@yu.2r1: #اكسبلور #explore #فضفضه_هواجيس_اقتباسات #العزلة_وطن_للارواح_المتعبة #اقتباسات_عبارات_خواطر

70B
70B
Open In TikTok:
Region: SA
Saturday 21 February 2026 23:41:42 GMT
6703
174
0
72

Music

Download

Comments

There are no more comments for this video.
To see more videos from user @yu.2r1, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

O governador de #SãoPaulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), saiu em defesa da ação da Polícia Militar (PM) que reintegrou a posse da Reitoria da Universidade de São Paulo (USP), no último domingo (10/5). Tarcísio afirmou, na tarde desta terça-feira (12/5), que a #USP “não pode ser um espaço de baderna, de depredação” e que a polícia “agiu como tinha que agir”. “A gente está falando de financiamento público, aquilo é para todos, não pode haver depredação. E a polícia agiu então como tinha que agir, dentro dos limites da legalidade”, declarou. Segundo o governador, a própria USP chamou a Polícia Militar quando houve a ocupação do prédio da Reitoria. No entanto, a universidade negou ter sido avisada sobre a reintegração na madrugada. Durante a ação, cerca de 50 policiais militares agrediram estudantes com cassetetes e utilizaram bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para desocupar a Reitoria. O prédio estava ocupado por estudantes desde a quinta-feira (7/5), em meio à greve motivada pelo aumento de benefício estudantil. Segundo o Diretório Central dos Estudantes (DCE), dezenas de alunos ficaram feridos e quatro foram detidos. Na versão da Secretaria da Segurança Pública (#SSP), contudo, a desocupação foi concluída sem registros de feridos. A pasta acrescentou que teriam sido apreendidos entorpecentes, armas brancas e objetos contundentes no prédio. Um boletim de ocorrência por dano ao patrimônio público e alteração de limites foi registrado no 7º Distrito Policial (Lapa). Após a qualificação, os detidos foram liberados. O DCE responsabilizou o reitor da USP, Aluísio Segurado, e o chefe de gabinete do reitor, Edmilson de Freitas, pela violência e questionou sobre a ação ter sido realizada sem determinação judicial. Por parte da USP, a universidade lamentou os acontecimentos e repudiou que a “violência substitua o diálogo, a pluralidade de ideias e a convivência democrática como forma de avanço de pautas e solução de controvérsias”. A Reitoria afirmou que continuará atuando com responsabilidade institucional, buscando a pacificação do ambiente universitário. #tiktoknotícias  🤳 Reprodução
O governador de #SãoPaulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), saiu em defesa da ação da Polícia Militar (PM) que reintegrou a posse da Reitoria da Universidade de São Paulo (USP), no último domingo (10/5). Tarcísio afirmou, na tarde desta terça-feira (12/5), que a #USP “não pode ser um espaço de baderna, de depredação” e que a polícia “agiu como tinha que agir”. “A gente está falando de financiamento público, aquilo é para todos, não pode haver depredação. E a polícia agiu então como tinha que agir, dentro dos limites da legalidade”, declarou. Segundo o governador, a própria USP chamou a Polícia Militar quando houve a ocupação do prédio da Reitoria. No entanto, a universidade negou ter sido avisada sobre a reintegração na madrugada. Durante a ação, cerca de 50 policiais militares agrediram estudantes com cassetetes e utilizaram bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para desocupar a Reitoria. O prédio estava ocupado por estudantes desde a quinta-feira (7/5), em meio à greve motivada pelo aumento de benefício estudantil. Segundo o Diretório Central dos Estudantes (DCE), dezenas de alunos ficaram feridos e quatro foram detidos. Na versão da Secretaria da Segurança Pública (#SSP), contudo, a desocupação foi concluída sem registros de feridos. A pasta acrescentou que teriam sido apreendidos entorpecentes, armas brancas e objetos contundentes no prédio. Um boletim de ocorrência por dano ao patrimônio público e alteração de limites foi registrado no 7º Distrito Policial (Lapa). Após a qualificação, os detidos foram liberados. O DCE responsabilizou o reitor da USP, Aluísio Segurado, e o chefe de gabinete do reitor, Edmilson de Freitas, pela violência e questionou sobre a ação ter sido realizada sem determinação judicial. Por parte da USP, a universidade lamentou os acontecimentos e repudiou que a “violência substitua o diálogo, a pluralidade de ideias e a convivência democrática como forma de avanço de pautas e solução de controvérsias”. A Reitoria afirmou que continuará atuando com responsabilidade institucional, buscando a pacificação do ambiente universitário. #tiktoknotícias 🤳 Reprodução

About