O registro de um boletim de ocorrência não significa, por si só, que as acusações tenham sido comprovadas. Os fatos ainda podem ser apurados pelas autoridades competentes. A acusação ocorre poucos dias depois de Pobre Loco anunciar o encerramento da loja de suplementos e a mudança para São Paulo. Nas redes sociais, o influenciador publicou um vídeo em que aparece destruindo móveis e parte da estrutura que permanecia no estabelecimento. Segundo ele, os itens foram colocados à venda antes da mudança, mas não houve interessados. Pobre Loco afirmou que chegou a oferecer alguns móveis por aproximadamente 20% do valor pago originalmente, sem conseguir realizar as vendas. “Não consegui vender toda mercadoria, nem os móveis... nem a preço de custo eu estou conseguindo vender”, afirmou. Em seguida, o influenciador relatou as dificuldades que, segundo ele, enfrentou durante os cerca de dois anos e meio em que administrou o negócio. “Vou quebrar tudo. Só eu sei o que eu passei nesses últimos dois anos e meio, as noites que fiquei sem dormir, as dores de cabeça que tive com imposto, funcionário, conta...”, declarou. No vídeo, ele aparece usando uma marreta para destruir móveis que permaneciam na antiga loja. A reportagem procurou Pobre Loco para que apresentasse sua versão sobre as acusações, mas não obteve resposta até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação. _____ 👉 Siga @ocampograndense 🌐 Leia: www.ocampograndense.br
Siga @ocampograndense | O influenciador fitness conhecido como Marombeiro Pobre Loco se envolveu em uma nova polêmica após o encerramento de sua loja de suplementos em Campo Grande. Dias depois de publicar um vídeo em que aparece quebrando móveis do estabelecimento a marretadas, ele foi acusado pelo empresário Plínio, ligado à Cowboy dos Suplementos, de retirar cerca de R$ 87 mil em mercadorias sem autorização. A acusação foi apresentada por Plínio em um vídeo publicado no YouTube, no qual ele relata os acontecimentos e afirma ter registrado um boletim de ocorrência sobre o caso. Segundo o empresário, os produtos teriam sido retirados no dia 6 de agosto de um estabelecimento ligado à sua operação. De acordo com Plínio, a relação comercial com Pobre Loco começou em março de 2026, quando a loja administrada pelo influenciador estaria enfrentando dificuldades financeiras. Ele afirma que passou a auxiliar na operação, fornecendo produtos, participando de negociações com fornecedores e assumindo despesas para ajudar a manter o negócio funcionando. Ainda segundo o empresário, a parceria chegou ao fim em 21 de julho. Dois dias depois, teria sido realizada uma conferência do estoque e parte das mercadorias pertencentes à operação de Plínio teria sido retirada de forma acordada entre as partes. Segundo Plínio, o conflito teria se agravado no dia 6 de agosto, quando Pobre Loco teria ido acompanhado de outras pessoas até uma de suas lojas e retirado aproximadamente R$ 87 mil em mercadorias sem autorização. Um dos principais pontos da discussão envolve a propriedade dos produtos. Plínio afirma que parte das mercadorias teria sido adquirida utilizando o CNPJ da empresa ligada a Pobre Loco, mas sustenta que os pagamentos foram realizados com recursos próprios. Por isso, segundo sua versão, os produtos pertenceriam à sua operação comercial. A definição sobre a propriedade das mercadorias e eventual responsabilidade das partes depende da análise de contratos, comprovantes, registros de pagamento e demais documentos relacionados à parceria. No vídeo publicado no YouTube, Plínio também afirma possuir imagens e outros documentos relacionados ao episódio. Ele relata ainda ter sofrido ameaças durante o conflito. O registro de um boletim de ocorrência não significa, por si só, que as acusações tenham sido comprovadas. Os fatos ainda podem ser apurados pelas autoridades competentes. A acusação ocorre poucos dias depois de Pobre Loco anunciar o encerramento da loja de suplementos e a mudança para São Paulo. Nas redes sociais, o influenciador publicou um vídeo em que aparece destruindo móveis e parte da estrutura que permanecia no estabelecimento. Segundo ele, os itens foram colocados à venda antes da mudança, mas não houve interessados. Pobre Loco afirmou que chegou a oferecer alguns móveis por aproximadamente 20% do valor pago originalmente, sem conseguir realizar as vendas. “Não consegui vender toda mercadoria, nem os móveis... nem a preço de custo eu estou conseguindo vender”, afirmou. Em seguida, o influenciador relatou as dificuldades que, segundo ele, enfrentou durante os cerca de dois anos e meio em que administrou o negócio. “Vou quebrar tudo. Só eu sei o que eu passei nesses últimos dois anos e meio, as noites que fiquei sem dormir, as dores de cabeça que tive com imposto, funcionário, conta...”, declarou. No vídeo, ele aparece usando uma marreta para destruir móveis que permaneciam na antiga loja. A reportagem procurou Pobre Loco para que apresentasse sua versão sobre as acusações, mas não obteve resposta até a publicação. O espaço permanece aberto para manifestação. _____ 👉 Siga @ocampograndense 🌐 Leia: www.ocampograndense.br

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