Heitor :
Pior que os cara não aceita.
Vivemos numa cultura extremamenteachista machista, convivo com gente que fala umas barbárie como se fosse normal tlgd.
Realmente qualquer pessoa é um potencial agressor (a), o problema é que os homens são maioria no quesito agressividade sim!
A grande e esmagadora causa de morte das mulheres são o f3minick!di0, tendo a portecentagem de até 90%, homens no entanto 95% pra mais m0rr3m por acidentes ou por outros homens, tendo uma porcentagem de 15% pra menos sendo uma mulher autora do crime, além de que a maior parte desses 15% sendo causas não domésticas, vulgo fora de relacionamentos.
Esses dados são de fácil acesso pelos sites que vou soltar aqui:
IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Atlas da Violência)
SINESP (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública)
MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública)
MM (Ministério das Mulheres)
IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
DATASUS (Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde)
Não tem como refutar que existe sim uma discrepância, a agressividade masculina é generalizada e mais recorrente SIM!
Se não nos identificamos como possíveis agressores, seja pela influência social que vivemos ou talvez pela própria criação de casa (o que não foi meu caso graças a Deus, meu pai é extremamente progressista), e procurar estudar sobre e até mesmo dependendo procurar ajuda psicológica caso sinta uma vontade de agr3d!r uma mulher, nunca vamos conseguir diminuir a taxa de casos e assim conseguir mais confiança do público feminino, isso é fato.
Se continuarem deixar o público incel e m!sóg!n0 crescer, o Femismo vai continuar crescendo tb.
(Obs: Femismo é um movimento que nem o incel e outros da cultura machista, só que com o objetivo de subjulgar e odiar homens, diferente do feminismo que busca igualdade)
2025-12-27 14:33:01