@niitejack1994: 🌕✨ Witness the magic! Tonight, the Moon slipped into Earth’s shadow and transformed into a glowing Blood Moon 🔴. From the first dark “bite” to the deep red glow at totality, this rare eclipse lit up Kenya’s night sky in stunning style. 🌌 A perfect reminder of how powerful — and beautiful — our universe really is. 🚀💫#usa🇺🇸 #everyone #world #russian #weather

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Comments

leovideitos_god
leitobonito :
No manches la luna de sangre de rieles muertos
2025-12-15 22:12:51
11
84y83y37
official ERROR666 :
Blood moon + orb event
2026-05-31 04:02:28
3
tj_1234688
*~!TJ_1234688~!* :
oh. nahhh
2026-03-03 12:34:00
25
zendhaian
11🌈🇵🇭 :
how many moons on the earth? why here It is a peaceful moon.
2026-03-03 12:33:08
7
judy.ann.kamantig
Judy Kamantigue :
oh no
2026-03-09 08:07:23
1
rizazablan
Riza Zablan :
wth what did you do the moon😭
2026-03-03 07:39:38
4
neymarld0
NEYMARld :
ai
2026-03-06 12:17:13
1
monow028
☠️monow⚡ :
te game:
2026-08-28 01:46:11
1
2026marvin0
Marvin old-new :
ai 🤣
2025-11-19 04:08:22
2
oh01192016
Solve it. :
2026-03-04 02:56:08
2
dianeladia
Diane Ladia :
2026-03-04 07:38:58
1
llidyapinarfan
LİDYA_FAN :
ironi mi
2026-07-12 09:50:24
1
mariageninunesnun
Maria nuñes :
LA IA HACIENDO DE LAS SUYA S🤣
2026-05-03 11:18:16
1
faz1099tiktok.comfaz2
𝑟𝑖𝑛𝑖🀄 :
🤲🏻 ya allah😭
2026-03-04 12:44:22
1
jass_4323
vee🍀 :
ohh
2026-03-04 10:47:39
5
lucresia__
lucresia :
Why the moon is completely Different Its like red Or something happens Or is an blood moon
2025-10-13 18:43:33
2
eugeniocabral2
Eugenio Cabral432 :
😭😭😭😭 ya
2026-03-10 23:45:10
0
vitriyah072
lilip lis :
kiamat🥰
2026-01-20 03:45:08
0
holawachin07
★Connor ★ :
esta buena la ia
2026-02-02 23:23:19
6
marielaarenas70
Mariela Arenas :
2026-02-17 00:05:20
0
vinicius.ricardo44
Vinicius Ricardo :
its real
2026-03-04 14:15:27
1
rairaipangit
call me rai2 or Crystal :
Zoom it
2026-03-04 13:25:23
1
pwrettie295
🏡💤👀👀 :
2026-03-04 21:48:28
1
grade4sped3
GRADE 4 SPED FL :
this is reL
2026-03-04 03:46:59
1
eduardoramirez2653
edu :
IA
2025-10-28 18:51:19
1
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DE ATÉ 35% PARA 2027 Quem sonha em comprar um carro elétrico pode encontrar mais um obstáculo pela frente: os impostos. O governo Lula manteve o cronograma de aumento do imposto de importação para veículos eletrificados, com alíquotas que chegam a 35%. Para determinadas categorias de veículos importados desmontados, a tarifa está prevista para janeiro de 2027. A medida reacende um debate importante: enquanto o mundo avança em novas tecnologias, por que o brasileiro precisa enfrentar tantos custos para ter acesso a elas? CARROS MAIS CAROS E MENOS ACESSÍVEIS? O cronograma prevê que veículos elétricos desmontados para montagem no Brasil, conhecidos como CKD, passem de 14% para 35% de imposto de importação em janeiro de 2027. Já os modelos semidesmontados, chamados SKD, estão sujeitos à alíquota de 35% desde julho de 2026. Existem cotas limitadas de importação com imposto zero para determinadas operações, mas elas não se aplicam a todos os veículos. Isso não significa que todos os carros elétricos ficarão automaticamente 35% mais caros. Entretanto, o aumento dos custos de importação pode pressionar os preços finais e dificultar o acesso de parte dos consumidores a essa tecnologia. E quem sente esse impacto? O brasileiro, que já precisa fazer contas para pagar aluguel, alimentação, combustível e outras despesas básicas. PROTEGER A INDÚSTRIA NACIONAL JUSTIFICA ENCARECER A TECNOLOGIA? O governo defende a medida como uma forma de estimular a produção nacional, atrair investimentos e gerar empregos no Brasil. A estratégia pode trazer benefícios se resultar em fábricas, desenvolvimento tecnológico e maior competitividade. Mas existe uma questão que não pode ser ignorada: proteger as empresas instaladas no país não deveria significar deixar o consumidor com menos opções acessíveis. Se a produção nacional crescer, mas os preços continuarem elevados e a concorrência diminuir, o brasileiro poderá acabar pagando mais sem receber benefícios proporcionais. O desafio é fazer a indústria nacional competir pela qualidade, pelo preço e pela inovação, sem depender exclusivamente de barreiras tributárias para enfrentar os concorrentes