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Minh_Phun_Xam_Tham_My
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Tuesday 20 January 2026 07:15:33 GMT
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tn_8107
Thà Người Đừng Hứa :
👍👍👍
2026-01-20 07:47:18
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Siga @psicologocarmo para mais conteúdos sobre TEA, TDAH, ansiedade, infância e vida adulta. O vídeo é engraçado e, ao mesmo tempo, muito real: uma criança tentando falar certas palavras e, por causa da dicção em desenvolvimento, dizendo “cu”, “caralho”, “galinha com H” e outras variações que imediatamente acendem o alerta dos adultos. Do ponto de vista do desenvolvimento, isso é totalmente esperado: a criança ainda está afinando a musculatura da boca e da língua, organizando sons e repetindo o que ouve, muitas vezes sem entender exatamente o que aquilo significa. Em muitas famílias, a reação imediata é bronca, vergonha ou risada exagerada: “que feio”, “não fala isso”, “olha que palavra mais feia”. O problema é que a criança, nessa fase, não está “sendo mal‑educada” ou “aprendendo palavrão”; ela só está treinando a fala e reproduzindo sons que captou no ambiente. Quando o adulto responde só com choque moral, a criança pode aprender que certas palavras são “proibidas”, mas não necessariamente entende o porquê, nem aprende a lidar com situações em que vai ouvir essas mesmas palavras fora de casa. O que ajuda de fato é nomear com calma (“essa palavra muitas pessoas consideram feia”, “ela é usada quando alguém está muito bravo, mas não é a melhor forma de se expressar”) e oferecer alternativas de expressão. Na clínica, muitos adultos com ansiedade lembram de episódios da infância em que foram humilhados por falar “palavra feia” sem entender o significado, e carregam até hoje vergonha de dizer certas coisas ou medo de “falar errado”. Educar a linguagem é também proteger a saúde emocional: deixar a criança errar, corrigir sem humilhar e ensinar que palavras podem machucar, mas também podem acolher, explicar e conectar. #infancia #desenvolvimentoinfantil #dicçaoinfantil #saudeemocional #parentalidade
Siga @psicologocarmo para mais conteúdos sobre TEA, TDAH, ansiedade, infância e vida adulta. O vídeo é engraçado e, ao mesmo tempo, muito real: uma criança tentando falar certas palavras e, por causa da dicção em desenvolvimento, dizendo “cu”, “caralho”, “galinha com H” e outras variações que imediatamente acendem o alerta dos adultos. Do ponto de vista do desenvolvimento, isso é totalmente esperado: a criança ainda está afinando a musculatura da boca e da língua, organizando sons e repetindo o que ouve, muitas vezes sem entender exatamente o que aquilo significa. Em muitas famílias, a reação imediata é bronca, vergonha ou risada exagerada: “que feio”, “não fala isso”, “olha que palavra mais feia”. O problema é que a criança, nessa fase, não está “sendo mal‑educada” ou “aprendendo palavrão”; ela só está treinando a fala e reproduzindo sons que captou no ambiente. Quando o adulto responde só com choque moral, a criança pode aprender que certas palavras são “proibidas”, mas não necessariamente entende o porquê, nem aprende a lidar com situações em que vai ouvir essas mesmas palavras fora de casa. O que ajuda de fato é nomear com calma (“essa palavra muitas pessoas consideram feia”, “ela é usada quando alguém está muito bravo, mas não é a melhor forma de se expressar”) e oferecer alternativas de expressão. Na clínica, muitos adultos com ansiedade lembram de episódios da infância em que foram humilhados por falar “palavra feia” sem entender o significado, e carregam até hoje vergonha de dizer certas coisas ou medo de “falar errado”. Educar a linguagem é também proteger a saúde emocional: deixar a criança errar, corrigir sem humilhar e ensinar que palavras podem machucar, mas também podem acolher, explicar e conectar. #infancia #desenvolvimentoinfantil #dicçaoinfantil #saudeemocional #parentalidade

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