@jesssssica._: I said I was done with wigs, I’m fr this time! 😂 #5x5closure #lacewig #fyp

J E S S I C A 💋
J E S S I C A 💋
Open In TikTok:
Region: US
Wednesday 25 March 2026 23:55:11 GMT
3628
145
7
7

Music

Download

Comments

marcysdream
Marcy Marcy :
I give up 😭 I don’t lace melted, foundation, and melt band idk anymore they gonna get what they get
2026-06-25 15:35:59
0
nbnblove1
nb_nb_love_1 :
Hun you look beautiful!
2026-03-28 22:37:03
0
yonnie_meangirl1992
Yonnie :
Girl pretty girls get a pass lol
2026-03-26 00:44:56
0
slnewby8891
slnewby889 :
Reason I HATEEEEEEE closures😂😂
2026-03-26 00:05:55
0
To see more videos from user @jesssssica._, please go to the Tikwm homepage.

Other Videos

Em 2016, um dos maiores canais de ensino de Biologia do Brasil ensinava que o clitóris media cerca de 1 cm. O problema é que essa informação já estava errada há mais de 170 anos. Em 1844, o anatomista Georg Ludwig Kobelt publicou uma descrição detalhada do clitóris, mostrando que ele não é apenas a pequena parte da glande que conseguimos enxergar. O órgão possui glande, corpo, raízes e bulbos, formando uma estrutura erétil complexa. Então por que, mais de um século depois, ainda ensinávamos um clitóris de 1 cm? Porque o conhecimento científico também sofre influência dos valores morais e culturais de cada época. Ao longo do final do século XIX e de boa parte do século XX, o clitóris foi apagado, simplificado e tratado como pouco importante nos livros e manuais. Alguns autores chamam esse processo de “deleção ativa” do conhecimento. Não foi apenas falta de pesquisa, a anatomia já havia sido descrita. O conhecimento foi deixado de lado. E esse apagamento tem consequências que vão muito além de uma curiosidade anatômica. O clitóris é um órgão erétil e tem papel central no prazer sexual. Durante a excitação, seus tecidos se enchem de sangue, aumentam de volume e ficam mais sensíveis. Essa resposta participa da experiência prazerosa e funciona como um feedback positivo para que o corpo queira repetir aquela experiência. Ninguém costuma desejar repetir uma experiência ruim, dolorosa ou sem prazer. Por isso, uma redução da resposta erétil do clitóris pode interferir na sensibilidade, no prazer e, consequentemente, na libido. É claro que a libido é multifatorial e também envolve hormônios, saúde emocional, relacionamento, medicamentos e contexto. Mas ignorar a anatomia e a função erétil do clitóris significa deixar de investigar uma parte importante do problema. Quando a informação errada chega aos profissionais da saúde, o atraso é ainda maior. Uma pessoa pode passar anos acreditando que simplesmente “não tem libido”, sem que ninguém avalie a função, a vascularização, a sensibilidade e a saúde desse órgão. A negligência acontece principalmente quando, mesmo com o conhecimento disponível, continuamos escolhendo ensinar a informação errada.
Em 2016, um dos maiores canais de ensino de Biologia do Brasil ensinava que o clitóris media cerca de 1 cm. O problema é que essa informação já estava errada há mais de 170 anos. Em 1844, o anatomista Georg Ludwig Kobelt publicou uma descrição detalhada do clitóris, mostrando que ele não é apenas a pequena parte da glande que conseguimos enxergar. O órgão possui glande, corpo, raízes e bulbos, formando uma estrutura erétil complexa. Então por que, mais de um século depois, ainda ensinávamos um clitóris de 1 cm? Porque o conhecimento científico também sofre influência dos valores morais e culturais de cada época. Ao longo do final do século XIX e de boa parte do século XX, o clitóris foi apagado, simplificado e tratado como pouco importante nos livros e manuais. Alguns autores chamam esse processo de “deleção ativa” do conhecimento. Não foi apenas falta de pesquisa, a anatomia já havia sido descrita. O conhecimento foi deixado de lado. E esse apagamento tem consequências que vão muito além de uma curiosidade anatômica. O clitóris é um órgão erétil e tem papel central no prazer sexual. Durante a excitação, seus tecidos se enchem de sangue, aumentam de volume e ficam mais sensíveis. Essa resposta participa da experiência prazerosa e funciona como um feedback positivo para que o corpo queira repetir aquela experiência. Ninguém costuma desejar repetir uma experiência ruim, dolorosa ou sem prazer. Por isso, uma redução da resposta erétil do clitóris pode interferir na sensibilidade, no prazer e, consequentemente, na libido. É claro que a libido é multifatorial e também envolve hormônios, saúde emocional, relacionamento, medicamentos e contexto. Mas ignorar a anatomia e a função erétil do clitóris significa deixar de investigar uma parte importante do problema. Quando a informação errada chega aos profissionais da saúde, o atraso é ainda maior. Uma pessoa pode passar anos acreditando que simplesmente “não tem libido”, sem que ninguém avalie a função, a vascularização, a sensibilidade e a saúde desse órgão. A negligência acontece principalmente quando, mesmo com o conhecimento disponível, continuamos escolhendo ensinar a informação errada.

About