estrangeiros. O BRASILEIRO JÁ NÃO PAGA O SUFICIENTE? Para muitas famílias, comprar um carro novo já é um objetivo distante. Com os custos elevados e o orçamento apertado, qualquer pressão adicional sobre os preços pode tornar esse sonho ainda mais difícil. O governo precisa demonstrar que essa política vai gerar resultados concretos para a população, e não apenas proteger o mercado nacional da concorrência. NO FINAL, QUEM GANHA E QUEM PAGA A CONTA? Se a medida gerar empregos, investimentos e veículos mais competitivos, os resultados precisam aparecer. Caso contrário, existe o risco de o consumidor enfrentar preços maiores sem vantagens suficientes em troca. O Brasil precisa fortalecer sua indústria, mas também respeitar o poder de compra da população. Não adianta falar em modernização enquanto o acesso à tecnologia continua distante da realidade financeira de milhões de brasileiros. Proteger a indústria pode ser uma estratégia econômica, mas garantir preços competitivos para o consumidor também deveria ser prioridade.
DE ATÉ 35% PARA 2027 Quem sonha em comprar um carro elétrico pode encontrar mais um obstáculo pela frente: os impostos. O governo Lula manteve o cronograma de aumento do imposto de importação para veículos eletrificados, com alíquotas que chegam a 35%. Para determinadas categorias de veículos importados desmontados, a tarifa está prevista para janeiro de 2027. A medida reacende um debate importante: enquanto o mundo avança em novas tecnologias, por que o brasileiro precisa enfrentar tantos custos para ter acesso a elas? CARROS MAIS CAROS E MENOS ACESSÍVEIS? O cronograma prevê que veículos elétricos desmontados para montagem no Brasil, conhecidos como CKD, passem de 14% para 35% de imposto de importação em janeiro de 2027. Já os modelos semidesmontados, chamados SKD, estão sujeitos à alíquota de 35% desde julho de 2026. Existem cotas limitadas de importação com imposto zero para determinadas operações, mas elas não se aplicam a todos os veículos. Isso não significa que todos os carros elétricos ficarão automaticamente 35% mais caros. Entretanto, o aumento dos custos de importação pode pressionar os preços finais e dificultar o acesso de parte dos consumidores a essa tecnologia. E quem sente esse impacto? O brasileiro, que já precisa fazer contas para pagar aluguel, alimentação, combustível e outras despesas básicas. PROTEGER A INDÚSTRIA NACIONAL JUSTIFICA ENCARECER A TECNOLOGIA? O governo defende a medida como uma forma de estimular a produção nacional, atrair investimentos e gerar empregos no Brasil. A estratégia pode trazer benefícios se resultar em fábricas, desenvolvimento tecnológico e maior competitividade. Mas existe uma questão que não pode ser ignorada: proteger as empresas instaladas no país não deveria significar deixar o consumidor com menos opções acessíveis. Se a produção nacional crescer, mas os preços continuarem elevados e a concorrência diminuir, o brasileiro poderá acabar pagando mais sem receber benefícios proporcionais. O desafio é fazer a indústria nacional competir pela qualidade, pelo preço e pela inovação, sem depender exclusivamente de barreiras tributárias para enfrentar os concorrentes estrangeiros. O BRASILEIRO JÁ NÃO PAGA O SUFICIENTE? Para muitas famílias, comprar um carro novo já é um objetivo distante. Com os custos elevados e o orçamento apertado, qualquer pressão adicional sobre os preços pode tornar esse sonho ainda mais difícil. O governo precisa demonstrar que essa política vai gerar resultados concretos para a população, e não apenas proteger o mercado nacional da concorrência. NO FINAL, QUEM GANHA E QUEM PAGA A CONTA? Se a medida gerar empregos, investimentos e veículos mais competitivos, os resultados precisam aparecer. Caso contrário, existe o risco de o consumidor enfrentar preços maiores sem vantagens suficientes em troca. O Brasil precisa fortalecer sua indústria, mas também respeitar o poder de compra da população. Não adianta falar em modernização enquanto o acesso à tecnologia continua distante da realidade financeira de milhões de brasileiros. Proteger a indústria pode ser uma estratégia econômica, mas garantir preços competitivos para o consumidor também deveria ser prioridade.

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