@eatswithclaire: Celebrate Lunar New Year with @Chadstone🧧 From soup dumplings at @shanghairedmelb and Lunar New Year goodies at @Maita Aus to the House of the Fire Horse with its zodiac fortunes🥟🥢 Chadstone is bringing the Year of the Horse to life ❤️ ad #Chadstone #lunarnewyear #LNY #chinesenewyear

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Tuesday 17 February 2026 00:09:59 GMT
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Comments

rachellyu1
Rachellyu1 :
Love all of these 🥰🥰🥰
2026-02-17 00:29:11
1
maitaaus
Maita Aus :
Thanks for the shout out!! Happy Year of the Horse!! 🐎
2026-02-18 04:57:14
0
thegeorgeoncollins
The George On Collins :
Yum! You should visit us next time you’re on Collins Street to try our delicious menu ✨🍸🤍🥢
2026-02-26 22:50:16
0
user9800630880155
edwin :
Nice
2026-02-17 01:59:23
1
melbfoodieee
melbourne food 🍒 :
SO JIGGLY
2026-02-18 13:00:40
0
robertogmezbolaos51
roberto gomez bolanos :
🥰🥰🥰
2026-02-17 20:22:07
0
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@zeviannaegabriel Amar hoje nunca foi tão livre…e tão exigente. Por um lado, existe escolha. Ninguém precisa ficar por obrigação. Dá para permanecer, sair, redefinir limites e recomeçar quantas vezes for necessário. Isso empodera, mas também esgota: excesso de opções alimenta comparação constante e a sensação de que sempre pode haver algo “melhor” lá fora. A liberdade amplia possibilidades, mas cobra clareza emocional. Por outro lado, há menos presença e mais ruído. Rotina acelerada, redes sociais, ansiedade e cobranças disputam atenção o tempo inteiro. Relações precisam de cuidado diário, mas o mundo premia distração. Muitas pessoas se gostam, porém vivem distantes no essencial: escuta, tempo de qualidade e prioridade real. A comunicação virou o ponto decisivo. Fala-se muito, entende-se pouco. Mensagens substituem conversas profundas, conflitos são adiados até virarem desgaste, expectativas ficam implícitas e ferem em silêncio. Quando há diálogo honesto, porém, a conexão se fortalece e a parceria amadurece. Também mudaram os papéis. Não existe um único formato que funcione para todos. Liberdade relacional exige responsabilidade afetiva: combinar acordos, revisar limites e sustentar respeito mesmo nas diferenças. Sem maturidade, a autonomia vira instabilidade. E cresce a solidão acompanhada: estar junto sem se sentir visto(a), desejado(a) ou cuidado(a). Muitas relações não acabam por falta de amor, mas por falta de presença consciente. No fundo, os casais hoje vivem entre dois extremos: 💔 o medo de se perder e ❤️ o medo de se prender. Dá certo quando há escolha diária, conversa aberta e atitudes coerentes. Sentir importa — mas é a decisão de cuidar que sustenta. Curtiu? Comenta e segue o nosso perfil para mais conteúdos assim! ❤️ ⚠️ Respeitamos os direitos autorais: conteúdo compartilhado para fins educacionais e de entretenimento. 🎥📚 Se você é o(a) autor(a) e faltou crédito, chama na DM 📩 que resolvemos rápido. Valorizamos o trabalho dos criadores. 🙏💛 #relacionamentos #traicao #zeviannaegabriel #zeviannaegabrielclipfy #clipfyleague
@zeviannaegabriel Amar hoje nunca foi tão livre…e tão exigente. Por um lado, existe escolha. Ninguém precisa ficar por obrigação. Dá para permanecer, sair, redefinir limites e recomeçar quantas vezes for necessário. Isso empodera, mas também esgota: excesso de opções alimenta comparação constante e a sensação de que sempre pode haver algo “melhor” lá fora. A liberdade amplia possibilidades, mas cobra clareza emocional. Por outro lado, há menos presença e mais ruído. Rotina acelerada, redes sociais, ansiedade e cobranças disputam atenção o tempo inteiro. Relações precisam de cuidado diário, mas o mundo premia distração. Muitas pessoas se gostam, porém vivem distantes no essencial: escuta, tempo de qualidade e prioridade real. A comunicação virou o ponto decisivo. Fala-se muito, entende-se pouco. Mensagens substituem conversas profundas, conflitos são adiados até virarem desgaste, expectativas ficam implícitas e ferem em silêncio. Quando há diálogo honesto, porém, a conexão se fortalece e a parceria amadurece. Também mudaram os papéis. Não existe um único formato que funcione para todos. Liberdade relacional exige responsabilidade afetiva: combinar acordos, revisar limites e sustentar respeito mesmo nas diferenças. Sem maturidade, a autonomia vira instabilidade. E cresce a solidão acompanhada: estar junto sem se sentir visto(a), desejado(a) ou cuidado(a). Muitas relações não acabam por falta de amor, mas por falta de presença consciente. No fundo, os casais hoje vivem entre dois extremos: 💔 o medo de se perder e ❤️ o medo de se prender. Dá certo quando há escolha diária, conversa aberta e atitudes coerentes. Sentir importa — mas é a decisão de cuidar que sustenta. Curtiu? Comenta e segue o nosso perfil para mais conteúdos assim! ❤️ ⚠️ Respeitamos os direitos autorais: conteúdo compartilhado para fins educacionais e de entretenimento. 🎥📚 Se você é o(a) autor(a) e faltou crédito, chama na DM 📩 que resolvemos rápido. Valorizamos o trabalho dos criadores. 🙏💛 #relacionamentos #traicao #zeviannaegabriel #zeviannaegabrielclipfy #clipfyleague

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