Ⓜ️ay :
uma professora de faculdade chegou na sala de aula e falou o seguinte: 'gente, um médico foi assaltado ontem'. Aí ela perguntou para a sala: 'qual que é a cor do médico e qual que é a cor do assaltante que veio na cabeça de vocês?'. aí todo mundo ficou calado. ela falou: 'tá vendo? vocês são racistas, porque veio o médico branco e o assaltante negro'.
aí um aluno levantou a mão e falou assim: 'professora, se eu te falar que ontem um homem de batina deu uma voadora num cara no meio da rua, quem que veio na sua cabeça? um padre ou um pastor?'. ela falou: 'um padre'. 'então você é intolerante religiosa? não, é porque o seu cérebro trabalha com estereótipos, com padrões'.
se eu falar para você que um cara foi assaltado na favela, você imagina o cara de terno ou de bermuda? você imagina de bermuda. se o cara tá na favela de terno, ou ele é pastor ou ele é advogado, ou ele tá muito perdido. o nosso cérebro trabalha com estereótipos."
o desdobramento logo em seguida
Imediatamente após esse trecho, os apresentadores do podcast concordam com o raciocínio, e o deputado continua a explicação argumentando que a publicidade, o cinema e a própria sociedade criam essas imagens mentais automáticas (padrões). ele conclui afirmando que, na visão dele, tentar rotular as pessoas como racistas por terem esses pensamentos automáticos baseados em estatísticas ou imagens cotidianas seria uma forma de "engenharia social" da esquerda para gerar culpa…
2026-10-02 00:37:32