@milankkaai: #липсинг

миланка
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Saturday 21 March 2026 08:01:52 GMT
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Comments

yakurizz
Yaku :
тебя слишком много в моих рекомендациях
2026-03-21 09:36:09
1
_4svtyan_
Keyols^^ :
2026-03-24 15:03:33
0
emi_li_mi
emi_li_mi :
ООООДАААААА
2026-03-21 14:31:33
0
maksik2557
🌟🌟 :
❤️❤️❤️обожаю тебя❤️❤️❤️
2026-03-22 05:46:35
0
waka.waka486
Waka Waka :
красивая
2026-03-23 14:20:54
0
olov_me
твинки :
😈😈😈
2026-03-21 09:30:07
0
orc_of_the_north
Organism :
💀
2026-04-02 10:22:49
0
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22 de junho de 2006. Japão 1x4 Brasil. Copa do Mundo da Alemanha, fase de grupos. O Brasil daquela Copa tinha um dos elencos mais estrelados da história. Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Adriano e Kaká — o famoso Quadrado Mágico. Quatro craques no auge, quatro nomes que tiravam o sono de qualquer adversário. No papel, era o time mais perigoso do planeta. Mas aquela Seleção também era veterana. Cafu, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Zé Roberto, Ronaldo — jogadores que já carregavam Copas nas costas. Uma geração que havia conquistado o penta em 2002 e chegava à Alemanha como atual campeã mundial. Experiente, respeitada, temida. O problema é que experiência e brilho são coisas diferentes. Durante toda a fase de grupos o Brasil jogou de forma burocrática, sem criatividade, sem encanto. Até que no último jogo, diante de um Japão já eliminado e com reservas, um nome jovem mudou o jogo: Robinho. Com apenas 22 anos, entrou em campo e trouxe uma mobilidade que os veteranos não conseguiam dar. Liberou Ronaldinho, acelerou o time, mostrou que talvez o futuro já estivesse disponível no banco. O Japão até abriu o placar com Tamada aos 34 minutos. Mas Ronaldo empatou antes do intervalo. No segundo tempo o Brasil atropelou: Juninho Pernambucano, Gilberto e Ronaldo de novo. 4 a 1. A torcida finalmente viu um pouco do futebol que esperava. Mas era tarde demais. Aquele brilho durou um jogo. Nas quartas de final a França encerrou tudo — e o Quadrado Mágico nunca mais teve a chance de provar seu valor numa Copa do Mundo. Escalações: Brasil: Dida; Cicinho, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Juninho Pernambucano, Kaká e Ronaldinho; Ronaldo e Robinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira. Japão: Kawaguchi; Kaji, Tsuboi, Nakazawa e Alex Santos; Inamoto, Ogasawara, Nakamura e Hidetoshi Nakata; Maki e Tamada. Técnico: Zico. Gols: Tamada 34', Ronaldo 45', Juninho 53', Gilberto 59', Ronaldo 81'. #BrasilnaCopa #ronaldinho  #worldcup #selecao #Ronaldo
22 de junho de 2006. Japão 1x4 Brasil. Copa do Mundo da Alemanha, fase de grupos. O Brasil daquela Copa tinha um dos elencos mais estrelados da história. Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Adriano e Kaká — o famoso Quadrado Mágico. Quatro craques no auge, quatro nomes que tiravam o sono de qualquer adversário. No papel, era o time mais perigoso do planeta. Mas aquela Seleção também era veterana. Cafu, Roberto Carlos, Gilberto Silva, Zé Roberto, Ronaldo — jogadores que já carregavam Copas nas costas. Uma geração que havia conquistado o penta em 2002 e chegava à Alemanha como atual campeã mundial. Experiente, respeitada, temida. O problema é que experiência e brilho são coisas diferentes. Durante toda a fase de grupos o Brasil jogou de forma burocrática, sem criatividade, sem encanto. Até que no último jogo, diante de um Japão já eliminado e com reservas, um nome jovem mudou o jogo: Robinho. Com apenas 22 anos, entrou em campo e trouxe uma mobilidade que os veteranos não conseguiam dar. Liberou Ronaldinho, acelerou o time, mostrou que talvez o futuro já estivesse disponível no banco. O Japão até abriu o placar com Tamada aos 34 minutos. Mas Ronaldo empatou antes do intervalo. No segundo tempo o Brasil atropelou: Juninho Pernambucano, Gilberto e Ronaldo de novo. 4 a 1. A torcida finalmente viu um pouco do futebol que esperava. Mas era tarde demais. Aquele brilho durou um jogo. Nas quartas de final a França encerrou tudo — e o Quadrado Mágico nunca mais teve a chance de provar seu valor numa Copa do Mundo. Escalações: Brasil: Dida; Cicinho, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Juninho Pernambucano, Kaká e Ronaldinho; Ronaldo e Robinho. Técnico: Carlos Alberto Parreira. Japão: Kawaguchi; Kaji, Tsuboi, Nakazawa e Alex Santos; Inamoto, Ogasawara, Nakamura e Hidetoshi Nakata; Maki e Tamada. Técnico: Zico. Gols: Tamada 34', Ronaldo 45', Juninho 53', Gilberto 59', Ronaldo 81'. #BrasilnaCopa #ronaldinho #worldcup #selecao #Ronaldo

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