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A eleição para o governo do Rio de Janeiro ganhou mais um capítulo na Justiça. O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu explicações ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o PSD, partido do ex-prefeito Eduardo Paes, recorrer para tentar garantir a realização de um segundo turno. A disputa envolve a anulação dos 274,4 mil votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos), cuja candidatura ainda era questionada judicialmente durante a eleição. Com a retirada desses votos da contagem, Douglas Ruas (PL), que havia alcançado 49,27% dos votos válidos, passou a superar a marca de 50% e foi declarado vencedor no primeiro turno. Antes dessa decisão, a previsão era de um segundo turno entre Ruas e Paes, marcado para 25 de outubro. O PSD argumenta que a exclusão posterior dos votos de Garotinho não deveria alterar o critério utilizado para definir se a eleição seria decidida em uma ou duas etapas. Zanin, porém, não determinou a realização de um segundo turno. O ministro solicitou informações ao TSE e abriu prazo para manifestações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR). Por enquanto, a vitória de Douglas Ruas continua reconhecida pela Justiça Eleitoral, e não há decisão do STF restabelecendo a votação prevista para 25 de outubro. O caso levanta uma discussão importante sobre as regras eleitorais e os efeitos de uma candidatura posteriormente invalidada sobre o resultado das urnas. A disputa agora é jurídica, e a definição dependerá da análise dos argumentos apresentados ao Supremo. FONTE: R7
A eleição para o governo do Rio de Janeiro ganhou mais um capítulo na Justiça. O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu explicações ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o PSD, partido do ex-prefeito Eduardo Paes, recorrer para tentar garantir a realização de um segundo turno. A disputa envolve a anulação dos 274,4 mil votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos), cuja candidatura ainda era questionada judicialmente durante a eleição. Com a retirada desses votos da contagem, Douglas Ruas (PL), que havia alcançado 49,27% dos votos válidos, passou a superar a marca de 50% e foi declarado vencedor no primeiro turno. Antes dessa decisão, a previsão era de um segundo turno entre Ruas e Paes, marcado para 25 de outubro. O PSD argumenta que a exclusão posterior dos votos de Garotinho não deveria alterar o critério utilizado para definir se a eleição seria decidida em uma ou duas etapas. Zanin, porém, não determinou a realização de um segundo turno. O ministro solicitou informações ao TSE e abriu prazo para manifestações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR). Por enquanto, a vitória de Douglas Ruas continua reconhecida pela Justiça Eleitoral, e não há decisão do STF restabelecendo a votação prevista para 25 de outubro. O caso levanta uma discussão importante sobre as regras eleitorais e os efeitos de uma candidatura posteriormente invalidada sobre o resultado das urnas. A disputa agora é jurídica, e a definição dependerá da análise dos argumentos apresentados ao Supremo. FONTE: R7

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