@.almaydan5: هودي مدرسة بحبّ الحياة... #الميدان

ALMAYDAN 🔻 الميدان
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Thursday 28 August 2025 17:18:07 GMT
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Comments

nadamaarouf64
nadamaarouf64 :
الكلام الراقي من الانسان الراقي
2025-08-29 06:20:34
0
t3864110
Abo Ali M.A :
كلام ومعاني أجمل وأجمل من الدهب
2025-08-29 12:31:02
0
intisarsbeyti
intisarsbeyti :
هنيئاً لهم
2025-08-29 12:42:04
0
mahmoudslim537
mahmoudslim537 :
لأرواحهم السلام وعنهم اطيب الكلام
2025-08-29 14:18:29
0
gilbertziadeh
Gilbert [email protected] :
شو هني اسماء الحسينيات يلي بفلسطين او اسماء الجوامع بفلسطين
2025-08-29 10:45:13
0
rajaa.h.abboud
Rajaa H Abboud :
يسلم تمك ✌️
2025-08-29 09:33:28
0
alinazemmokdad
alinazemmokdad :
يرحم اصلك يا استاذ حسن
2025-08-29 13:48:31
0
manalhijazi05
manal hijazi :
ملائكة االسماء
2025-08-29 12:19:00
0
jawad.el.husseini2
Jawad El Husseini :
كلام راقي الله يحفظك
2025-08-29 12:17:16
0
user1490525716107
user1490525716107 :
الله حيووووووو زينة الكلام
2025-08-29 12:41:33
0
darienwww1
دارين :
💛❤💛اخي البطل
2025-08-29 13:47:08
1
dr.ali.kh7
dr.ali kh :
الله یقویک الله دکتور حسن
2025-08-29 09:40:03
0
abbass.shoumar
Abbass. S :
ملك الاخلاق والانسانية والفكر السياسي البنّاء. فعلاً حسن الدر مدرار للطيبة والتواضع والعطاء والمقاومة
2025-08-29 09:19:07
3
user377744494754
ملاك 💥🇱🇧 :
شهدائنا عظماءنا
2025-08-29 04:52:27
0
fqtimqrqshid
Fqtimq Rqshid :
كل الاحترام ❤🙏🏻
2025-08-29 14:31:31
0
hussein.hassoun4
Hussein Hassoun :
1,000,000 / 1,000,000 👍👍👍
2025-08-29 15:37:49
0
efootboll7777
A.H.M.A.D_⚽_H.A.I.D.A.R :
كلامك كله درر كما اسمك
2025-08-29 14:11:27
0
user4705367757009zhaf
user4705367757009 :
دخيل قلبك الله يحميك لعيلتك يالسان حق
2025-08-29 09:16:56
0
siko7905
ali🇧🇷🇱🇧 :
عزنا وفخرنا
2025-08-29 01:15:22
0
sharifahusseini
sharifahusseini :
شهدائنا فخرنا وعزنا
2025-08-29 04:43:33
0
helojnzhmnu
nina :
دخيل قلبو حسن الدر انت من ذريه اشرف الناس
2025-08-29 05:51:51
0
samiachible02
samiachible02 :
كلو ما بين مع المسؤلين ولم يذكروا الشهداء بكلمة حق وضمير تنصفهم وترد لهم القليل من الجميل
2025-08-29 11:19:44
1
user5684634376193
soul :
شكرا للكلمة المضيئة. شكرا للأرواح العظيمة ❤️❤️❤️
2025-08-29 11:30:39
0
mahmoud_almahdi17
mahmoud_almahdi17 :
شكرا للمستوى الصادق و الهادف
2025-08-29 11:40:16
1
mohamad_ali6622
mohamad fakih321 :
اشرف الناس
2025-08-29 09:23:01
0
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A juíza federal Bárbara de Lima Iseppi, responsável por condenar o humorista Léo Lins a mais de oito anos de prisão por piadas em show de comédia, não é novata em julgamentos que envolvem temas sensíveis à liberdade de expressão. Em 2020, ela ordenou a prisão preventiva de dois homens que descumpriram a prisão domiciliar após convocarem um protesto em frente à casa do ministro Alexandre de Moraes, em São Paulo. A manifestação incluía críticas contra o magistrado do Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, Iseppi considerou que os acusados, ao ignorarem as condições da domiciliar, representavam risco à ordem pública, o que justificaria o retorno à prisão preventiva. Em outro caso rumoroso, também julgado em 2020, a mesma magistrada condenou o jornalista Amaury Ribeiro Júnior, autor do livro A Privataria Tucana, a sete anos de prisão. Ele foi acusado de obter de forma ilícita dados fiscais de pessoas ligadas ao então senador José Serra (PSDB), o que a defesa nega veementemente. O jornalista atribui a acusação a motivações políticas e reforça que jamais ofereceu vantagem indevida a servidores públicos. A atuação da juíza chama atenção justamente por cruzar fronteiras delicadas entre