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die.rich78
DIE RICH :
🥰🥰🥰
2026-02-09 12:13:47
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jeanmama.cocowaif
jeanmama.cocowaif :
👌
2026-02-09 14:22:48
0
redothdaanuba16
chairman Koose :
How much is the single door pleace and location?
2026-03-03 10:19:12
0
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@NUV Energia NÓS SÓ NÃO SOMOS HEXA PORQUE ESSE CARA CARREGOU A SELEÇÃO SOZINHO DURANTE ANOS... Tem jogo que termina e deixa uma sensação pior do que a derrota. A sensação de que um jogador tentou puxar o país sozinho. 10 de julho de 2021. Brasil x Argentina. Final da Copa América no Maracanã. De um lado, Messi buscando o primeiro título pela seleção principal. Do outro, Neymar tentando impedir isso. A Argentina abriu o placar com Di María ainda no primeiro tempo. E dali em diante o jogo virou quase uma perseguição. Neymar recebia. Dois chegavam. Às vezes três. Falta. Pancada. Ele levantava. Pedia a bola de novo. Tentava o drible. Buscava espaço. Voltava para construir. Acelerava de novo. Parecia que toda jogada perigosa do Brasil precisava passar por ele. E talvez seja isso que torne aquela final tão triste de rever hoje. Não porque Neymar tenha feito um jogo perfeito. Nem porque o Brasil perdeu apenas por causa dos outros. Futebol nunca é tão simples. Mas aquela partida escancarou uma sensação que acompanhou boa parte da passagem dele pela Seleção: quando o jogo apertava, a responsabilidade quase sempre caía toda nele. Naquela Copa América, Neymar chegou à final com dois gols e três assistências. Era quem mais criava. Quem mais driblava. Quem fazia o ataque respirar. E na decisão, mesmo muito marcado, continuou tentando até o fim. O gol não veio. A Argentina venceu por 1 a 0. Messi levantou a taça. E Neymar terminou abraçado ao antigo companheiro, chorando no gramado. Talvez dizer que o Brasil só não foi hexa porque Neymar precisou carregar tudo sozinho seja exagero. Mas é difícil assistir a noites como essa e não imaginar como seria a história se ele tivesse dividido esse peso com uma geração do mesmo nível. Porque durante anos o Brasil teve um craque capaz de decidir qualquer jogo. O problema é que, muitas vezes, parecia ter apenas ele para tentar decidir. E aquela noite contra a Argentina talvez seja o retrato mais cruel disso. Neymar tentou. Apanhou. Criou. Insistiu. Mas dessa vez, sozinho, não foi suficiente.#futebol #nuvenergia #nuvclipfy #clipfyleague
@NUV Energia NÓS SÓ NÃO SOMOS HEXA PORQUE ESSE CARA CARREGOU A SELEÇÃO SOZINHO DURANTE ANOS... Tem jogo que termina e deixa uma sensação pior do que a derrota. A sensação de que um jogador tentou puxar o país sozinho. 10 de julho de 2021. Brasil x Argentina. Final da Copa América no Maracanã. De um lado, Messi buscando o primeiro título pela seleção principal. Do outro, Neymar tentando impedir isso. A Argentina abriu o placar com Di María ainda no primeiro tempo. E dali em diante o jogo virou quase uma perseguição. Neymar recebia. Dois chegavam. Às vezes três. Falta. Pancada. Ele levantava. Pedia a bola de novo. Tentava o drible. Buscava espaço. Voltava para construir. Acelerava de novo. Parecia que toda jogada perigosa do Brasil precisava passar por ele. E talvez seja isso que torne aquela final tão triste de rever hoje. Não porque Neymar tenha feito um jogo perfeito. Nem porque o Brasil perdeu apenas por causa dos outros. Futebol nunca é tão simples. Mas aquela partida escancarou uma sensação que acompanhou boa parte da passagem dele pela Seleção: quando o jogo apertava, a responsabilidade quase sempre caía toda nele. Naquela Copa América, Neymar chegou à final com dois gols e três assistências. Era quem mais criava. Quem mais driblava. Quem fazia o ataque respirar. E na decisão, mesmo muito marcado, continuou tentando até o fim. O gol não veio. A Argentina venceu por 1 a 0. Messi levantou a taça. E Neymar terminou abraçado ao antigo companheiro, chorando no gramado. Talvez dizer que o Brasil só não foi hexa porque Neymar precisou carregar tudo sozinho seja exagero. Mas é difícil assistir a noites como essa e não imaginar como seria a história se ele tivesse dividido esse peso com uma geração do mesmo nível. Porque durante anos o Brasil teve um craque capaz de decidir qualquer jogo. O problema é que, muitas vezes, parecia ter apenas ele para tentar decidir. E aquela noite contra a Argentina talvez seja o retrato mais cruel disso. Neymar tentou. Apanhou. Criou. Insistiu. Mas dessa vez, sozinho, não foi suficiente.#futebol #nuvenergia #nuvclipfy #clipfyleague

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