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@diallo98ibra: Ami beauté N*1 au grand marché de kabala TEL : 70-02-26-81
Ami beauté
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Sunday 11 January 2026 20:27:37 GMT
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Comments
mary.dianka :
❤️❤️❤️
2026-01-11 20:48:51
1
diallo :
❤️❤️❤️
2026-01-11 20:59:57
1
Jeune milliardaire :
❤❤❤
2026-01-12 10:15:01
1
fatouchka :
🥰🥰🥰
2026-01-12 09:04:56
1
Ramata Coulibaly :
🥰🥰🥰
2026-01-13 12:32:16
1
👌ismail Doukoure 💰 :
🥰🥰🥰
2026-01-20 15:04:15
1
M-k Succès🇲🇱🐊🐊🇨🇬Bahamas :
🥰🥰🥰
2026-02-14 22:32:23
1
papa ka lagare🥰 :
❤❤❤
2026-01-11 20:45:12
1
mimi choko :
❤❤❤
2026-01-14 14:53:10
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A frieza que Jesseka Martin diz ter encontrado em hospitais dos Estados Unidos deu lugar a uma experiência completamente diferente durante uma internação no Brasil. Grávida e após enfrentar um problema de saúde, a professora de inglês e criadora de conteúdo norte-americana passou 12 dias sob cuidados médicos e afirmou ter se surpreendido com a forma como foi acolhida no Sistema Único de Saúde (SUS). “Toda a equipe do hospital me trata como um ser humano”, relatou. Natural do Alasca, Jesseka contou que chegou apreensiva ao hospital por causa das experiências anteriores em seu país. Segundo ela, nos Estados Unidos, a relação entre paciente e instituição de saúde costuma ser marcada por uma lógica mais comercial. “Nos EUA, sinto que você é tratada como cliente e a relação entre o hospital e o paciente é extremamente fria. E eu sabia que a cultura brasileira é muito calorosa. Mas a experiência no hospital me surpreendeu positivamente pela forma como sou tratada”, afirmou. Em uma publicação no TikTok, a norte-americana disse que não sabia exatamente o que esperar do sistema público brasileiro. A percepção começou a mudar já nos primeiros dias de internação. “Desde o primeiro dia, fui tratada com muito respeito, atenção e carinho por médicos, enfermeiros e toda a equipe”, escreveu. Jesseka também destacou o impacto de poder receber atendimento hospitalar prolongado sem a cobrança de uma conta médica no momento da alta. “É totalmente gratuito. É algo impressionante. É maravilhoso”, afirmou a criadora de conteúdo, ao comentar que voltaria para casa sem precisar desembolsar dinheiro diretamente pelo período em que permaneceu internada. O relato chamou atenção especialmente pela comparação com os Estados Unidos, país que não possui um sistema universal de saúde nos moldes do SUS e onde despesas médicas podem representar um alto custo para pacientes. Nos comentários, brasileiros aproveitaram a publicação para defender a importância do SUS, mas também houve críticas ao uso da palavra “grátis”. Uma internauta argumentou que o atendimento é financiado pelos impostos pagos pela população. Jesseka respondeu que estava se referindo à ausência de cobrança no momento da prestação do serviço e lembrou que também paga tributos no Brasil como pessoa física e jurídica. “Eu sei muito bem que existe imposto, que inclusive eu pago como pessoa física e jurídica, pois tenho uma empresa no Brasil. No meu país, nós também pagamos muitos impostos e não temos nem um serviço básico de saúde”, rebateu. A resposta ampliou a repercussão do vídeo e reforçou o contraste apontado pela norte-americana entre sua experiência hospitalar nos Estados Unidos e o atendimento recebido durante a gravidez no Brasil.
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