@tnnoticiasgoiania: 🚨 URGENTE – O que está acontecendo com os motoboys e o PLP 152/2025 Nos últimos dias, grupos de entregadores e motoboys por aplicativo começaram a convocar protestos e até uma possível paralisação nacional contra o PLP 152/2025, um projeto que está sendo debatido no Congresso para regulamentar o trabalho em aplicativos (como delivery e transporte). 📄 O que é o PLP 152/2025 O Projeto de Lei Complementar 152/2025 foi apresentado pelo deputado Luiz Gastão (PSD-CE) e tem como objetivo criar regras para o trabalho em plataformas digitais, como aplicativos de entrega e transporte. A proposta tenta criar um modelo intermediário, que não seria totalmente CLT nem totalmente autônomo, incluindo regras como: • contribuição para a Previdência (INSS); • maior transparência dos algoritmos que definem corridas e ganhos; • regras gerais para plataformas de entrega e transporte. ⚠️ Por que motoboys estão revoltados Parte da categoria afirma que o projeto pode diminuir os ganhos e piorar as condições de trabalho. Entre as críticas levantadas por grupos de entregadores: • possibilidade de jornadas de até 12 horas legalizadas; • criação da figura do “trabalhador plataformizado”, que segundo críticos pode reduzir direitos; • cobrança de contribuição ao INSS sobre os ganhos; • receio de que mudanças na remuneração dos apps reduzam o valor pago por entrega. Alguns sindicatos e movimentos dizem que a proposta “institucionaliza a precarização” do trabalho nas plataformas. 🪧 Ameaça de paralisação Nas redes sociais e em grupos de entregadores, estão circulando convocações para protestos e possível paralisação nacional de motoboys, pressionando o Congresso a não aprovar o projeto da forma atual. ⚖️ Outro lado do debate Defensores da proposta dizem que a lei pode trazer proteção mínima, como: • previdência; • seguro contra acidentes; • regras mais claras para o funcionamento das plataformas. 📊 O tema ainda está em discussão no Congresso, ou seja, não virou lei ainda. ⸻ ✅ Resumo: • Motoboys ameaçam paralisação nacional. • Protesto é contra o PLP 152/2025, que regula apps de entrega e transporte. • Entregadores dizem que a proposta pode reduzir ganhos e direitos. • Governo e parte do Congresso defendem que a lei cria proteção mínima para a categoria. ⸻ Se quiser, posso te mostrar também: • 📍 quando pode acontecer a paralisação nacional dos motoboys • 📍 o que realmente mudaria no valor das corridas do iFood e Uber (isso está gerando muita confusão).

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Sunday 15 March 2026 02:32:46 GMT
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Comments

weligntomcarvalhosilva
Weligntom carvalho s :
acabei de ver a matéria que o governo Lula não tem nada a ver com isso. inclusive o boulos tem um vídeo no tik Tok dele explicando esse PL que é de autoria da direita
2026-04-14 23:56:32
2
simone_aug
Simonee :
mentira fake news essa matéria
2026-03-25 18:18:42
2
kakoofc
kakoofc :
Isso aí
2026-03-25 10:53:55
0
eder.miranda89
Eder Miranda :
sim
2026-03-21 22:12:27
0
sergin497
Sergio 7 :
Acho que muitos ai fizeram o L e vão repetir esse ano.
2026-03-15 03:22:46
3
tiagopires231
Tiago Pires :
faz o L 😂😂😂😂
2026-03-15 03:44:38
0
rosevalsilvam
Rosival Silva :
Faz o L
2026-03-15 11:08:45
1
dinizferr
Diniz :
O presidente tem curso? O prefeito tem curso? O governador tem curso? O senador tem curso? Ava, só em nós? Vamos fazer regras para ser presidente, governador... Seja feita a nossa vontade, só as suas? Está FOD...
2026-03-27 01:04:47
0
jadilson.rodrigue05
Jadilson Rodrigues :
reduzi só moto boy ...e posso falar que e maior exploração muito ruim mesmo altos moto sabe disso
2026-04-04 19:36:45
0
marcos.martins249
Marcos Martins :
fazueli
2026-04-15 14:02:37
0
camila.carvalho502
camila carvalho :
🙏🙏🙏🙏
2026-03-26 01:18:25
0
yurihrycylo
yurihrycylo :
1. O Governo Federal (Poder Executivo) A proposta principal veio do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, através do Ministério do Trabalho e Emprego (liderado pelo ministro Luiz Marinho). O objetivo: O governo argumenta que os entregadores (motoboys) e motoristas de aplicativo precisam de proteção social (aposentadoria, auxílio-doença, seguro acidente). A "taxa" (Previdência): O projeto prevê uma contribuição para o INSS. No modelo proposto, o trabalhador pagaria uma porcentagem (cerca de 7,5%) sobre o seu rendimento, e a empresa pagaria uma parte maior (cerca de 20%). 2. O Congresso Nacional (Poder Legislativo) Como é um projeto de lei, ele precisa ser aprovado pelos deputados e senadores. Relatores e Autores: Na Câmara, nomes como o deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE) e Luiz Gastão (PSD-CE) têm atuado na relatoria e autoria de projetos similares (como o PLP 152/2025). Recentemente, em março de 2026, o deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP) também esteve à frente das negociações para definir um piso mínimo de R$ 10 por corrida e limites para as taxas que os aplicativos retêm. 3. As Plataformas (Uber, iFood, etc.) As empresas de aplicativo também participaram das mesas de negociação. Elas concordam com alguns pontos, mas dizem que, se o custo de operação subir muito devido às contribuições e aos pisos mínimos, o valor final para o cliente vai aumentar, o que poderia diminuir o número de pedidos. Resumo dos pontos principais da proposta (março de 2026): Piso Mínimo: Proposta de valor mínimo de R$ 10 por entrega (hoje a média é menor). Adicional por Km: Sugestão de R$ 2,50 por quilômetro rodado após uma certa distância. Transparência: As plataformas seriam obrigadas a mostrar claramente quanto ficam de taxa e quanto repassam ao motoboy. INSS: Inclusão obrigatória na Previdência Social para garantir direitos em caso de acidente ou doença.
2026-03-26 18:36:40
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