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DŨNG BUS KIM LONG 99 - Q12
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Monday 12 January 2026 03:45:29 GMT
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dulichconphungbentre
⛵️DU LỊCH CỒN PHỤNG BẾN TRE 🌴 :
🥰🥰
2026-02-05 15:59:20
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phamvuky1
kỳ bò sữa 68 idol ❤️❤️😄😄 :
🤗🤗🤗
2026-01-12 12:19:47
0
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DIREITO DO CONSUMIDOR | Uma doceria mineira é acusada de práticas abusivas contra consumidores durante a Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato), no Ceará. Clientes que estiveram no local na última quinta-feira (16) relatam que pagaram valores de até R$ 300 por um único produto. Segundo os relatos, a informação visível era de que os doces custavam R$ 19,90 a cada 100 gramas. Após o consumidor indicar o tamanho da fatia desejada, o produto era pesado e somente então o valor final era informado. Em alguns casos, os clientes perceberam que o preço do produto ficava muito acima do esperado, mas afirmam que não tiveram a possibilidade de desistir da compra. O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) realizou uma fiscalização na barraca após receber denúncias e constatou que os preços não estavam exibidos de forma clara aos consumidores. De acordo com a equipe de vistoria, não havia indicação do tamanho ou do peso das porções, de modo que os clientes faziam a compra sem saber qual seria o valor final. Segundo o promotor de Justiça Thiago Marques, as informações sobre preço, quantidade e qualidade precisam estar expressas de forma visível e transparente ao consumidor.
DIREITO DO CONSUMIDOR | Uma doceria mineira é acusada de práticas abusivas contra consumidores durante a Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato), no Ceará. Clientes que estiveram no local na última quinta-feira (16) relatam que pagaram valores de até R$ 300 por um único produto. Segundo os relatos, a informação visível era de que os doces custavam R$ 19,90 a cada 100 gramas. Após o consumidor indicar o tamanho da fatia desejada, o produto era pesado e somente então o valor final era informado. Em alguns casos, os clientes perceberam que o preço do produto ficava muito acima do esperado, mas afirmam que não tiveram a possibilidade de desistir da compra. O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) realizou uma fiscalização na barraca após receber denúncias e constatou que os preços não estavam exibidos de forma clara aos consumidores. De acordo com a equipe de vistoria, não havia indicação do tamanho ou do peso das porções, de modo que os clientes faziam a compra sem saber qual seria o valor final. Segundo o promotor de Justiça Thiago Marques, as informações sobre preço, quantidade e qualidade precisam estar expressas de forma visível e transparente ao consumidor. "O adequado é a pessoa ver um produto e saber a que corresponde 100 gramas para pedir um tamanho parecido a ser pesado. É diferente quando a pessoa, apenas no 'olhômetro', pede o corte do doce", explicou. O MPCE recomendou a melhoria na exposição das informações sobre os produtos, inclusive em relação ao prazo de validade. Caso o estabelecimento não faça as adequações, poderá ser interditado. Um representante da Doceria Deleites, envolvida no caso, negou que tenha havido "golpe" ou "enganação". De acordo com o homem, identificado como Fausto, há pessoas que "não entendem direito as coisas" explicadas durante a venda. 📲 Leia mais em itatiaia.com.br 📹 Reprodução | Redes Sociais 📝 Luisa Marques #news #doce #Brasil #Ceará #MPCE

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