@vytoine: “Trend này nhảy vậy ổn chưa mọi người?” #nhaysexy #gaixinh #dancechallenge #xuhuong #trendtiktok

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A coragem do silêncio: uma análise psicanalítica do diálogo entre o Menino, o Cavalo e a Raposa O diálogo desses três personagens na animação em curta metragem “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” traz questões fundamentais da psicanálise, como a complexidade da comunicação emocional, a relação entre os afetos e a coragem de pedir ajuda. A psicanálise, conforme Freud (1917), reconhece a importância do inconsciente e da expressão das emoções reprimidas, aspectos evidentes na fala da Raposa, que diz: “sempre acho que não tenho nada interessante para falar”. Essa afirmação evidencia uma falta de autoestima e a internalização de um sentimento de inutilidade, algo que a psicanálise interpreta como um reflexo de um superego excessivamente crítico. O fato de a Raposa não se sentir à altura de se expressar pode ser uma defesa contra a vulnerabilidade e a exposição do self. O Cavalo apresenta uma perspectiva mais saudável e empática, afirmando que “ser sincero, é sempre interessante”. Este conselho vem ao encontro das ideias de Winnicott (1965), que enfatiza a importância do verdadeiro self e da autenticidade nas relações. A sinceridade do Cavalo aponta para a aceitação do outro em sua totalidade, sem pressões ou expectativas externas, o que permite uma interação genuína e rica. A relação do Menino com os animais reflete a busca pela autenticidade e pela confiança mútua, um espaço potencial onde o ser pode se expressar sem medo de julgamento. O Cavalo quando diz que a coisa mais corajosa que ele já disse foi pedir ajuda, enfatizando que “pedir ajuda não é desistir, é se recusar a desistir”, nesse movimento ele resgata a importância do pedido de ajuda na psicanálise como um gesto de resistência à desintegração psíquica. A ajuda é tida como um meio de integrar o self, de aceitar a fragilidade humana e de reconhecer as próprias limitações, algo que Lacan (1953) define como a constante busca pelo reconhecimento do Outro, o que implica uma abertura à vulnerabilidade e à construção de laços afetivos seguros. #ReflexõesPsicanalíticas #Psicanálise #Autenticidade #SaúdeMental #Coragem #PsiqueInsight #OMeninoAToupeiraARaposaEOCavalo
A coragem do silêncio: uma análise psicanalítica do diálogo entre o Menino, o Cavalo e a Raposa O diálogo desses três personagens na animação em curta metragem “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” traz questões fundamentais da psicanálise, como a complexidade da comunicação emocional, a relação entre os afetos e a coragem de pedir ajuda. A psicanálise, conforme Freud (1917), reconhece a importância do inconsciente e da expressão das emoções reprimidas, aspectos evidentes na fala da Raposa, que diz: “sempre acho que não tenho nada interessante para falar”. Essa afirmação evidencia uma falta de autoestima e a internalização de um sentimento de inutilidade, algo que a psicanálise interpreta como um reflexo de um superego excessivamente crítico. O fato de a Raposa não se sentir à altura de se expressar pode ser uma defesa contra a vulnerabilidade e a exposição do self. O Cavalo apresenta uma perspectiva mais saudável e empática, afirmando que “ser sincero, é sempre interessante”. Este conselho vem ao encontro das ideias de Winnicott (1965), que enfatiza a importância do verdadeiro self e da autenticidade nas relações. A sinceridade do Cavalo aponta para a aceitação do outro em sua totalidade, sem pressões ou expectativas externas, o que permite uma interação genuína e rica. A relação do Menino com os animais reflete a busca pela autenticidade e pela confiança mútua, um espaço potencial onde o ser pode se expressar sem medo de julgamento. O Cavalo quando diz que a coisa mais corajosa que ele já disse foi pedir ajuda, enfatizando que “pedir ajuda não é desistir, é se recusar a desistir”, nesse movimento ele resgata a importância do pedido de ajuda na psicanálise como um gesto de resistência à desintegração psíquica. A ajuda é tida como um meio de integrar o self, de aceitar a fragilidade humana e de reconhecer as próprias limitações, algo que Lacan (1953) define como a constante busca pelo reconhecimento do Outro, o que implica uma abertura à vulnerabilidade e à construção de laços afetivos seguros. #ReflexõesPsicanalíticas #Psicanálise #Autenticidade #SaúdeMental #Coragem #PsiqueInsight #OMeninoAToupeiraARaposaEOCavalo

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