@trangmoc210981: Nhiều khi em cũng quên mất mình đã 44tuổi🤭

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Saturday 13 December 2025 05:32:37 GMT
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lamxuanhai
xuân hải :
trẻ đẹp
2025-12-13 07:24:27
0
gjatrong
Gia Trọng :
❤❤❤
2025-12-13 05:38:59
0
huyvvn16
huyvvn16 :
🥰🥰🥰
2025-12-13 05:39:22
0
triu.tin.sinh42
Ruồi Trâu :
Anh thấy em là quên anh 35 tuổi... cứ ước có thể đồng tuổi để yêu em😁
2025-12-13 05:39:23
0
tun.anh9667
TUẤN ANH ĐỖ :
🥰🥰🥰🥰🥰
2025-12-13 05:57:59
0
lee.min0806
TRẢ HẾT NỢ THÌ ĐỔI TÊN🤭🤞🏼 :
Xinh 🥰🥰
2025-12-13 06:20:36
0
chaunguyen.868
Châu Nguyễn :
Cô trẻ qoá
2025-12-13 08:13:15
0
phuongle.lc
phuongle.lc :
💐💐💐
2025-12-13 13:05:33
0
rohuynh14
Thi Huỳnh :
Xinh quá ❤️❤️❤️❤️
2025-12-14 04:33:04
0
saeidali75
saeidAli :
ممنونم که غذامو بیشتر کردی
2025-12-24 01:22:54
0
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Um filhote de onça-pintada foi registrado em um momento de interação com a mãe no Parque Nacional Iguazú, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu. As imagens mostram o animal rolando pelo chão e tentando chamar a atenção da mãe durante uma brincadeira. No vídeo, o filhote se aproxima da onça adulta e simula pequenos ataques até conseguir envolvê-la na interação. O registro foi divulgado na terça-feira (11) pelo parque e pelo Projeto Yaguareté, responsável pelo acompanhamento da espécie na região. A mãe é Apepú, uma fêmea identificada pela primeira vez em 2016. De acordo com o projeto, o filhote que aparece nas imagens pertence à segunda ninhada da onça monitorada. Embora a cena tenha aparência de brincadeira, esse tipo de comportamento faz parte do desenvolvimento dos filhotes. Durante as interações com a mãe, eles começam a desenvolver habilidades importantes para a vida adulta, incluindo movimentos utilizados para perseguição de presas, deslocamento pelo território e defesa. Os filhotes de onça-pintada permanecem ao lado da mãe por aproximadamente 18 a 24 meses. Nesse período, aprendem comportamentos e estratégias que serão necessários quando passarem a viver de forma independente. As imagens foram obtidas durante um levantamento realizado por meio de câmeras instaladas no parque. Os equipamentos são utilizados para monitorar a fauna e acompanhar a presença e o comportamento das onças-pintadas na região das Cataratas do Iguaçu. A conservação da espécie está diretamente relacionada à manutenção de áreas preservadas, à existência de presas e à conexão entre os remanescentes de Mata Atlântica. O monitoramento realizado na região ajuda pesquisadores a acompanhar a população e compreender a utilização do território pelas onças.
Um filhote de onça-pintada foi registrado em um momento de interação com a mãe no Parque Nacional Iguazú, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu. As imagens mostram o animal rolando pelo chão e tentando chamar a atenção da mãe durante uma brincadeira. No vídeo, o filhote se aproxima da onça adulta e simula pequenos ataques até conseguir envolvê-la na interação. O registro foi divulgado na terça-feira (11) pelo parque e pelo Projeto Yaguareté, responsável pelo acompanhamento da espécie na região. A mãe é Apepú, uma fêmea identificada pela primeira vez em 2016. De acordo com o projeto, o filhote que aparece nas imagens pertence à segunda ninhada da onça monitorada. Embora a cena tenha aparência de brincadeira, esse tipo de comportamento faz parte do desenvolvimento dos filhotes. Durante as interações com a mãe, eles começam a desenvolver habilidades importantes para a vida adulta, incluindo movimentos utilizados para perseguição de presas, deslocamento pelo território e defesa. Os filhotes de onça-pintada permanecem ao lado da mãe por aproximadamente 18 a 24 meses. Nesse período, aprendem comportamentos e estratégias que serão necessários quando passarem a viver de forma independente. As imagens foram obtidas durante um levantamento realizado por meio de câmeras instaladas no parque. Os equipamentos são utilizados para monitorar a fauna e acompanhar a presença e o comportamento das onças-pintadas na região das Cataratas do Iguaçu. A conservação da espécie está diretamente relacionada à manutenção de áreas preservadas, à existência de presas e à conexão entre os remanescentes de Mata Atlântica. O monitoramento realizado na região ajuda pesquisadores a acompanhar a população e compreender a utilização do território pelas onças.

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