@buseaydgn: So happy with this experience ✨ Huge thank you to the Chadam Hair Lounge team for the care, precision, and attention to detail. This is definitely my new go-to. #hairextensions #fyp #koreanhairextension

Buse Demirel
Buse Demirel
Open In TikTok:
Region: US
Saturday 31 January 2026 08:06:18 GMT
554
15
0
0

Music

Download

Comments

There are no more comments for this video.
To see more videos from user @buseaydgn, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

No atendimento clínico veterinário, uma das situações mais delicadas é quando o tutor não autoriza a realização de exames complementares necessários para fechar o diagnóstico. Essa realidade está presente tanto na medicina de pequenos animais quanto na medicina de grandes animais, embora com particularidades próprias de cada área. O exame clínico é a base da medicina veterinária, seja no consultório de pequenos animais, seja no campo atendendo bovinos, equinos ou outros animais de produção. A anamnese detalhada, o exame físico minucioso e a experiência profissional permitem levantar hipóteses diagnósticas importantes. Porém, a medicina moderna é fundamentada em evidências, e exames complementares — como hemograma, bioquímica sérica, ultrassonografia, radiografia, exames coproparasitológicos, testes hormonais, exames reprodutivos ou análises laboratoriais específicas — são ferramentas essenciais para confirmar suspeitas, definir prognóstico e direcionar a conduta terapêutica correta. Na medicina de pequenos animais Em cães e gatos, é comum a recusa estar associada a questões financeiras, receio do resultado ou subestimação da gravidade do quadro. Muitas vezes o tutor deseja “apenas uma medicação para melhorar”, sem compreender que determinados sinais clínicos podem indicar doenças sistêmicas graves, silenciosas ou progressivas. Tratar apenas com base em presunção pode levar a: 	•	Uso inadequado de antibióticos ou anti-inflamatórios 	•	Mascaramento de doenças metabólicas, renais, hepáticas ou endócrinas 	•	Agravamento do quadro clínico 	•	Retorno em estado mais crítico Na medicina de grandes animais Já em bovinos, equinos e outras espécies de produção, a decisão frequentemente envolve análise econômica. O produtor avalia custo-benefício, valor zootécnico do animal, produtividade e impacto financeiro da investigação diagnóstica. Entretanto, a ausência de exames pode resultar em: 	•	Perdas reprodutivas não identificadas 	•	Doenças infecciosas disseminadas no rebanho 	•	Queda de desempenho produtivo 	•	Tratamentos ineficazes que aumentam o custo final Em equinos de esporte, por exemplo, a falta de diagnóstico preciso pode comprometer desempenho atlético e carreira. Em bovinocultura leiteira, uma doença metabólica mal investigada pode afetar toda a produção do lote. A responsabilidade ética e técnica Quando o tutor ou produtor não autoriza exames, cabe ao médico-veterinário: 	•	Explicar com clareza a necessidade dos exames 	•	Informar riscos da não realização 	•	Apresentar alternativas possíveis, quando houver 	•	Registrar formalmente a recomendação e a recusa A reflexão que se impõe é que a medicina veterinária é uma prática técnica exercida dentro de limites impostos por decisões humanas. O animal, que é o paciente, não decide. O profissional depende da autorização de quem detém a responsabilidade legal. Existe um equilíbrio delicado entre respeitar a autonomia do tutor/produtor e preservar o bem-estar animal. A conduta ética exige que o veterinário oriente, documente e atue dentro do que é possível, sem abrir mão da responsabilidade técnica. A medicina de pequenos e grandes animais compartilha o mesmo princípio fundamental: não há tratamento ideal sem diagnóstico adequado. Quando essa etapa é suprimida, aumenta-se a incerteza, o risco e, muitas vezes, o sofrimento. No fim, o atendimento clínico é mais do que prescrever medicamentos — é construir uma relação de confiança, baseada em ciência, transparência e responsabilidade compartilhada. O verdadeiro desafio não está apenas em diagnosticar doenças, mas em alinhar expectativas e decisões para que o paciente receba o cuidado que realmente precisa.@João357 @AGROSHOP N&G #agroshopng
No atendimento clínico veterinário, uma das situações mais delicadas é quando o tutor não autoriza a realização de exames complementares necessários para fechar o diagnóstico. Essa realidade está presente tanto na medicina de pequenos animais quanto na medicina de grandes animais, embora com particularidades próprias de cada área. O exame clínico é a base da medicina veterinária, seja no consultório de pequenos animais, seja no campo atendendo bovinos, equinos ou outros animais de produção. A anamnese detalhada, o exame físico minucioso e a experiência profissional permitem levantar hipóteses diagnósticas importantes. Porém, a medicina moderna é fundamentada em evidências, e exames complementares — como hemograma, bioquímica sérica, ultrassonografia, radiografia, exames coproparasitológicos, testes hormonais, exames reprodutivos ou análises laboratoriais específicas — são ferramentas essenciais para confirmar suspeitas, definir prognóstico e direcionar a conduta terapêutica correta. Na medicina de pequenos animais Em cães e gatos, é comum a recusa estar associada a questões financeiras, receio do resultado ou subestimação da gravidade do quadro. Muitas vezes o tutor deseja “apenas uma medicação para melhorar”, sem compreender que determinados sinais clínicos podem indicar doenças sistêmicas graves, silenciosas ou progressivas. Tratar apenas com base em presunção pode levar a: • Uso inadequado de antibióticos ou anti-inflamatórios • Mascaramento de doenças metabólicas, renais, hepáticas ou endócrinas • Agravamento do quadro clínico • Retorno em estado mais crítico Na medicina de grandes animais Já em bovinos, equinos e outras espécies de produção, a decisão frequentemente envolve análise econômica. O produtor avalia custo-benefício, valor zootécnico do animal, produtividade e impacto financeiro da investigação diagnóstica. Entretanto, a ausência de exames pode resultar em: • Perdas reprodutivas não identificadas • Doenças infecciosas disseminadas no rebanho • Queda de desempenho produtivo • Tratamentos ineficazes que aumentam o custo final Em equinos de esporte, por exemplo, a falta de diagnóstico preciso pode comprometer desempenho atlético e carreira. Em bovinocultura leiteira, uma doença metabólica mal investigada pode afetar toda a produção do lote. A responsabilidade ética e técnica Quando o tutor ou produtor não autoriza exames, cabe ao médico-veterinário: • Explicar com clareza a necessidade dos exames • Informar riscos da não realização • Apresentar alternativas possíveis, quando houver • Registrar formalmente a recomendação e a recusa A reflexão que se impõe é que a medicina veterinária é uma prática técnica exercida dentro de limites impostos por decisões humanas. O animal, que é o paciente, não decide. O profissional depende da autorização de quem detém a responsabilidade legal. Existe um equilíbrio delicado entre respeitar a autonomia do tutor/produtor e preservar o bem-estar animal. A conduta ética exige que o veterinário oriente, documente e atue dentro do que é possível, sem abrir mão da responsabilidade técnica. A medicina de pequenos e grandes animais compartilha o mesmo princípio fundamental: não há tratamento ideal sem diagnóstico adequado. Quando essa etapa é suprimida, aumenta-se a incerteza, o risco e, muitas vezes, o sofrimento. No fim, o atendimento clínico é mais do que prescrever medicamentos — é construir uma relação de confiança, baseada em ciência, transparência e responsabilidade compartilhada. O verdadeiro desafio não está apenas em diagnosticar doenças, mas em alinhar expectativas e decisões para que o paciente receba o cuidado que realmente precisa.@João357 @AGROSHOP N&G #agroshopng

About