@earlybirdgrind: #ladylady #oliviadean

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Tuesday 21 October 2025 03:31:59 GMT
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starr_.092
Starr 🌟☁️🦄 :
Can you do a full lyrics version of lady lady by Olivia Dean
2026-04-01 17:52:09
7
carolinejhingory
Caroline Jhingory :
🇬🇾🇬🇾
2026-01-21 19:28:05
0
mi_n.ini_m
suოiი²⁴ :
😅😅😅
2026-01-21 06:30:05
0
mi_n.ini_m
suოiი²⁴ :
😭😭😭
2026-01-21 06:30:04
0
puffhausofficial
puffhausofficial :
🥰🥰🥰
2026-01-08 09:16:16
0
really.her25
Aries.babyy🤍💋 :
☹️☹️☹️
2026-01-06 18:52:58
0
grupopremiummalaga
grupopremiummalaga :
😁
2025-12-29 09:30:04
0
char_maine76
Charmaine :
😭
2025-12-22 19:58:21
0
anne57660
Anne :
❤
2025-10-26 14:04:58
0
nkully92
Philasande :
🥰
2026-03-24 11:44:50
0
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Existe uma geração inteira de brasileiros que nasceu depois de 2003 e não tem memória do país antes da chegada de Lula à Presidência. Para esses jovens, imagens dos anos 80 e 90 podem parecer de um passado distante. Mas a fome e a miséria extrema faziam parte do cotidiano de milhões. Dados do Ipea apontam 58 milhões de pobres e 27,7 milhões de pessoas em extrema pobreza em 1990. No início dos anos 2000, a FAO estimava que 19 milhões de brasileiros estavam subalimentados. Em 2002, mais da metade da população era pobre em 32,6% dos municípios. No Nordeste, isso ocorria em 77,1% das cidades. Era resultado de uma estrutura social construída durante séculos. Desde a colonização, passando por mais de 300 anos de escravidão e por uma República marcada pela concentração de terra, renda e poder, o Brasil manteve enorme parcela da população à margem. Em 1872, apenas 18,6% da população livre era alfabetizada, índice de 0,1% entre os escravizados. Mesmo após a industrialização e a redemocratização, o país chegou ao fim do século XX entre os mais desiguais do mundo. A fome brasileira, como denunciava Josué de Castro, não era consequência da falta de alimentos, mas de uma estrutura social profundamente desigual. A partir de 2003, o combate à fome foi colocado no centro da agenda federal com o Fome Zero, a expansão do Bolsa Família, a valorização real do salário mínimo, geração de empregos, alimentação escolar e outras políticas sociais. Segundo a FAO, entre 2003 e 2013 a população subalimentada caiu 82%. Em 2014, o Brasil deixou pela primeira vez o Mapa da Fome da ONU, após reduzir a subalimentação para menos de 5%. Quem nasceu em 2003 já tem 23 anos e cresceu num país em que políticas de transferência de renda e segurança alimentar passaram a fazer parte da realidade. Para compreender o tamanho da mudança, é preciso olhar para trás. O Brasil não deixou de ser desigual, mas uma chaga presente praticamente desde sua formação recuou a ponto de o país sair do Mapa da Fome. Para uma nação que atravessou mais de 500 anos com riqueza e poder concentrados nas mãos de uma pequena elite, essa transformação não pode ser subestimada. (Editorial Pragmatismo) #Lula #nordeste
Existe uma geração inteira de brasileiros que nasceu depois de 2003 e não tem memória do país antes da chegada de Lula à Presidência. Para esses jovens, imagens dos anos 80 e 90 podem parecer de um passado distante. Mas a fome e a miséria extrema faziam parte do cotidiano de milhões. Dados do Ipea apontam 58 milhões de pobres e 27,7 milhões de pessoas em extrema pobreza em 1990. No início dos anos 2000, a FAO estimava que 19 milhões de brasileiros estavam subalimentados. Em 2002, mais da metade da população era pobre em 32,6% dos municípios. No Nordeste, isso ocorria em 77,1% das cidades. Era resultado de uma estrutura social construída durante séculos. Desde a colonização, passando por mais de 300 anos de escravidão e por uma República marcada pela concentração de terra, renda e poder, o Brasil manteve enorme parcela da população à margem. Em 1872, apenas 18,6% da população livre era alfabetizada, índice de 0,1% entre os escravizados. Mesmo após a industrialização e a redemocratização, o país chegou ao fim do século XX entre os mais desiguais do mundo. A fome brasileira, como denunciava Josué de Castro, não era consequência da falta de alimentos, mas de uma estrutura social profundamente desigual. A partir de 2003, o combate à fome foi colocado no centro da agenda federal com o Fome Zero, a expansão do Bolsa Família, a valorização real do salário mínimo, geração de empregos, alimentação escolar e outras políticas sociais. Segundo a FAO, entre 2003 e 2013 a população subalimentada caiu 82%. Em 2014, o Brasil deixou pela primeira vez o Mapa da Fome da ONU, após reduzir a subalimentação para menos de 5%. Quem nasceu em 2003 já tem 23 anos e cresceu num país em que políticas de transferência de renda e segurança alimentar passaram a fazer parte da realidade. Para compreender o tamanho da mudança, é preciso olhar para trás. O Brasil não deixou de ser desigual, mas uma chaga presente praticamente desde sua formação recuou a ponto de o país sair do Mapa da Fome. Para uma nação que atravessou mais de 500 anos com riqueza e poder concentrados nas mãos de uma pequena elite, essa transformação não pode ser subestimada. (Editorial Pragmatismo) #Lula #nordeste

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