@_lilheat_: This Valentine kiss makeup look was so cute and fun to do 💋 #makeup #beauty #ValentinesDay

Kenzie Carter
Kenzie Carter
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Wednesday 21 January 2026 04:12:55 GMT
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Comments

chyna.rose
✨CHYNA ROSE✨ :
Oh I love this shade 🔥🔥🔥
2026-01-21 04:14:52
2
yagirlmeranda1
MerandaTrivette :
Absolutely stunning
2026-01-21 04:16:05
0
nikkipaige4
NicoleSteffey :
I can’t wait to see what you come out with next at your brand! This lip is everything 🔥🔥
2026-01-21 18:56:29
0
carliefinn08
Carlie Finnerty🎀 :
Your absolutely so gorgeous I wanna be you
2026-01-21 04:43:44
0
sworn.beauty
Sworn Cosmetics | Lipstick :
We love this idea ❤️
2026-01-25 05:34:16
0
tati.ixx
tati.ixx :
I know how I’m doing my makeup for work that day 😌
2026-01-21 04:53:16
0
molly_mariee31
Smolls💋❎ :
So cute
2026-01-23 16:17:21
0
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Nos anos 1970s, o psicólogo Edward Tronick conduziu um experimento que ficou conhecido como The Still Face Experiment 👇 A cena é simples e, ao mesmo tempo, difícil de assistir. Uma mãe está interagindo com seu bebê. Ela sorri, responde, imita os sons, conversa com o olhar. O bebê reage, se anima, tenta mais contato. De repente, a mãe muda. O rosto fica completamente neutro. Ela para de responder. Não há sorriso, não há retorno. No começo, o bebê tenta de tudo. Ele sorri mais, vocaliza, se mexe, chama. O corpo inteiro entra em ação para recuperar aquela conexão que existia segundos antes. Mas nada acontece. E então algo muda. O estudo mostra que bebês entre 2 e 12 meses não são passivos. Na verdade, eles já são sensíveis às pistas emocionais e à interação social. O estudo também destaca a importância do processo de “reparação”, em que os cuidadores ajudam a criança a regular suas emoções após um período de estresse. O experimento não “prova” diretamente que ali nascem os estilos de apego ansioso ou evitativo. A relação com padrões de apego é uma interpretação teórica posterior, baseada na teoria do apego e em estudos sobre regulação emocional. Por exemplo, aqui começamos a entender como certos padrões de apego podem se formar. Quando, diante da desconexão, a criança aprende que precisa intensificar para ser vista, pode nascer um padrão ansioso. O corpo registra algo como: “Se eu tentar mais, se eu insistir mais, talvez o amor volte.” Na vida adulta, isso pode se traduzir em relações onde amar parece correr atrás, provar valor, se esforçar para não perder. Por outro lado, quando a experiência é de que nada do que eu faça muda o outro, pode surgir um padrão evitativo. O corpo aprende: “Sentir demais dói. Melhor não precisar.” E, mais tarde, a proximidade pode parecer invasiva, sufocante, perigosa. Não porque a pessoa não sinta. Mas porque aprendeu que sentir não garantia segurança. Portanto, na vida adulta, isso pode aparecer como apego ansioso ou evitativo. Um tenta demais. O outro tenta de menos. Mas, no fundo, ambos estão tentando a mesma coisa: segurança. Assim, não trata-se de falhas, mas de estilos ADAPTATIVOS diferentes. 📩 Bruna Fragas | Psicologia Clínica
 link na bio #psicologia #saudemental #autoconhecimento #maternidadereal #relacionamento
Nos anos 1970s, o psicólogo Edward Tronick conduziu um experimento que ficou conhecido como The Still Face Experiment 👇 A cena é simples e, ao mesmo tempo, difícil de assistir. Uma mãe está interagindo com seu bebê. Ela sorri, responde, imita os sons, conversa com o olhar. O bebê reage, se anima, tenta mais contato. De repente, a mãe muda. O rosto fica completamente neutro. Ela para de responder. Não há sorriso, não há retorno. No começo, o bebê tenta de tudo. Ele sorri mais, vocaliza, se mexe, chama. O corpo inteiro entra em ação para recuperar aquela conexão que existia segundos antes. Mas nada acontece. E então algo muda. O estudo mostra que bebês entre 2 e 12 meses não são passivos. Na verdade, eles já são sensíveis às pistas emocionais e à interação social. O estudo também destaca a importância do processo de “reparação”, em que os cuidadores ajudam a criança a regular suas emoções após um período de estresse. O experimento não “prova” diretamente que ali nascem os estilos de apego ansioso ou evitativo. A relação com padrões de apego é uma interpretação teórica posterior, baseada na teoria do apego e em estudos sobre regulação emocional. Por exemplo, aqui começamos a entender como certos padrões de apego podem se formar. Quando, diante da desconexão, a criança aprende que precisa intensificar para ser vista, pode nascer um padrão ansioso. O corpo registra algo como: “Se eu tentar mais, se eu insistir mais, talvez o amor volte.” Na vida adulta, isso pode se traduzir em relações onde amar parece correr atrás, provar valor, se esforçar para não perder. Por outro lado, quando a experiência é de que nada do que eu faça muda o outro, pode surgir um padrão evitativo. O corpo aprende: “Sentir demais dói. Melhor não precisar.” E, mais tarde, a proximidade pode parecer invasiva, sufocante, perigosa. Não porque a pessoa não sinta. Mas porque aprendeu que sentir não garantia segurança. Portanto, na vida adulta, isso pode aparecer como apego ansioso ou evitativo. Um tenta demais. O outro tenta de menos. Mas, no fundo, ambos estão tentando a mesma coisa: segurança. Assim, não trata-se de falhas, mas de estilos ADAPTATIVOS diferentes. 📩 Bruna Fragas | Psicologia Clínica
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