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Anjali🪽
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dilrukshi..c
dilrukshi abesingha🧚💋 :
අපේ අක්කිලා 🫂
2026-03-12 12:02:31
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user42464393
user424643 :
🖤
2025-10-29 03:24:40
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sandeepa_dikkumbura
Sandeepa Dikkumbura :
💗💗💗💗
2025-10-28 11:44:28
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shehan_flith_photography
Shehan flith :
2025-10-27 22:37:51
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kesarashewanthmee
Kesara Shewanth Meepitiya :
😍😍😍
2025-11-17 01:42:43
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aminor065
AMINOR :
Vindy අක්කා ගෙ ලස්සන නංගිලා ☺
2025-10-26 06:01:51
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parami_piyaratne
🐈 :
💯
2025-10-26 03:18:27
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ima__s22
Ima 🍄 :
Me akkila denna wagema vindy akkith hrima lssnai ❤️oyl thundengema marama lssna look ekk tiynw 🥂
2025-10-26 08:13:40
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__cleera_sd
@__cleera_SD :
❤️✨
2025-10-26 03:25:55
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aminor065
AMINOR :
🥰
2025-10-26 06:00:35
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nadunmaxll
Nadun Max288 :
❤❤❤
2025-10-26 13:46:33
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sachi.fdo0
sachi.fdz🐊💋 :
💗
2025-10-26 20:05:47
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santhushaa
SaTHsaRa❗️ :
🥰🥰🥰
2025-10-27 11:34:53
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sailornicky29
sailornicky29 :
👑
2025-10-28 01:30:55
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REINALDO AZEVEDO E WILLIAM WAACK DETONAM FLÁVIO BOLSONARO APÓS CARTA A TRUMP O senador Flávio Bolsonaro enviou uma carta ao governo dos Estados Unidos pedindo a retirada das tarifas impostas por Donald Trump sobre produtos brasileiros. O documento gerou forte repercussão negativa e foi duramente criticado por dois dos principais jornalistas políticos do país. No programa O É da Coisa, da Band, Reinaldo Azevedo foi especialmente duro ao analisar a iniciativa de Flávio. Ele afirmou ter vergonha de olhar na cara do senador e classificou a carta como uma verdadeira chantagem contra o povo brasileiro. Segundo Azevedo, Flávio Bolsonaro prometeu aos americanos que, caso seja eleito, o Brasil sairia do Mercosul, facilitaria a vida das empresas Visa e Mastercard e ainda aceitaria colocar o Pix sob regulação dos Estados Unidos. O jornalista foi além ao afirmar que os Bolsonaro estão claramente negociando a soberania nacional em troca de apoio político externo. Para Reinaldo Azevedo, a proposta representa uma entrega de interesses estratégicos do Brasil aos norte-americanos, algo que ele considera inaceitável. No mesmo sentido, o jornalista William Waack também criticou duramente a família Bolsonaro em editorial na CNN. Waack destacou que, ao escrever a carta, Flávio Bolsonaro acabou admitindo que as tarifas impostas por Trump aumentaram a popularidade do presidente Lula. Segundo o jornalista, isso demonstra que a estratégia adotada pela família se mostrou contraproducente e apenas fortaleceu o principal adversário político deles. Waack também observou que os Bolsonaro parecem não compreender a natureza da política de tarifas de Donald Trump. O presidente americano, segundo o jornalista, não age por lealdade a Jair Bolsonaro nem a qualquer outro político estrangeiro. Ele utiliza tarifas como instrumento de pressão comercial em defesa dos interesses dos Estados Unidos, tratando aliados e adversários da mesma forma. A carta de Flávio Bolsonaro e as críticas de Reinaldo Azevedo e William Waack expõem uma contradição clara na estratégia da família. Ao tentar se aproximar de Trump para enfraquecer o governo Lula, os Bolsonaro acabaram reforçando a imagem de Lula como defensor da soberania nacional, enquanto eles próprios são vistos como dispostos a abrir mão de instrumentos importantes do país em troca de favores políticos. O presidente Lula também se manifestou sobre o episódio. Em nota divulgada nas redes sociais, ele classificou a carta enviada por Flávio Bolsonaro como “mais uma atitude de traidores da Pátria”. Lula afirmou que é inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos. O presidente reforçou ainda que o Brasil não está à venda e que a soberania nacional é inegociável. A repercussão da carta e as duras críticas de Reinaldo Azevedo, William Waack e do próprio presidente Lula evidenciam o quanto a aproximação da família Bolsonaro com o governo americano tem se mostrado problemática do ponto de vista político e estratégico. Em vez de enfraquecer o adversário, a iniciativa parece ter contribuído para fortalecer a narrativa de Lula como guardião dos interesses brasileiros diante de pressões externas.
