@alexatalaoficial: Comecei pela força de “Ìrókó: A árvore cósmica”, de Nádia Taquary; passei pela cartografia das diásporas afro-indígenas de Olivier Marboeuf; e pelo sensível “Templo da água: rio Tietê”, de Leonel Vásquez. Compartilha esse video com alguém que você gosta e venha visitar a 36ª Bienal de São Paulo. Simplesmente Incrível! Vai até 11 de janeiro de 2026, com entrada e programação gratuitas.