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Monday 25 August 2025 21:27:58 GMT
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drivermacguyver
Driver MacGuyver ❌ :
😂😂😂😂😂 Right! It’s gone!
2025-08-27 05:37:23
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thatredneck81_7
Thatredneck81❌ :
😂 I’m not the only one?? Asking for a friend
2025-08-26 00:52:54
1
cbashment36
cbashment36 :
Lol..😅😅
2025-08-26 00:04:44
1
alexkennylz
Alex Kennylz :
😂😂
2025-08-25 21:55:08
1
sexxystonergodess2.0
StonerGodess :
🤣🤣🤣
2025-08-25 21:33:29
1
dj_venchi
Dj D’venchi /G\ :
🤣🤣🤣🤣
2025-08-27 23:40:52
0
_citagirl_
Cita :
😂😂😂
2025-08-26 21:54:29
0
lilteal24
Teal :
🤣😂😂👏👏👏
2025-08-26 20:32:10
0
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bomba atômica, um dos desenvolvimentos tecnológicos mais impactantes e controversos do século XX, representa um marco na história da ciência e da guerra. Sua criação foi impulsionada pela corrida armamentista durante a Segunda Guerra Mundial e pela crescente compreensão das leis da física nuclear. O projeto Manhattan, uma iniciativa secreta liderada pelos Estados Unidos, buscou reunir as melhores mentes científicas da época, visando não apenas desenvolver uma arma de destruição em massa, mas também assegurar a vitória aliada. Nesse contexto, a junção de conhecimentos teóricos e experiências práticas resultou na primeira explosão nuclear, ocorrida em julho de 1945, em um deserto do Novo México, um evento que mudaria para sempre a dinâmica das relações internacionais. Desde suas origens, a bomba atômica suscita debate sobre ética, poder e o futuro da humanidade. Com a criação desse armamento, surgiram questões sobre a moralidade de seu uso, as implicações de sua existência e o equilíbrio de poder entre as nações. O desfecho da Segunda Guerra Mundial, marcado pelos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki, não apenas acelerou a rendição japonesa como também abriu um novo capítulo de tensões globais que perdura até os dias de hoje. Nesse sentido, a bomba atômica não é apenas um símbolo da capacidade destrutiva da ciência; é um reflexo das complexas interações entre tecnologia, política e sociedade. ### Desenvolvimento O projeto Manhattan foi iniciado em 1942, motivado pelo temor de que a Alemanha nazista estivesse desenvolvendo uma bomba atômica. Formado por uma equipe de cientistas renomados, incluindo figuras como J. Robert Oppenheimer e Enrico Fermi, o projeto envolveu uma série de experimentos e pesquisas em física nuclear. O foco inicial estava na fissão do urânio, um elemento que, ao ser bombardeado por nêutrons, poderia liberar uma quantidade colossal de energia. Assim, lecionados por avanços teóricos e a colaboração entre nações aliadas, os cientistas começaram a construir não apenas a bomba, mas também a infraestrutura necessária para sua produção em larga escala. A primeira detonação da bomba atômica, conhecida como
bomba atômica, um dos desenvolvimentos tecnológicos mais impactantes e controversos do século XX, representa um marco na história da ciência e da guerra. Sua criação foi impulsionada pela corrida armamentista durante a Segunda Guerra Mundial e pela crescente compreensão das leis da física nuclear. O projeto Manhattan, uma iniciativa secreta liderada pelos Estados Unidos, buscou reunir as melhores mentes científicas da época, visando não apenas desenvolver uma arma de destruição em massa, mas também assegurar a vitória aliada. Nesse contexto, a junção de conhecimentos teóricos e experiências práticas resultou na primeira explosão nuclear, ocorrida em julho de 1945, em um deserto do Novo México, um evento que mudaria para sempre a dinâmica das relações internacionais. Desde suas origens, a bomba atômica suscita debate sobre ética, poder e o futuro da humanidade. Com a criação desse armamento, surgiram questões sobre a moralidade de seu uso, as implicações de sua existência e o equilíbrio de poder entre as nações. O desfecho da Segunda Guerra Mundial, marcado pelos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki, não apenas acelerou a rendição japonesa como também abriu um novo capítulo de tensões globais que perdura até os dias de hoje. Nesse sentido, a bomba atômica não é apenas um símbolo da capacidade destrutiva da ciência; é um reflexo das complexas interações entre tecnologia, política e sociedade. ### Desenvolvimento O projeto Manhattan foi iniciado em 1942, motivado pelo temor de que a Alemanha nazista estivesse desenvolvendo uma bomba atômica. Formado por uma equipe de cientistas renomados, incluindo figuras como J. Robert Oppenheimer e Enrico Fermi, o projeto envolveu uma série de experimentos e pesquisas em física nuclear. O foco inicial estava na fissão do urânio, um elemento que, ao ser bombardeado por nêutrons, poderia liberar uma quantidade colossal de energia. Assim, lecionados por avanços teóricos e a colaboração entre nações aliadas, os cientistas começaram a construir não apenas a bomba, mas também a infraestrutura necessária para sua produção em larga escala. A primeira detonação da bomba atômica, conhecida como "Trinity", ocorreu no dia 16 de julho de 1945, e foi um momento de extraordinária tensão e expectativa. A explosão marcou uma nova era e serviu como um aviso ao mundo sobre o poder destrutivo da tecnologia nuclear. A radiação emanada e a imensa bola de fogo resultante mostraram que o mundo estava à beira de uma nova realidade — a era atômica. Entretanto, essa vitória científica também trouxe um dilema ético profundo que ainda ressoa na sociedade contemporânea. Os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945 são os episódios mais documentados e discutidos da utilização da bomba atômica na guerra. A decisão de lançar essas bombas resultou na morte imediata de centenas de milhares de civis e deixou sequelas duradouras na saúde e na vida das pessoas daquela região. Tais eventos levantam questões morais sobre a legitimidade do uso de armamentos de destruição em massa e os limites da ciência quando aplicada à guerra. A discussão sobre se a utilização da bomba atômica foi justificável ou não ainda divide opiniões entre historiadores e eticistas. Com o fim da guerra, a bomba atômica se tornou um símbolo de poder e assimetria nas relações internacionais. O surgimento da Guerra Fria intensificou essa dinâmica, levando às potências nucleares a desenvolverem arsenais cada vez maiores, resultando em uma corrida armamentista que mantinha o mundo em uma constante tensão. A Doutrina da Destruição Mútua Assegurada (MAD) se estabeleceu, na qual o medo da aniquilação se tornava um mecanismo de controle e dissuasão entre nações. A proliferação de armas nucleares, que se espalhou por diversos países ao longo das décadas seguintes, também adicionou camadas de complexidade à política internacional. Nos dias atuais, os debates sobre armas nucleares e seu controle permanecem pertinentes. Os trata#fyp #deoxys43 #fyp #fyppppppppppppppppp

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