@chewy.cmulfand_base: Martin sings ‘Haru Haruʼ by BIGBANG on Lee Mujin Service Ep.195 🎬 Full on YouTube KBS KPOP 🎧 Posted by: azizah 🐳 daily updates & support from your universe ✦ 📁 #ᴄᴏᴇʀᴜɴɪᴠᴇʀsᴇ 🫟💥 #CORTIS #코르티스 #MARTIN cr: rightful owner | dm for takedown

𝐂.𝐂 𝐌𝐔𝐋𝐅𝐀𝐍𝐃
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Tuesday 16 December 2025 22:40:46 GMT
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Negar que Maria é Mãe de Deus não diz nada contra Maria, apenas diz que Deus não nasceu. Era exatamente isso que estava em jogo em Éfeso, no ano 431. O concílio não se reuniu para exaltar Maria. Se reuniu para responder uma pergunta sobre Cristo: quem foi que nasceu ali? Se foi o Verbo eterno, ela é Mãe de Deus. Se foi outro sujeito, então Deus não entrou na história, só mandou um representante. Três coisas que o vídeo mostra: Os nestorianos não negavam a divindade de Cristo. Nestório a afirmava com todas as letras. O erro dele era separar o Verbo do homem Jesus em dois sujeitos — que é precisamente o que se faz ao dizer “como Deus ele não teve mãe, como homem teve”. Isabel não disse “mãe do meu Salvador”. Lucas 1,43 diz mãe do meu Senhor. E Kyrios é a palavra com que o Antigo Testamento grego traduz o nome divino. E a Escritura usa essa gramática o tempo todo. Paulo chama Tiago de “o irmão do Senhor” (Gl 1,19) e diz que crucificaram “o Senhor da glória” (1Cor 2,8). Deus não pode ser crucificado na natureza divina, e mesmo assim está escrito assim. Quem chama isso de ilógico está chamando Paulo de ilógico. Isso não é nada contra protestante. A Confissão de Fé de Westminster, padrão doutrinário presbiteriano, ensina no capítulo 8 que as duas naturezas foram inseparavelmente unidas em uma pessoa, e que aquilo que é próprio de uma natureza é às vezes atribuído na Escritura à pessoa denominada pela outra. É a regra inteira, escrita na confissão de quem está negando. Lutero e Zwínglio usavam o título sem constrangimento. Calvino foi reticente quanto à expressão, mas no comentário a Lucas 1 reconhece que Isabel chama Maria de mãe do seu Senhor, e que esse Senhor é o Deus eterno. Não é uma questão de devoção. Trata-se de quem estava na manjedoura. Fontes: Concílio de Éfeso (431) e as doze anatematizações de Cirilo de Alexandria, especialmente a primeira; Concílio de Calcedônia (451); Lucas 1,43; Gálatas 1,19; 1Coríntios 2,8; Gálatas 4,4; Confissão de Fé de Westminster, cap. 8, §2 e §7; João Calvino, Comentário a Lucas 1,43. #historiadaigreja #cristianismo #heresia #theotokos
Negar que Maria é Mãe de Deus não diz nada contra Maria, apenas diz que Deus não nasceu. Era exatamente isso que estava em jogo em Éfeso, no ano 431. O concílio não se reuniu para exaltar Maria. Se reuniu para responder uma pergunta sobre Cristo: quem foi que nasceu ali? Se foi o Verbo eterno, ela é Mãe de Deus. Se foi outro sujeito, então Deus não entrou na história, só mandou um representante. Três coisas que o vídeo mostra: Os nestorianos não negavam a divindade de Cristo. Nestório a afirmava com todas as letras. O erro dele era separar o Verbo do homem Jesus em dois sujeitos — que é precisamente o que se faz ao dizer “como Deus ele não teve mãe, como homem teve”. Isabel não disse “mãe do meu Salvador”. Lucas 1,43 diz mãe do meu Senhor. E Kyrios é a palavra com que o Antigo Testamento grego traduz o nome divino. E a Escritura usa essa gramática o tempo todo. Paulo chama Tiago de “o irmão do Senhor” (Gl 1,19) e diz que crucificaram “o Senhor da glória” (1Cor 2,8). Deus não pode ser crucificado na natureza divina, e mesmo assim está escrito assim. Quem chama isso de ilógico está chamando Paulo de ilógico. Isso não é nada contra protestante. A Confissão de Fé de Westminster, padrão doutrinário presbiteriano, ensina no capítulo 8 que as duas naturezas foram inseparavelmente unidas em uma pessoa, e que aquilo que é próprio de uma natureza é às vezes atribuído na Escritura à pessoa denominada pela outra. É a regra inteira, escrita na confissão de quem está negando. Lutero e Zwínglio usavam o título sem constrangimento. Calvino foi reticente quanto à expressão, mas no comentário a Lucas 1 reconhece que Isabel chama Maria de mãe do seu Senhor, e que esse Senhor é o Deus eterno. Não é uma questão de devoção. Trata-se de quem estava na manjedoura. Fontes: Concílio de Éfeso (431) e as doze anatematizações de Cirilo de Alexandria, especialmente a primeira; Concílio de Calcedônia (451); Lucas 1,43; Gálatas 1,19; 1Coríntios 2,8; Gálatas 4,4; Confissão de Fé de Westminster, cap. 8, §2 e §7; João Calvino, Comentário a Lucas 1,43. #historiadaigreja #cristianismo #heresia #theotokos

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