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أشواق علي | ميكب ارتست
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Vamos ser honestos? O narcisista quase nunca escolhe alguém “fraco”. Na maioria das vezes, ele se aproxima de pessoas empáticas, generosas, que têm dificuldade de decepcionar os outros, que se explicam demais, se justificam demais e, muitas vezes, colocam a paz alheia acima da própria. E é justamente isso que torna tudo tão difícil de perceber. No começo, ele não chega destruindo a sua vida. Ele chega encantando. Demonstra interesse, faz você se sentir especial, cria uma conexão intensa e parece ser exatamente aquilo que você sempre procurou. Enquanto isso, observa o seu jeito de amar, identifica suas necessidades emocionais e percebe quais são os seus pontos mais sensíveis. Ele nota que você gosta de ajudar, que sente culpa com facilidade, que acredita no melhor das pessoas e que tem esperança de que elas mudem. E é nesse momento que muitas pessoas acabam confundindo potencial com realidade. Enquanto você enxerga quem aquela pessoa poderia ser, ela já está mostrando, através das atitudes, quem realmente é. Na prática clínica, é comum observar que pessoas que viveram aprendendo que precisavam agradar, cuidar ou ser úteis para receber amor podem ter mais dificuldade em reconhecer relações emocionalmente abusivas. Isso não significa que qualquer pessoa empática será vítima, mas pode tornar mais difícil perceber certos sinais e estabelecer limites. Se você vive se culpando por tudo, sente que precisa se justificar o tempo inteiro, suporta situações que machucam e passa mais tempo tentando entender o outro do que ouvindo a si mesmo, talvez seja a hora de fazer uma pausa. A sua bondade é uma qualidade, mas ela não deve custar a sua paz. Ser uma pessoa boa não significa aceitar qualquer comportamento. Amor sem limites deixa de ser amor próprio. E talvez a pergunta mais importante não seja “Por que isso aconteceu comigo?”, mas sim: “O que eu preciso fortalecer em mim para nunca mais aceitar tão pouco?” Créditos: andreavermont  #narcisismo #relacionamentos #reflexão #limites #saudeemocional
Vamos ser honestos? O narcisista quase nunca escolhe alguém “fraco”. Na maioria das vezes, ele se aproxima de pessoas empáticas, generosas, que têm dificuldade de decepcionar os outros, que se explicam demais, se justificam demais e, muitas vezes, colocam a paz alheia acima da própria. E é justamente isso que torna tudo tão difícil de perceber. No começo, ele não chega destruindo a sua vida. Ele chega encantando. Demonstra interesse, faz você se sentir especial, cria uma conexão intensa e parece ser exatamente aquilo que você sempre procurou. Enquanto isso, observa o seu jeito de amar, identifica suas necessidades emocionais e percebe quais são os seus pontos mais sensíveis. Ele nota que você gosta de ajudar, que sente culpa com facilidade, que acredita no melhor das pessoas e que tem esperança de que elas mudem. E é nesse momento que muitas pessoas acabam confundindo potencial com realidade. Enquanto você enxerga quem aquela pessoa poderia ser, ela já está mostrando, através das atitudes, quem realmente é. Na prática clínica, é comum observar que pessoas que viveram aprendendo que precisavam agradar, cuidar ou ser úteis para receber amor podem ter mais dificuldade em reconhecer relações emocionalmente abusivas. Isso não significa que qualquer pessoa empática será vítima, mas pode tornar mais difícil perceber certos sinais e estabelecer limites. Se você vive se culpando por tudo, sente que precisa se justificar o tempo inteiro, suporta situações que machucam e passa mais tempo tentando entender o outro do que ouvindo a si mesmo, talvez seja a hora de fazer uma pausa. A sua bondade é uma qualidade, mas ela não deve custar a sua paz. Ser uma pessoa boa não significa aceitar qualquer comportamento. Amor sem limites deixa de ser amor próprio. E talvez a pergunta mais importante não seja “Por que isso aconteceu comigo?”, mas sim: “O que eu preciso fortalecer em mim para nunca mais aceitar tão pouco?” Créditos: andreavermont #narcisismo #relacionamentos #reflexão #limites #saudeemocional

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