REINALDO AZEVEDO E WILLIAM WAACK DETONAM FLÁVIO BOLSONARO APÓS CARTA A TRUMP O senador Flávio Bolsonaro enviou uma carta ao governo dos Estados Unidos pedindo a retirada das tarifas impostas por Donald Trump sobre produtos brasileiros. O documento gerou forte repercussão negativa e foi duramente criticado por dois dos principais jornalistas políticos do país. No programa O É da Coisa, da Band, Reinaldo Azevedo foi especialmente duro ao analisar a iniciativa de Flávio. Ele afirmou ter vergonha de olhar na cara do senador e classificou a carta como uma verdadeira chantagem contra o povo brasileiro. Segundo Azevedo, Flávio Bolsonaro prometeu aos americanos que, caso seja eleito, o Brasil sairia do Mercosul, facilitaria a vida das empresas Visa e Mastercard e ainda aceitaria colocar o Pix sob regulação dos Estados Unidos. O jornalista foi além ao afirmar que os Bolsonaro estão claramente negociando a soberania nacional em troca de apoio político externo. Para Reinaldo Azevedo, a proposta representa uma entrega de interesses estratégicos do Brasil aos norte-americanos, algo que ele considera inaceitável. No mesmo sentido, o jornalista William Waack também criticou duramente a família Bolsonaro em editorial na CNN. Waack destacou que, ao escrever a carta, Flávio Bolsonaro acabou admitindo que as tarifas impostas por Trump aumentaram a popularidade do presidente Lula. Segundo o jornalista, isso demonstra que a estratégia adotada pela família se mostrou contraproducente e apenas fortaleceu o principal adversário político deles. Waack também observou que os Bolsonaro parecem não compreender a natureza da política de tarifas de Donald Trump. O presidente americano, segundo o jornalista, não age por lealdade a Jair Bolsonaro nem a qualquer outro político estrangeiro. Ele utiliza tarifas como instrumento de pressão comercial em defesa dos interesses dos Estados Unidos, tratando aliados e adversários da mesma forma. A carta de Flávio Bolsonaro e as críticas de Reinaldo Azevedo e William Waack expõem uma contradição clara na estratégia da família. Ao tentar se aproximar de Trump para enfraquecer o governo Lula, os Bolsonaro acabaram reforçando a imagem de Lula como defensor da soberania nacional, enquanto eles próprios são vistos como dispostos a abrir mão de instrumentos importantes do país em troca de favores políticos. O presidente Lula também se manifestou sobre o episódio. Em nota divulgada nas redes sociais, ele classificou a carta enviada por Flávio Bolsonaro como “mais uma atitude de traidores da Pátria”. Lula afirmou que é inaceitável que a família Bolsonaro, com o seu entreguismo, queira submeter o Brasil aos interesses dos Estados Unidos. O presidente reforçou ainda que o Brasil não está à venda e que a soberania nacional é inegociável. A repercussão da carta e as duras críticas de Reinaldo Azevedo, William Waack e do próprio presidente Lula evidenciam o quanto a aproximação da família Bolsonaro com o governo americano tem se mostrado problemática do ponto de vista político e estratégico. Em vez de enfraquecer o adversário, a iniciativa parece ter contribuído para fortalecer a narrativa de Lula como guardião dos interesses brasileiros diante de pressões externas.

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