@foodandperfumelover: Ingredients: 1 (15 oz) can pure pumpkin puree 1 ½ cups whole milk or half-and-half 4 large eggs ¼ cup packed light brown sugar 2 teaspoons vanilla extract 2 teaspoons pumpkin pie spice ½ teaspoon ground cinnamon ¼ teaspoon salt 1 loaf (16 oz) brioche or challah bread, cut into 1-inch thick slices 2 tablespoons unsalted butter, melted Maple syrup and powdered sugar, for serving Instructions: Lightly grease a 9x13-inch baking dish. Arrange the bread slices in a single, slightly overlapping layer in the dish. In a large bowl, vigorously whisk together the pumpkin puree, milk, eggs, brown sugar, vanilla extract, pumpkin pie spice, cinnamon, and salt until the mixture is completely smooth and well-blended. Slowly and evenly pour the pumpkin custard over the bread slices. Press down gently on the bread to help it absorb the liquid. Cover the dish with plastic wrap and refrigerate for at least 4 hours, or preferably overnight. Preheat your oven to 375°F (190°C). Remove the plastic wrap from the baking dish. Using a pastry brush, lightly brush the top of the soaked bread with the melted butter. Bake for 40-45 minutes, or until the top is golden brown and the custard is set. The center should not jiggle loosely when you gently shake the pan. Let it rest for 5-10 minutes before serving. Dust with powdered sugar and serve warm with maple syrup. #pumpkinspice #frenchtoast #breakfast #breakfastideas

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d_arcyo
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ra_7045
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lifestyle.cooking8
Pakwan :
♥️♥️♥️
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belinz49
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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga uma nova linha de apuração no caso da recém-nascida de 28 dias que desapareceu em Campo Grande. Após relatar inicialmente um suposto sequestro, a mãe da criança, de 17 anos, e a irmã mudaram a versão dos fatos durante depoimento e afirmaram que a bebê teria sido entregue em razão de uma dívida atribuída ao pai da criança, apontado como integrante de uma facção criminosa. O caso é conduzido pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que agora concentra os esforços na localização da recém-nascida, na identificação da pessoa que ficou com a criança e na apuração da responsabilidade de todos os envolvidos. Primeira versão mobilizou forças de segurança Na primeira versão apresentada à polícia, as adolescentes relataram que haviam sido atraídas até uma residência no Bairro Universitário por uma mulher conhecida por meio de um grupo de WhatsApp voltado à venda e doação de roupas infantis. Segundo o boletim de ocorrência, elas afirmaram que, ao chegarem ao imóvel, encontraram cerca de dez homens e foram mantidas sob ameaças durante várias horas. A mãe da bebê declarou que teria sido coagida a entregar a filha e ameaçada de morte caso se recusasse. Ainda conforme o relato, seu telefone celular permaneceu com o grupo. As duas disseram que, durante a madrugada, foram deixadas nas proximidades da UPA Universitário, na Avenida Guaicurus, sem a recém-nascida. Com base nessas informações, a Polícia Militar realizou buscas na região indicada. No entanto, durante as diligências, as adolescentes não conseguiram reconhecer os locais mencionados e os policiais não encontraram elementos que confirmassem a dinâmica inicialmente apresentada. Versão foi alterada durante depoimentos Com o avanço das investigações e das oitivas, as adolescentes admitiram que o suposto sequestro não ocorreu. Segundo a nova versão apresentada à Polícia Civil, a recém-nascida teria sido entregue a outra pessoa como forma de quitar uma dívida atribuída ao pai da criança. A partir dessa mudança, a investigação passou a concentrar esforços para esclarecer como ocorreu a entrega, quem recebeu a bebê e qual seria a relação da dívida mencionada com o pai da recém-nascida. Polícia busca localizar a criança Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é que, conforme apurado até o momento, a bebê ainda não possuía registro civil de nascimento nem CPF. A DEPCA segue realizando diligências para localizar a criança, esclarecer todas as circunstâncias do caso e responsabilizar criminalmente os envolvidos, caso sejam confirmadas irregularidades. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre o paradeiro da recém-nascida nem confirmou prisões relacionadas à investigação. ___ 👉 Siga @ocampograndense Leia: www.ocampograndense.br
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga uma nova linha de apuração no caso da recém-nascida de 28 dias que desapareceu em Campo Grande. Após relatar inicialmente um suposto sequestro, a mãe da criança, de 17 anos, e a irmã mudaram a versão dos fatos durante depoimento e afirmaram que a bebê teria sido entregue em razão de uma dívida atribuída ao pai da criança, apontado como integrante de uma facção criminosa. O caso é conduzido pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que agora concentra os esforços na localização da recém-nascida, na identificação da pessoa que ficou com a criança e na apuração da responsabilidade de todos os envolvidos. Primeira versão mobilizou forças de segurança Na primeira versão apresentada à polícia, as adolescentes relataram que haviam sido atraídas até uma residência no Bairro Universitário por uma mulher conhecida por meio de um grupo de WhatsApp voltado à venda e doação de roupas infantis. Segundo o boletim de ocorrência, elas afirmaram que, ao chegarem ao imóvel, encontraram cerca de dez homens e foram mantidas sob ameaças durante várias horas. A mãe da bebê declarou que teria sido coagida a entregar a filha e ameaçada de morte caso se recusasse. Ainda conforme o relato, seu telefone celular permaneceu com o grupo. As duas disseram que, durante a madrugada, foram deixadas nas proximidades da UPA Universitário, na Avenida Guaicurus, sem a recém-nascida. Com base nessas informações, a Polícia Militar realizou buscas na região indicada. No entanto, durante as diligências, as adolescentes não conseguiram reconhecer os locais mencionados e os policiais não encontraram elementos que confirmassem a dinâmica inicialmente apresentada. Versão foi alterada durante depoimentos Com o avanço das investigações e das oitivas, as adolescentes admitiram que o suposto sequestro não ocorreu. Segundo a nova versão apresentada à Polícia Civil, a recém-nascida teria sido entregue a outra pessoa como forma de quitar uma dívida atribuída ao pai da criança. A partir dessa mudança, a investigação passou a concentrar esforços para esclarecer como ocorreu a entrega, quem recebeu a bebê e qual seria a relação da dívida mencionada com o pai da recém-nascida. Polícia busca localizar a criança Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores é que, conforme apurado até o momento, a bebê ainda não possuía registro civil de nascimento nem CPF. A DEPCA segue realizando diligências para localizar a criança, esclarecer todas as circunstâncias do caso e responsabilizar criminalmente os envolvidos, caso sejam confirmadas irregularidades. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou informações sobre o paradeiro da recém-nascida nem confirmou prisões relacionadas à investigação. ___ 👉 Siga @ocampograndense Leia: www.ocampograndense.br

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