@the_scorpion.88: انا مليش وشين #عبارات #اقتباسات #عباراتكم_الفخمه📿📌 #fyp #foryou

Scorpion.88
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Saturday 14 February 2026 19:58:03 GMT
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user86847215496341
عبدالله درويش :
🥰🥰🥰
2026-02-15 17:17:55
1
manalashoor
Menel Ashour :
🥰🥰🥰
2026-02-16 08:28:16
1
thescorpio920
لوحدي لكن لاباس :
عاش
2026-02-16 15:56:11
1
totyfatma
❤️فاطمه toty ❤️ :
2026-02-17 08:57:05
0
totyfatma
❤️فاطمه toty ❤️ :
2026-02-17 08:57:08
0
totyfatma
❤️فاطمه toty ❤️ :
2026-02-17 08:57:17
0
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Siga @ocampograndense | Um vídeo antigo do ex-deputado Roberto Jefferson voltou a circular após as recentes revelações envolvendo o escritório Barci de Moraes, integrado por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. A gravação é de 16 de outubro de 2020, apesar de publicações atribuírem o vídeo a 2021. Na ocasião, Jefferson mencionava valores de R$ 2 milhões e R$ 3 milhões para contratação do escritório e fazia acusações, sem apresentar provas, sobre suposta influência da banca em decisões judiciais. As declarações resultaram em condenação. Em 2021, a Justiça de São Paulo determinou que Jefferson indenizasse Moraes e Viviane por danos morais. As acusações de favorecimento não foram comprovadas. O vídeo voltou aos holofotes por uma coincidência que chamou atenção nas redes: em 2024, mais de três anos depois da gravação, o Banco Master firmou contrato com o Barci de Moraes prevendo pagamentos de R$ 3 milhões líquidos por mês durante 36 meses. O acordo chegaria a R$ 108 milhões líquidos, aproximadamente R$ 131 milhões em valores brutos. Outro elemento revelado recentemente aumentou a repercussão. Metadados encontrados pela Polícia Federal indicaram que uma versão da minuta do contrato foi modificada em uma conta identificada como “Ministro Alexandre de Moraes”. O escritório confirmou que Moraes analisou o documento, mas afirmou que a consulta ocorreu para verificar possíveis impedimentos ou conflitos de interesse antes da contratação. A banca também afirma que prestou efetivamente os serviços e que não representou o Master em processos no STF. A coincidência entre os R$ 3 milhões mencionados por Jefferson em 2020 e os R$ 3 milhões mensais previstos no contrato de 2024 explica a nova viralização, mas não comprova que o ex-deputado tivesse conhecimento antecipado do acordo nem valida suas antigas acusações. Até o momento, não há decisão judicial concluindo que o contrato tenha sido utilizado para compra de decisões ou favorecimento do Banco Master.
Siga @ocampograndense | Um vídeo antigo do ex-deputado Roberto Jefferson voltou a circular após as recentes revelações envolvendo o escritório Barci de Moraes, integrado por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. A gravação é de 16 de outubro de 2020, apesar de publicações atribuírem o vídeo a 2021. Na ocasião, Jefferson mencionava valores de R$ 2 milhões e R$ 3 milhões para contratação do escritório e fazia acusações, sem apresentar provas, sobre suposta influência da banca em decisões judiciais. As declarações resultaram em condenação. Em 2021, a Justiça de São Paulo determinou que Jefferson indenizasse Moraes e Viviane por danos morais. As acusações de favorecimento não foram comprovadas. O vídeo voltou aos holofotes por uma coincidência que chamou atenção nas redes: em 2024, mais de três anos depois da gravação, o Banco Master firmou contrato com o Barci de Moraes prevendo pagamentos de R$ 3 milhões líquidos por mês durante 36 meses. O acordo chegaria a R$ 108 milhões líquidos, aproximadamente R$ 131 milhões em valores brutos. Outro elemento revelado recentemente aumentou a repercussão. Metadados encontrados pela Polícia Federal indicaram que uma versão da minuta do contrato foi modificada em uma conta identificada como “Ministro Alexandre de Moraes”. O escritório confirmou que Moraes analisou o documento, mas afirmou que a consulta ocorreu para verificar possíveis impedimentos ou conflitos de interesse antes da contratação. A banca também afirma que prestou efetivamente os serviços e que não representou o Master em processos no STF. A coincidência entre os R$ 3 milhões mencionados por Jefferson em 2020 e os R$ 3 milhões mensais previstos no contrato de 2024 explica a nova viralização, mas não comprova que o ex-deputado tivesse conhecimento antecipado do acordo nem valida suas antigas acusações. Até o momento, não há decisão judicial concluindo que o contrato tenha sido utilizado para compra de decisões ou favorecimento do Banco Master.

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