@nurse_pennylane: They say “hotel quality” a lot online… so I didn’t expect much. These surprised me. Soft, supportive, and actually comfortable. Affordable pillows that don’t feel cheap are hard to find but these did the job. @Best Buy Bazaar #pillows #BedroomFinds #SleepUpgrade #TikTokShop ##tiktokshopcreatorpicks

nursepennylane
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Friday 19 December 2025 21:38:30 GMT
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surrealbeing
surrealbeing :
Comfy 💯🔥
2025-12-20 00:31:32
1
kimmytart
Home Vibes by Kimmy🎀 :
These pillows are great
2025-12-19 21:52:09
1
sassy2634
?Sassy? :
😳😳😳
2025-12-20 01:35:56
1
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#Trabalho - Um operador de produção que apresentou 88 atestados médicos em um único ano teve a sua demissão por justa causa mantida pela Justiça do Trabalho após a empresa apresentar registros de que ele atuava como pastor durante parte dos períodos de afastamento. Imagens retiradas das redes sociais de uma igreja e anexadas ao processo mostram o trabalhador palestrando e participando de eventos religiosos nos mesmos dias em que estava oficialmente afastado do trabalho por recomendação médica. O caso foi analisado pela 2ª Vara do Trabalho de São Caetano do Sul, no ABC Paulista. A empresa sustentou que as atividades exercidas pelo empregado eram incompatíveis com as restrições médicas que justificavam suas ausências. Ao recorrer à Justiça, o trabalhador tentou reverter a demissão e retornar ao emprego. Alegou que a empresa havia criado uma justificativa para promover uma dispensa ilegal, mas os argumentos foram rejeitados em primeira instância. Um dos pontos que mais chamaram atenção no processo foi a quantidade de afastamentos médicos registrados. Ao longo de 2025, o trabalhador apresentou 88 atestados médicos. Os documentos recomendavam, em diferentes ocasiões, repouso, afastamento das atividades profissionais e limitação de esforços físicos. Paralelamente, ele participava de cultos, celebrações e encontros religiosos como pastor, conforme registros apresentados nos autos. A empresa afirmou que a demissão não teve qualquer relação com a religião professada pelo funcionário. Segundo a defesa, a punição decorreu do uso dos afastamentos médicos enquanto ele desempenhava atividades consideradas incompatíveis com as recomendações feitas pelos profissionais de saúde. Leia mais no #g1 #g1trabalhoecarreira #tiktoknotícias
#Trabalho - Um operador de produção que apresentou 88 atestados médicos em um único ano teve a sua demissão por justa causa mantida pela Justiça do Trabalho após a empresa apresentar registros de que ele atuava como pastor durante parte dos períodos de afastamento. Imagens retiradas das redes sociais de uma igreja e anexadas ao processo mostram o trabalhador palestrando e participando de eventos religiosos nos mesmos dias em que estava oficialmente afastado do trabalho por recomendação médica. O caso foi analisado pela 2ª Vara do Trabalho de São Caetano do Sul, no ABC Paulista. A empresa sustentou que as atividades exercidas pelo empregado eram incompatíveis com as restrições médicas que justificavam suas ausências. Ao recorrer à Justiça, o trabalhador tentou reverter a demissão e retornar ao emprego. Alegou que a empresa havia criado uma justificativa para promover uma dispensa ilegal, mas os argumentos foram rejeitados em primeira instância. Um dos pontos que mais chamaram atenção no processo foi a quantidade de afastamentos médicos registrados. Ao longo de 2025, o trabalhador apresentou 88 atestados médicos. Os documentos recomendavam, em diferentes ocasiões, repouso, afastamento das atividades profissionais e limitação de esforços físicos. Paralelamente, ele participava de cultos, celebrações e encontros religiosos como pastor, conforme registros apresentados nos autos. A empresa afirmou que a demissão não teve qualquer relação com a religião professada pelo funcionário. Segundo a defesa, a punição decorreu do uso dos afastamentos médicos enquanto ele desempenhava atividades consideradas incompatíveis com as recomendações feitas pelos profissionais de saúde. Leia mais no #g1 #g1trabalhoecarreira #tiktoknotícias

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