a repressão legal e a garantia de direitos constitucionais. O caso de Léo Lins reacendeu esse debate. O humorista foi condenado nesta terça-feira (3) por “discurso de ódio travestido de piada”, segundo o Ministério Público Federal. A sentença impôs pena de oito anos e três meses de prisão em regime fechado. Além disso, ele deverá pagar multa de 1.170 salários mínimos — cerca de R$ 1,4 milhão — e indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 303,6 mil. As piadas, proferidas em um show em 2022 e divulgadas no YouTube, foram interpretadas pela Justiça como ataques discriminatórios contra grupos sociais. A decisão causou forte reação na defesa do comediante. “Trata-se de um triste capítulo para a liberdade de expressão no Brasil, diante de uma condenação equiparada à censura”, disse a equipe de Léo Lins, que promete recorrer. O caso ganhou repercussão não apenas por envolver a comédia stand-up — gênero marcado por sarcasmo e irreverência —, mas também por colocar em rota de colisão o Judiciário com setores que defendem a liberdade artística como cláusula pétrea. #injustiça #brasil🇧🇷 #leolins #liberdadedeexpressao #ditaduradaesquerda
A juíza federal Bárbara de Lima Iseppi, responsável por condenar o humorista Léo Lins a mais de oito anos de prisão por piadas em show de comédia, não é novata em julgamentos que envolvem temas sensíveis à liberdade de expressão. Em 2020, ela ordenou a prisão preventiva de dois homens que descumpriram a prisão domiciliar após convocarem um protesto em frente à casa do ministro Alexandre de Moraes, em São Paulo. A manifestação incluía críticas contra o magistrado do Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, Iseppi considerou que os acusados, ao ignorarem as condições da domiciliar, representavam risco à ordem pública, o que justificaria o retorno à prisão preventiva. Em outro caso rumoroso, também julgado em 2020, a mesma magistrada condenou o jornalista Amaury Ribeiro Júnior, autor do livro A Privataria Tucana, a sete anos de prisão. Ele foi acusado de obter de forma ilícita dados fiscais de pessoas ligadas ao então senador José Serra (PSDB), o que a defesa nega veementemente. O jornalista atribui a acusação a motivações políticas e reforça que jamais ofereceu vantagem indevida a servidores públicos. A atuação da juíza chama atenção justamente por cruzar fronteiras delicadas entre a repressão legal e a garantia de direitos constitucionais. O caso de Léo Lins reacendeu esse debate. O humorista foi condenado nesta terça-feira (3) por “discurso de ódio travestido de piada”, segundo o Ministério Público Federal. A sentença impôs pena de oito anos e três meses de prisão em regime fechado. Além disso, ele deverá pagar multa de 1.170 salários mínimos — cerca de R$ 1,4 milhão — e indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 303,6 mil. As piadas, proferidas em um show em 2022 e divulgadas no YouTube, foram interpretadas pela Justiça como ataques discriminatórios contra grupos sociais. A decisão causou forte reação na defesa do comediante. “Trata-se de um triste capítulo para a liberdade de expressão no Brasil, diante de uma condenação equiparada à censura”, disse a equipe de Léo Lins, que promete recorrer. O caso ganhou repercussão não apenas por envolver a comédia stand-up — gênero marcado por sarcasmo e irreverência —, mas também por colocar em rota de colisão o Judiciário com setores que defendem a liberdade artística como cláusula pétrea. #injustiça #brasil🇧🇷 #leolins #liberdadedeexpressao #ditaduradaesquerda

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