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Itália Suíça via Milão Milão Tirano St. Moritz A viagem começa em Milão. O bilhete costuma ser fácil de comprar na hora. O ponto de atenção não é o ticket, é o assento. Quem chega antes entra primeiro e escolhe melhor. Quem chega em cima da hora pode ir em pé. Já saia preparado em relação à roupa. Vá vestido em camadas, pensando que o trem do Bernina costuma ser quente por dentro e você vai tirar e colocar blusas ao longo do caminho. Nada de exagerar por baixo. O calçado faz parte desse conjunto desde o início. Use botas impermeáveis com sola isolante e meia térmica. O frio vem do chão e tênis comum compromete a experiência. O trecho até Tirano é tranquilo e serve para se organizar e ajustar a roupa. Em Tirano acontece a troca de trem e a principal decisão da viagem. Bernina Express é mais caro, fechado, panorâmico e com lugar marcado. O trem regional é mais barato, tem janelas que abrem e não oferece serviço de bordo. A paisagem é a mesma. No regional, o bilhete não garante assento. Chegou cedo, senta. Chegou mais tarde, pode ir em pé. Mesmo sentado, você pode ser deslocado se o trem encher. Quando existir a opção, vale pagar poucos euros para garantir o lugar e evitar trocas durante o trajeto. No trem regional, abrir as janelas faz parte da experiência, mas exige cuidado. Não coloque o corpo para fora. O trem passa muito próximo de pontes, paredes e trechos estreitos. Pode entrar frio intenso e até neve inesperada. Durante a subida dos Alpes, foque na paisagem. Esse é o trecho mais bonito do dia e merece atenção total. Chegando em St. Moritz, o tempo costuma ser curto. Se a ideia for bate e volta, para comer prefira algo rápido na própria estação ou nos arredores imediatos. O último trem retorna cedo e não vale arriscar o horário com refeições longas. Se a ideia for esquiar, o cenário muda. Chegar cedo e reservar hotel faz sentido, porque o bate e volta fica apertado justamente pelo horário do último regresso. Na volta vem a dica final. Normalmente já está escuro e a paisagem perde o protagonismo. Aí sim vale levar um bom vinho e copos descartáveis. No trem regional não há serviço de bordo e é permitido comer e beber. O retorno fica mais leve, mais descontraído e fecha o dia do jeito certo.
Itália Suíça via Milão Milão Tirano St. Moritz A viagem começa em Milão. O bilhete costuma ser fácil de comprar na hora. O ponto de atenção não é o ticket, é o assento. Quem chega antes entra primeiro e escolhe melhor. Quem chega em cima da hora pode ir em pé. Já saia preparado em relação à roupa. Vá vestido em camadas, pensando que o trem do Bernina costuma ser quente por dentro e você vai tirar e colocar blusas ao longo do caminho. Nada de exagerar por baixo. O calçado faz parte desse conjunto desde o início. Use botas impermeáveis com sola isolante e meia térmica. O frio vem do chão e tênis comum compromete a experiência. O trecho até Tirano é tranquilo e serve para se organizar e ajustar a roupa. Em Tirano acontece a troca de trem e a principal decisão da viagem. Bernina Express é mais caro, fechado, panorâmico e com lugar marcado. O trem regional é mais barato, tem janelas que abrem e não oferece serviço de bordo. A paisagem é a mesma. No regional, o bilhete não garante assento. Chegou cedo, senta. Chegou mais tarde, pode ir em pé. Mesmo sentado, você pode ser deslocado se o trem encher. Quando existir a opção, vale pagar poucos euros para garantir o lugar e evitar trocas durante o trajeto. No trem regional, abrir as janelas faz parte da experiência, mas exige cuidado. Não coloque o corpo para fora. O trem passa muito próximo de pontes, paredes e trechos estreitos. Pode entrar frio intenso e até neve inesperada. Durante a subida dos Alpes, foque na paisagem. Esse é o trecho mais bonito do dia e merece atenção total. Chegando em St. Moritz, o tempo costuma ser curto. Se a ideia for bate e volta, para comer prefira algo rápido na própria estação ou nos arredores imediatos. O último trem retorna cedo e não vale arriscar o horário com refeições longas. Se a ideia for esquiar, o cenário muda. Chegar cedo e reservar hotel faz sentido, porque o bate e volta fica apertado justamente pelo horário do último regresso. Na volta vem a dica final. Normalmente já está escuro e a paisagem perde o protagonismo. Aí sim vale levar um bom vinho e copos descartáveis. No trem regional não há serviço de bordo e é permitido comer e beber. O retorno fica mais leve, mais descontraído e fecha o dia do jeito certo.

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